Tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente, do outro lado do Grande Hotel da Beira, na casa onde morei ali para os lados da Ponta Gêa, paredes-meias com o ATCM, talvez no final da década de sessenta ou nos primeiros anos da seguinte. Já não me recordo bem. A última vez que o vi foi numa exposição em Macau, no velho Clube Militar. A sua obra ficará espalhada pelos quatro cantos do mundo para nos recordar o seu volumoso e sempre amigo sorriso. Um símbolo de Moçambique, da tolerância multicultural e do amor ao mundo lusófono.
Malangatana
Sérgio de Almeida Correia,


Fizeste muito bem em trazer aqui a evocação da memória do grande Malangatana – moçambicano, lusófilo, cidadão do mundo – neste dia triste em que soubemos da morte dele, Sérgio.