
«Vou ver Putin, vou à Rússia na sexta-feira.» Disse ele.
Das duas uma: ou regressámos a 1866 ou o Presidente dos Estados Unidos padece de um preocupante declínio cognitivo.
Temos de nos render às evidências. Há que substituir Joe Biden sem mais demora.

Há que lembrar que os norte-americanos sempre foram, na sua maioria, de uma ignorância crassa.
Neste caso ele até não errou por muito. Há 159 anos aquilo era território russo.
Diz o roto ao nu, enfim.
Na era Trumputin todas as fronteiras são fluidas.
No manicómio em que se tornou o mundo, já nada me admira.
O Donald é o seu expoente máximo.
Tese mais benigna: a vontade de agradar a Putin é tão forte que estará disposto a devolver o Alasca à Rússia.
Será que ele planeia negociar o Alaska? Nah… acredito sim que ele não sabe onde fica.
Aqui há uns anos, acredito que ele gostaria de ter conhecido Alaska: on/programas-tv/2024-12-15/alaska-entrev ista-revelada-movistar-serie_4020714/
https://www.elconfidencial.com/televisi
Começa a ser evidente que Trump dará de boa vontade territórios aos russos.
Os europeus, por seu lado, foram comidos nas taxas, irão encher de encomendas a indústria militar americana via novo mínimo de investimento da NATO, passaram a ser um excelente cliente de produtos energéticos americanos, serão (ao que tudo indica) comidos na Ucrânia, levarão muito provavelmente com um despejo de produtos chineses na sua economia, derivado de menores vendas para os EUA, etc, etc. Se não é um alvo preferencial da admin Trump, parece, isto é, a admin americana claramente está disposta a sangrar os europeus até à última gota de sangue. Posto isto a Europa precisa urgentemente de líderes a sério e não de Costas que nem Portugal soube gerir nem de Ursulas que contribuíram ativamente para se chegar a este ponto quando ajudou a pôr a Alemanha refém da energia russa ou quando nunca nada fez para evitar o enfraquecimento sistemático das suas forças armadas ou quando nunca se cansou de publicitar a agenda climática globalista que tem posto as indústrias europeias ainda mais desgraçadas. A Europa ou muda de rumo ou está queimada a prazo e será sangrada até à última gota – à mesa das grandes potências quem não tem lugar na cadeira tem lugar na bandeja, não temhamos ilusões.
Trump poderia oferecer o seu “resort” de luxo Mar-a-Lago, na Florida, ao camarada Putin em troca com o palácio que o ditador russo possui no Mar Negro.
Assim se consumaria a «troca de territórios» a que o sucessor de Obama e Biden aludiu, justificando o seu “rendez-vous” da próxima sexta-feira com o violador da soberania ucraniana.
https://eu.usatoday.com/story/news/poli tics/2018/03/07/mar-lago-insiders-view-t rumps-florida-estate/405689002/ _Palace
https://en.wikipedia.org/wiki/Putin%27s
Infelizmente a “oferta” será de territórios de outrem. Como disse quem não tem lugar na cadeira da mesa das grandes potências acaba por ter lugar na bandeja. A Ucrânia já lá está e a Europa para lá caminha ridiculamente pois tinha mais do que a obrigação de ser capaz de não ficar de calças na mão perante uma Rússia cuja economia é imensamente menor que a da UE. Mas as nossas magníficas lideranças construídas com base na alucinação mais ou menos coletiva, de que a diplomacia tudo resolve por uma lado e de que somos moralmente os maiores do mundo e arredores por termos democracias e coisas do género, conseguiram a proeza de nos fazer chegar a um ponto em que não temos capacidade de defesa própria. Mais de 400M de habitantes com a 3a maior economia nundial e somos hoje ignarados e humilhados de todas as formas e feitios por culpas muito próprias diga-se. Mas continuemos a eleger medíocres como o Costa ou nesta vida de direitos, direitos e mais direitos sem deveres e onde tudo se tem que dar aos “jovens” de mão beijada criando uma geração de incapazes fisica e intelectualmente que vamos longe, ai vamos vamos.
Trump prepara-se para oferecer os Sudetas a Putin.
É uma maneira como qualquer outra de ficar na História.
E para ele qualquer uma serve, desde que fique.
Trump também deve dar luz verde à “anchluss” da Bielorrússia pelas forças naziputinistas.
A “grande nação” russófila, com Moscovo a bramar e os vizinhos a ajoelhar.
Começa a ser evidente que Trump dará de boa vontade territórios aos russos.
Evidente desde o primeiro dia que a diplomacia seria a única solução, e que a cedência territorial faria parte do negócio.
Premiar o invasor? Pois, a História está repleta de injustiças morais, esta não será a última.
Nem a Rússia conseguiria dominar a Ucrânia na sua totalidade, nem a Ucrânia iria vencer o conflito armado
A alternativa seria a NATO envolver-se, ouvi alguns defender essa solução ainda no início, mas sem grande vontade de vestir uma farda e ir para a frente. No sofá é tudo heróis à Chuck Norris.
Também há os chamberlains de sofá.
Força aí na Frente. Quando acabar essa, ide resolver Gaza.
Claque trumpista.
Força aí atrás! A coisa está entupida, não é? É o que acontece a quem tem mais olhos que barriga, pensa que já tem tudo no papo e afinal nem nas entradas se aguenta… Faltam dentes para tão duros ossos, que se fosse só de língua onde a coisa já não ia! Em Kiev, provavelmente, e Berlim de sobremesa, pois claro, como diz Medvedev, o Desbocado, grande mestre das postas de pescada ensopadas em vodka.
“First we take Manhattan, then we take Berlin”…
“Peace for our time” (ficaria conhecido como “peace in our time”).
Deu no que deu.
Donald Chamberlain promete entrar nos anais da História.
Arthur (Neville), terrivelmente errada que a sua aposta tenha sido, pertenceria em todo o caso a outra estirpe.
Dele disse Churchill (transcrevo da Wikipedia): “Whatever else history may or may not say about these terrible, tremendous years, we can be sure that Neville Chamberlain acted with perfect sincerity according to his lights and strove to the utmost of his capacity and authority, which were powerful, to save the world from the awful, devastating struggle in which we are now engaged. This alone will stand him in good stead as far as what is called the verdict of history is concerned.”
Não sei se o mesmo poderá ser dito, por estes dias e em situação análoga. Ignorar as lições da História, e tão recente, ainda, não será a mais tranquilizador.
Ainda assim haverá uma diferença entre negar o início de uma guerra, ainda que ingenuamente, e recusar terminar uma. A não que se ache que a Ucrânia vence. Ou então que a única solução é para Moscovo, e em força.
Há muita gente com vontade, o que é estranho, porque Kyiv aceita voluntários.
Ou seja, “better red than dead” (mutatis mutandis).
Mas que seja dos ucranianos a decisão. E que lhes não falte o apoio, enquanto for sua vontade resistir ao inqualificável.
Mais não seja (e então muito egoisticamente) porque, “despachada” a Ucrânia, a “operação militar especial” só conhece um rumo: para ocidente.
Um leitor anónimo ironiza sobre as hipóteses de a Ucrânia vencer a guerra – isto é, a agressão de que é vítima.
Acontece que a heróica resistência ucraniana a Putin, nestes três anos e meio, é já uma vitória. Contrariando os medvedevs e os lavrovs e os majores-generais que anteviam a “queda de Kiev em poucos dias” e a “fuga de Zelenski para o Reino.Unido ou os EUA”.
Portugal travou uma guerra contra os espanhóis que durou 28 anos após o 1.° de Dezembro. Os “realistas” da época asseguravam que não tínhamos hipóteses perante um exército quatro ou cinco vezes superior. Mas vencemos.
Pela mesma linha cronológica os ucranianos estarão agora no equivalente ao nosso 1644.
A Ucrânia já venceu, não percebe? Aconteça o que aconteça, a Ucrânia já venceu: já provou que o Putin é um anacronismo absurdo em termos políticos e um absoluto incompetente em termos militares. Não passa dum canalhazito cheio de bazófias, que governa a envenenar e a mandar gente de janelas abaixo e que se rebaixa, em desespero de causa, ao vergonhoso recurso de ter de manipular as taras megalómanas de um velho demente para tentar ganhar na secretaria aquilo que não consegue vencer no campo de batalha. Apesar do ataque à traição e do seu “grande exército”, incluindo condenados, mercenários wagner e estrangeiros, mais aquela infeliz carne para canhão norte-coreana e, “last but not least”, toda a tropa fandanga de colaboracionistas, tristes órfãozinhos de pai tirano…
Que insistem na aberração lógica de acharem estranho que os outros não se voluntariem fisicamente para Kiev, embora eles não saiam do quentinho desta decadente democracia apesar de se trem obviamente voluntariado para Moscovo. É o sais. Fazem (enfim, tentam fazer…) o seu trabalhinho de sapa, de quinta-coluna, a mandar os outros e mais os norte-coreanos combater. Eles é mais tarefa administrativa e agit-prop.
A NATO alargou com dois membros pesos-pesados e vizinhos próximos do Neo-Império; a Alemanha deixou-se de indecisões; a Europa uniu-se como nunca perante a ameaça comum. Já que se defendam no sofá, em pleno século XXI, os estratagemas torpes de um cleptocrata assassino neo-imperialista e fomentador de guerras, isso, sim, é que é perder em toda a linha o respeito próprio e pela Humanidade.
Putin tem sofrido derrotas estratégias (e no terreno) em catadupa. Perdeu a Síria, que era semi-colónia russa. Viu o aliado Irão sofrer uma colossal humilhação, atingido no próprio território e no sul do Líbano. Vê hoje muito fragilizados os elos com a Arménia e o Afeganistão, que estavam na órbita de Moscovo. O candidato presidencial pro-russo na Roménia saiu derrotado. E viu a NATO alargar-se muito com a adesão das ex-neutrais Suécia e Finlândia. Junto à Finlândia, a Rússia acaba de “ganhar” mais 1200 km de fronteira com um país da NATO.
Sou capaz de apostar que não.
E montado num supositório.
Atómico, para proporcionar emoções mais fortes.
E um especial, embebido em vodka, para motivar ainda mais o Medvedev.
Para quem negociou mais que 200 acordos tarifários…
“Acordos tarifários”…
Isso é o quê?
Acordos sobre tarifas impostas a produtos importados.
Ultimatos são acordos?
A palavra chave era 200…
A palavra-chave é “ventoinha”: mandam-se coisas para a ventoinha, e a ventoinha semeia-as a esmo. Depois, desliga-se a ventoinha, 90 dias, ou o que der na bolha, ou o que seja preciso para ver como “os mercados” reagem, ou já nem reagem. Depois, volta a ligar-se a ventoinha.
Foram só 200? Muito abaixo das expectativas, o Agente Laranja consegue muito melhor do que isso.
Sao palavras escritas aleatoriamente, nada relacionadas com
https://www.politico.com/news/2025/04/25/t rump-200-trade-deals-time-interview-trad e-war-tariffs-00309294
Tem toda a razão em questionar, só ignorantes…
https://www.politico.com/news/2025/04/2 5/trump-200-trade-deals-time-interview-t rade-war-tariffs-00309294
Assim é só clicar. Vale a pena ler, de facto.
O Mundo está entregue a paspalhos desta estirpe que, no caso presente, além de um verdadeiro bronco, também terá como a aspiração suprema de se tornar num ditador. Vejam-se as sucessivas tentativas de limitar e até de suprimir a Justiça do seu país. Pena que não sejam só os Americanos a terem que o aturar.
Putin, nisso, é mestre.
A justiça já foi suprimida há 20 anos na Rússia.
Quem tiver dúvidas, ele explica. Através dos porta-vozes Medvedev, Latrov, Peskov, Costov e Brancov..
Costov e Brancov, que dupla!

Oficiais às ordens do Czar Vladimir.
O comportamento cada vez mais bizarro de Trump tem sido largamente ignorado, como diz o Guardian (e não só), pelas mesmas razões que o de Calígula o foi: é dali que emana o poder e o vil metal para a extensa corte que o rodeia e que, de facto, o suporta. Tem que estar gagá: fazer batota no golfe praticamente em directo é um evidente regresso à fase do bacio.
Nunca pensei pensar isto, mas até o Vance já me parece mais tragável. Pelo menos é invariante nas maluquices, sabe-se o mal com o que se conta, enfim, mais ou menos. Com este completo chalado do Trump, nunca se sabe que porcaria vai cair naquela imparável ventoinha e atolar-nos a todos.
Trump, prestes a abraçar o agressor da Ucrânia e assassino de Navalny, será galardoado com o Nobel. Da Ignomínia e da Desvergonha.
Se isso acontecer, será a descredibilização total dos prémios Nobel.
Espero que o respectivo comité nunca atribua ao Trump o prémio Nobel da Paz. Já bastou atribuírem-no antecipadamente ao Obama.
Trump mais facilmente ganha o da química. Nem preciso de explicar porquê.
Subscrevo, Zebra.
O primeiro mandato foi contido porque se rodeou de “políticos de carreira”. A sua base de apoio viu nisso o seu único defeito, efectivamente corrigido na equipa do 2⁰ mandato. Estão lá todos, dos evangélicos aos Heritages, com devido apoio financeiro dos Thiels. Foi nisto que a América votou, conscientemente.
O primeiro mandato correu tão bem que acabou derrotado. Por Biden.
Correu melhor do que correrá este
Mesmo com covid.
Não tenho a menor dúvida.
Estiverem bem caladinho com o declínio do Biden por aqui e principalmente pelas redacções que activamente negaram -e assim negaram a função principal do jornalismo- até ser tarde demais e como resultado da censura que implementaram os jornalistas perderam as eleições….
Afirmar duas vezes, em conferência de imprensa na Casa Branca, que vai reunir sexta-feira com Putin “na Rússia” (Alasca) é sinal de profunda argúcia, lucidez e acuidade do seu querido Donald.
Faça de conta que não vê, que não ouve e que não sabe. E prepare-se também para dar vivas ao camarada Putin. Vocês agora remam para o mesmo lado.
A alienação continua por aqui em força.
600M chamam nomes a 350M para os defender 140M…
Neville Trump vai encontrar-se em território russo com Adolf Putin. Para tentarem retalhar os despojos da Ucrânia.
Em Tugal não faltarão basbaques a bater palminhas. Como se fossem eleitores MAGA do Arizona, do Montana ou do Utah.
Haja a esperança de que a Luz ainda possa vir a tocar algumas alminhas “presas na caverna”, crentes indefectíveis na “taralhouquice” MAGA… Acreditemos, pois, que ainda seja possível a sua regeneração. Que a Luz não desista deles!
MAGA, só a Patalógica.
Dessa gosto e muito. Adoro a malvadez trapalhona, que nunca dá certo, de muitos pretensos “mauzões” da Banda Desenhada, desde a Maga Patalógica, passando pelos Irmãos Metralha e acabando no Coiote… Mas o meu preferido talvez seja o Muttley. O Rantanplan, que não é mau, é só um bocadinho tonto, também sempre me agradou muito…
Sim, vai ver Putin. Passa pela casa da Palin, de lá vê-se a Russia, faz sinal ao Vladimir, pega no jacto do Qatar (grande democracia e melhor organizador de torneios de bola), dá um saltinho a casa do amigo, bebem um vodka, e regressam a Anchorage já com tudo assinado, para as fotos.
Trump não bebe álcool. Só consome coca-cola.
Sim, se já consome coca e cola é melhor não exagerar… Nem a desculpa de ser bêbado tem para lhe justificar as anormalidades. Deve ser sífilis.
Diz que escapou “heroicamente” à sífilis, mantendo-se em Nova Iorque no final dos anos 60 e princípio dos anos 70, evitando a incorporação militar, à época obrigatória.
“A vida nocturna de NY foi o meu Vietname”, afirmou o actual “comandante chefe”, que nunca prestou serviço militar.
E que tripudiava alarvemente com os soldados que regressaram estropiados e doentes, e até com os que foram aprisionados ou mesmo mortos! Chegou a dizer coisas execráveis à frente das próprias famílias. Para ele, eram todos uns “losers” por se terem deixado apanhar. E pensar que votaram em semelhante imbecil para Presidente…
O que me custa mais é o declínio nos europeus. Fala-se em Ialta, quando 3 potencias discutiram o futuro da Europa. Só que nessa altura as 3 potências eram aliadas e estavam todas envolvidas na guerra. Neste caso só uma se envolveu (e é a agressora) e a outra a espaços quer ajudar ou quer acabar com a dor de cabeça.
Ialta não é a conferência que me vem à memória. Penso antes em Munique.
Também eu penso em Munique, 1938. Só.
A Europa há muito se demitiu do seu papel na diplomacia internacional.
Africa é hoje coutada de americanos, russos e chineses, embora os europeus continuem a ser os eternos “colonizadores “.
Balcãs foi o que foi, Kosovo é um narcoestado made by usa, no Iraque toca a seguir o Tio Sam, Israel e Médio Oriente nem se fala.
Verdade seja dita, Trump vocalizou o desprezo gringo pela Europa “socialista”. Como pagamento, esta vai endividar-se mais de modo a sustentar a economia bélica dos supostos aliados, com chancela do ex pacifista neerlandês convertido em falcão gastador.
Espero que já tenha feito as malas para fugir desta Europa “socialista”.
Creio que este encontro de baixo nível entre o bronco cor de laranja e o ditador Putin é uma oportunidade fantástica para a Ucrânia. Eu explico: Donald Trump vai levar um baile histórico, já que acredito que Putin não está disposto a mudar uma vírgula ao seu projecto de anexação, para além de que com tal atitude conseguirá humilhar Donald e aumentar o descrédito de que já goza perante o mundo civilizado. Ora conhecendo o animal, vaidoso, infalível negociador, avesso a tudo e todos que o contrariem, vai sair da reunião furioso e numa de vingança vai armar Zelensky até aos dentes com tudo o que a Ucrânia precisar para castigar Putin.
Vão chover mísseis no Kremlin. Até que enfim (tou certo, ou tou errado?).
Não tardaremos a saber.
A sua base de apoio discorda. Curioso como a Mãe Russia de repente não é o Papão da direita americana…
Mas os maguistas equiparam o zelenski ao putin pelo que tomar o seu partido não é linear
Trump recusou sempre visitar a Ucrânia, mesmo tendo sido convidado várias vezes por Zelenski. Isto diz quase tudo.
Os maguistas, a base de apoio do coveiro da democracia nos U.S.A., batem palmas a toda a casta de parvoíces ditas ou postas em prática pelo líder cor de laranja, a quem idolatram como carneiros que são. Se a reunião com Putin se saldar num fiasco, o que acredito que irá acontecer, a carneirada decerto se solidarizará com a indignação do Chefe e Zelensky será entronizado e Putin deixará de ser o “amigo” confiável.
O “tete-a-tete” Putin-Trump será um fiasco, antecipo já.
E deve ser enorme chatice para o golfista, habituado a frases com três ou quatro palavras e que nunca lê um texto com mais de dez linhas. Putin gosta de falar meia hora, tempo duplicado para efeitos de tradução – que às vezes se perde naquele emaranhado retórico cheio de tiradas delirantes.
O golfista nem paciência tem para o golfe. O método dele agora é ter um “colaborador” a plantar-lhe as bolas estrategicamente… O traste até no golfe faz batota, com fotógrafos por todo o lado! Chamar-lhe sociopata é um eufemismo.