«Em política, quem passa a vida a ter de esclarecer, corrigir, especificar, desmentir, clarificar, o que disse é porque não acerta. Está nos livros», diz o Jorge Ferreira, no Tomar Partido. E tem razão – é mais ou menos como um actor cómico que se vê obrigado a explicar a piada, perante o sorriso amarelo da assistência.
Não sei se é bem isso…
J.M. Coutinho Ribeiro,

Bem apanhada.
Obrigado, João. É que tenho andado a fazer umas piadas mal conseguidas. Vá lá que não me deu para as explicar eheeheheh
Pois eu gostei desta. Só não sei se percebi…
Eu não percebi muito bem. Vou consultar o hermeneuta.
Ah, o hermeneuta do que digo sou eu. E se não chegar, chamo o Pacheco Pereira.
O Pacheco Pereira é mais hermeseta. Para adocicar a líder.
Acho que vou mesmo chamar o Pacheco Pereira…
Mas só serve para tentar adocicar, não para adoçar.
Eu acho que nem adocicar consegue. Logo, nem hermeseta.
Boa, boa. 🙂
Ora: um autêntico “círculo hermenêutico” — (Vai entre aspas porque não sei colocar a expressão em itálico e pretendo que seja lida como um todo – Terei redenção?)
:)))