Quando penso numa banda sonora ideal, como parte integrante de um filme, vem-me logo à memória a de Lawrence da Arábia (1962). Pensei nisso há pouco, ao saber da morte de Maurice Jarre, um dos maiores compositores de música para a Sétima Arte. Relembro, uma vez mais, aqueles acordes hipnóticos que sublinham o recorte do perfil de Lawrence sob um mágico nascer do sol nas areias eternas do deserto, fixado pelo talento cinematográfico de David Lean.
Raras vezes a palavra perfeição merece ser tão usada como aqui.


.. sem dúvida.
Tens razão, Pedro. O filme de David Lean é inesquecível. E Maurice Jarre foi um dos mais importantes compositores de trilhas sonoras de todos os tempos. Lembro também de outra trilha de romantismo dilacerado, a que ele fez para “Doutor Jivago “, consideraro um dos 100 melhores filmes da história do cinema.
E consideras bem.
E um abraço aí para o Brasil!
Se imaginas, Pedro, que este homem compôs música de excepcional qualidade para mais de uma centena de películas cinematográficas, aí podes ter a real dimensão de seu talento e da formidável contribuição que deu à Cultura.
Um abraço do Brasil para ti
Sem dúvida, Augusto. Vai aparecendo por cá.
Totalmente de acordo, Pedro.
Um filme de excepção. Uma música de excepção. E um Peter O´Toole inesquecível.
Abraços
Sem qualquer dúvida, António.
Um grande abraço
o filme em que o deserto é o grande actor
Certo. Nunca o deserto foi filmado de forma tão sublime, caro João.
Ele era alguma coisa a Jean-Michel Jarre?
Era pai.
Ia fazer a mesma pergunta… não fazia ideia de que eram pai e filho.
Filho de peixe sabe nadar. Neste caso, sabe compor.