Que grande e belíssima surpresa, Jorge. Ainda me lembro da emoção ao ver o filme, no antigo cinema Alfa (Av. Gago Coutinho, Lisboa), mal a música de Carlos Paredes irrompeu no ecrã, acompanhando o genérico inicial. E a surpresa de ver a Lisboa ‘nova’, da Avenida de Roma e da Avenida dos Estados Unidos da América, retratada num filme português, em contraste com a Lisboa da Baixa-Chiado que surgia nos filmes dos anos 30-40. E deixei-me fascinar pelos belos olhos de Isabel Ruth. Só foi pena o ‘novo cinema’ português, que tanto prometia com este filme, ter afinal voado tão baixinho.
Uma excelente lembrança! Não me recordo do filme, mas é com verdadeira emoção que ouço a famosa guitarra de Carlos Paredes. Inigualável, e tanta maestria quanto discrição e modéstia. Um artista memorável, um homem à parte. Para sempre recordar!
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Mas que boa lembrança teve! Esta música é uma comoção só!
:))
Ainda bem que gostou. :))
Belíssima escolha, Jorge
Obrigado, Leonor.
Que grande e belíssima surpresa, Jorge. Ainda me lembro da emoção ao ver o filme, no antigo cinema Alfa (Av. Gago Coutinho, Lisboa), mal a música de Carlos Paredes irrompeu no ecrã, acompanhando o genérico inicial. E a surpresa de ver a Lisboa ‘nova’, da Avenida de Roma e da Avenida dos Estados Unidos da América, retratada num filme português, em contraste com a Lisboa da Baixa-Chiado que surgia nos filmes dos anos 30-40. E deixei-me fascinar pelos belos olhos de Isabel Ruth. Só foi pena o ‘novo cinema’ português, que tanto prometia com este filme, ter afinal voado tão baixinho.
É que voou mesmo baixinho, Pedro.
Uma excelente lembrança!
Não me recordo do filme, mas é com verdadeira emoção que ouço a famosa guitarra de Carlos Paredes. Inigualável, e tanta maestria quanto discrição e modéstia.
Um artista memorável, um homem à parte.
Para sempre recordar!
Foi com esta música que descobri Carlos Paredes, para nunca mais o esquecer.
Beleza de música. Portugal no seu melhor.
Pois é, Ana. Uma música que respira Portugalidade.
Jorge, tiro-lhe o meu chapéu. Fantástica escolha.