O cheiro. Do Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.
Portugal enquanto "grande autarquia". De João Miranda, no Blasfémias.
Campanha do Norte. Do António Figueira, no Cinco Dias.
De Ur a Alguidares de Baixo. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Os relatórios internacionais. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.
Inventar o "Sr. José" do registo civil (Todos os Nomes) não bastou. De Vasco Barreto, na Jugular.
O dr. Júdice é um brilhante advogado. Da Helena Matos, no Blasfémias.
Algumas notas sobre o Freeport. Do Sérgio de Almeida Correia, n’ O Bacteriófago.
A democracia é um estado de espírito (II). De José Pimentel Teixeira, na Ma-Schamba.

Repito algo do que escrevi no post da Helena Matos, no Blasfémias:
Um dos advogados que mais ganha com serviços do governo, talvez o líder da tal elíte que gravita á volta do poder. Ele que “virou a casaca” do PSD para o PS quando o governo mudou, para continuar a “mamar”, e além disso quer ser candidato a presidente da república.
E também ainda algumas notas sobre o freeport:
Já disse que sondagens e estudos, valem o que valem, por serem muitas vezes encomendados. E portanto terem resultados que favorecem quem os pede.
No entanto, penso que posso tirar uma conclusão fidedigna do estudo que se apresenta, sobre o caso Freeport.
As pessoas acreditam ou não na inocência dos intervenientes, por convicções partidárias, por simpatia ou pelo que ouvem nos media. Em vez de pensarem, ponderarem e avaliarem – pelas suas cabeças – os dados, os factos, os cenários.
Esta conclusão é extremamente infeliz, e é a razão pela qual nunca um caso mediático como este, terá resolução em Portugal.