Maurice Jarre (1924-2009)


Patrícia Reis,

 

Quando penso numa banda sonora ideal, como parte integrante de um filme, vem-me logo à memória a de Lawrence da Arábia (1962). Pensei nisso há pouco, ao saber da morte de Maurice Jarre, um dos maiores compositores de música para a Sétima Arte. Relembro, uma vez mais, aqueles acordes hipnóticos que sublinham o recorte do perfil de Lawrence sob um mágico nascer do sol nas areias eternas do deserto, fixado pelo talento cinematográfico de David Lean.

Raras vezes a palavra perfeição merece ser tão usada como aqui.

14 comentários em “Maurice Jarre (1924-2009)”

    1. Tens razão, Pedro. O filme de David Lean é inesquecível. E Maurice Jarre foi um dos mais importantes compositores de trilhas sonoras de todos os tempos. Lembro também de outra trilha de romantismo dilacerado, a que ele fez para “Doutor Jivago “, consideraro um dos 100 melhores filmes da história do cinema.

        1. Se imaginas, Pedro, que este homem compôs música de excepcional qualidade para mais de uma centena de películas cinematográficas, aí podes ter a real dimensão de seu talento e da formidável contribuição que deu à Cultura.

          Um abraço do Brasil para ti

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *