Ler


Patrícia Reis,

Campanha eleitoral. De Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.

Uma miragem chamada Europa. Do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.

Emoções básicas (56). Do Luís Naves, no Corta-Fitas.

Esquerdas unidas? Da Joana Lopes, no Entre as Brumas da Memória.

Sobre o financiamento dos partidos. Do Henrique Raposo, no Clube das Repúblicas Mortas.

Bater no fundo. Do Jorge Ferreira, no Tomar Partido.

E as campanhas negras? As cabalas? O direito ao bom nome? Da Helena Matos, no Blasfémias.

Sindicalismos. Do João Tunes, na Água Lisa.

Jornalista ganzado. Do Daniel Oliveira, no Arrastão.

Broken windows. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.

Tempos modernos. De Tiago Ribeiro, no Paraíso do Gelado.

Vergílio Ferreira: espaços e circuitos. De Lauro António, no Lauro António Apresenta.

O espectador comprometido. Do Pedro Picoito, n’ O Cachimbo de Magritte.

2 comentários em “Ler”

  1. Números pornográficos (http://mudaportugal.blogspot.com/2009/05/numeros-pornograficos.html)

    A JP Sá Couto ganhou a liderança do mercado nacional de portáteis no primeiro trimestre de 2009 em virtude das vendas do portátil Magalhães. Neste período, a empresa portuguesa apresentou um crescimento de 3.311,4% face ao mesmo período de 2008, o que correspondeu a 212 mil unidades vendidas. (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=367726)

    São simplesmente pornográficos os números obtidos pela JP Sá Couto (empresa que devia dinheiro ao estado). Um crescimento de 3.300 % !!! Quando todas as outras empresas concorrentes estão com imensas dificuldades, esta empresa amiga do governo (http://mudaportugal.blogspot.com/2009/05/superliga-incompetete-mor-pinho-e.html), tem resultados destes. Numa altura de crise, não seria melhor dividir “o mal” pelas aldeias? Para Sócrates (o delegado comercial de vendas da Microsoft (http://mudaportugal.blogspot.com/2008/10/profisso-delegado-comercial-de-vendas.html)) não.

  2. Magnífico, Pedro Correia ! Seleccionar o «post» «Sindicalismos» de João Tunes quando dele consta uma mentira da tamanho de uma catedral que é a jurar que Ilda Figueiredo integrou uma «delegação da CGTP» a uma manifestação de trabalhadores em Madrid.

    Quando a verdade é que candidata da CDU, exercendo um direito inquestionável, foi lá pelo seu pé, em seu nome e sem evidentemente fazer parte de nenhuma delegação da CGTP.

    O que é engraçado é que ela tem fama de não ser europeista mas os europeistas não puseram lá os pés !

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