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O falso engenheiro acaba de levar uma sova de que nunca mais vai recuperar.
Deus não dorme.
Esse filme passou onde?
Passa em sessões contínuas, na São Caetano à Lapa. Rigorosamente interditas a quem não é militante laranjinha.
Pois, pois, digam-me dessas.
Caro Pedro estou à espera da sua analise ao debate. Preciso de uma dose de imparcialidade. :=)
Já lá está, Daniela. Com uma certeza: de mim nunca ninguém ouvirá ou lerá frases como essa: “Hoje somos todos do partido X ou Y.” Jamais.
Meu caro Pedro, a única coisa que eu tenho a dizer sobre isso, e sobre as análises a debates é que nunca me passaria pela cabeça tentar convencer alguém a agir ou neste caso a votar contra a sua consciencia. Fora isso, sou completamente parcial. 😉
Antes o parcial convicto do que o pseudo-imparcial por cálculo, Daniela. Já ouvi alguns esta noite. E não gostei.
Pedro, que post tão infeliz. Malta? E o Pedro Pestana Bastos é militante do CDS, como sabe toda a gente que lê o Cachimbo com alguma atenção. Mas, ao contrário de si, ele escolheu Sócrates e não Manuela Ferreira Leite como adversário nas próximas eleições.
Que mal tem malta, Pedro? Malta, para mim, é um termo carinhoso. Parafraseando o Vital Moreira, um pouco mais de sentido de humor, sff. Por mim aceito de bom grado o Kompensan que a tribo ‘cachimbeira’ me oferece, mas à cautela é melhor deixarem algum aí na prateleira: nunca se sabe se não será necessário a curto prazo.
Quanto ao resto, não gosto de unicidades, nunca gostei. Só isso. Mas continuo a considerá-los: sei bem distinguir o acessório do essencial. E nunca isso fez tanta falta como agora.
Se não gosta de unicidade, talvez fosse bom ter alguém a favor do PSD aqui no Delito de Opinião…
Unicidade não, Pedro: nem sindical, nem política. Por isso neste blogue, como sabe, há quem escreva no Jamais, no Simplex e na Rua Direita. Gosto disso, este pluralismo deve ser até motivo de natural orgulho da nossa parte. E críticas ao Governo, como também sabe, é o que mais há por cá. O que não invalida também a existência de críticas à oposição, como é óbvio.
O Pedro Picoito anda distraído. Já reparou que o DO é tão amplo no acolhimento que até pode vir dizer o que lhe apetecer sem lhe cair o Carmo e a Trindade em cima?
Acha que «talvez fosse bom ter alguém a favor» de quê? Aqui ninguém precisa de ser a favor disto ou daquilo. Com uma vantagem: pode sê-lo, como está mais que provado. Por isso, o que talvez fosse bom é que estivesse mais atento, meu caro, antes de tirar conclusões. Mas deixe lá: é só uma sugestão, não é uma imposição.
Desculpe? Posso dizer o que me apetece sem me cair o Carmo e a Trindade em cima? Mas deveria estar à espera de outra coisa?