Ainda a propósito disto (e sou absolutamente contra qualquer tipo de quota, diga-se), encontro isto na The Economist: Men enjoy more leisure time than women in every one of 18 countries examined by the OECD. Italian men have it easiest in comparison with women, lazing around for nearly 80 minutes more each than women who, apparently, clean the house. Other staunch Catholic countries also see big gaps between the sexes, and even in egalitarian Norway men manage to sneak an extra four minutes more to themselves. Portugal não aparece no gráfico, mas não deve andar muito longe do que se passa em Espanha, Itália ou França. Talvez isto ajude a explicar o porquê de nos últimos trinta e cinco anos, apesar das muitas melhorias que se verificaram para as mulheres, a sua felicidade subjectiva aparentemente baixou, quer de forma absoluta, quer de forma relativa face aos homens, nos países desenvolvidos.


E depois, feitas parvas, nunca estamos satisfeitas com o nosso desempenho…
Mas fica-vos tão bem essa busca da perfeição…
Os italianos é que a sabem toda… Mamma mia!
Eheh. Mas de um país que tem Berlusconi como primeiro-ministro seria de esperar outra coisa?
What else is new??
Há aqui uma novidade, Ana. Na década de 70, as mulheres tendiam a considerar-se mais felizes que os homens. Hoje, apesar de todas as conquistas (por exemplo, a nível de remuneração salarial o equilíbrio é muito maior), apresentam índices de felicidade inferiores. A explicação para isto? I don’t know. Nobody knows.
Nobody knows?
É o maldito feminismo e a mania que as mulheres são iguais aos homens, é o que é.
E depois deu nisto…
Não sei se explica tudo, mas também acho que algum feminismo terá efeito negativo sobre a felicidade das mulheres. Nomeadamente na pressão social que exercem para que todas as mulheres adoptem os comportamentos que estas tomam como o correcto.