O maior crime do século


Pedro Correia,

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Em quatro anos, Vladimir Putin enviou centenas de milhares de compatriotas para o matadouro na Ucrânia. Para quê? Conseguiu “conquistar” 0,75% da superfície desta nação soberana transformados em escombros e cinzas.

Carne para canhão, na maioria oriunda das regiões mais pobres e deprimidas da Rússia. Em nome da megalómana e alucinada tentativa do novo czar de reconstituir o defunto império soviético.

É, até hoje, o maior crime do século.

60 comentários em “O maior crime do século”

    1. Em 2012 já ele era criminoso. Tinha ordenado as chacinas na Chechénia e abocanhado parte da Geórgia. Preparava-se para engolir a Crimeia, torpedeando os compromissos e as garantias de Moscovo, mostrando ao mundo que nada do que dali viesse podia ser encarado com ligeireza. Muito antes de Trump, foi Putin a estilhaçar a ordem internacional construída no pós-guerra.
      Pensava atingir então a sua máxima glória. Enganava-se. Começou aí o seu declínio. Daí a capa ser premonitória. O grande jornalismo não trabalha para o dia seguinte: relata a História para as gerações seguintes.

      1. Grande jornalismo!? O The Economist haha… a capa demonstra que não percebem nada do mundo e assim vão continuar na bolha jornalista. È “só” 14 anos depois…

        Lembra o gozo dos jornalistas quando Sarah Palin disse que a Rússia era uma ameaça á Ucrânia..

      2. Pois, em 2012 já sabíamos isso tudo mas em 2026 o tipo não parece estar nada no fim… Os Russos viveram 40 anos na miséria depois da 2ª Guerra Mundial. Se calhar aguentam outro tanto. Aliás, que remédio têm eles.

        Os Polacos (conheço alguns) têm a certeza de que nem é Putin que faz a diferença. O que não falta na Rússia é gente muita gente muito perigosa para a qual as baixas não importam rigorosamente nada.

        1. Antes da queda do Muro da Vergonha, em Berlim, também não faltava gente (incluindo em Portugal) a jurar que aquilo estava de pedra e cal, destinado a durar gerações.
          Sabemos o que aconteceu.

    2. Pois se em 2012 a Economist assinalava o princípio do fim de Putin, enganou-se redondamente: estamos em 2026 e ele ainda está no poleiro.
      A Economist bem poderia antes assinalar o princípio do fim de muitos governantes europeus, em particular do Reino Unido… que têm caído como tordos, uns a seguir aos outros!

  1. Não é o maior. O maior (até agora) é em Gaza.
    E de que século? Do XXI? Ainda está no começo e não sabemos o que mais se seguirá.

        1. Gaza é como o salário mínimo nacional. Está a impedir coisas melhores. Além de que aqueles territórios tinham uma condição jurídica que a ONU resolveu ignorar quando decidiu que dois estados era uma boa ideia (nunca foi). Os terrenos em Gaza tinham donos, foram comprados.

          Mas para ser ainda mais claro: não considero que os muçulmanos tenham direitos adquiridos sobre a Palestina. A Palestina era o nome dado à Judeia pelos Romanos, não designava um povo ou um país. Aliás, a presença judaica, cristã e ocidental na Palestina tem mais de 3000 anos, contra 400 anos de ocupação muçulmana. As pessoas esquecem-se de que o Islão é uma religião messiânica, expansiva e totalitarista e de que os “Palestinianos” são uma fabricação recente do marxismo internacional aliado ao islamismo radical. Não existe, nunca existiu um povo palestiniano especificamente muçulmano. E como tal também não vejo a relevância ou a utilidade de existir um país chamado Palestina.

          1. “… os “Palestinianos” são uma fabricação recente do marxismo internacional aliado ao islamismo radical.”
            Exacto. E claro que nada tem a ver com amor à causa dos “palestinianos” eles mesmos apenas os idiotas úteis dos ayatolas persas. É tudo um incontrolado ódio aos “amaricanos” e aos Trumpes do momento.
            Curiosamente maleita que afecta desde idiotas úteis até fazedores de opinião pública.

          2. O V. agora fez-me lembrar o que disse o Zelensky numa entrevista muito recente, que não se importava nada de negociar com Putin, desde que ele não viesse com as “tretas históricas”…

            Eu fico-me pela dor que sinto, literalmente, no coração, quando vejo o que nunca pensei ver, fora de documentários históricos, em dias da minha vida.

            Fala muito de muçulmanos, mas eu sei que o V. sabe bem que existem muitos palestinianos que não são muçulmanos, são cristãos, e também lá estão a apanhar os filhos aos bocados do chão. Sabe bem que o que se passa pouco tem a ver com religião, pelo menos não com a deles, palestinianos.

            Seja como seja – e mesmo não tendo eu qualquer réstia de simpatia pelo Islão, nem enquanto religião, nem enquanto sistema de vida, e muito antes pelo contrário -, esse tipo de argumentação reconduz-me fatalmente aos tais documentários históricos de tempos de má memória, mas bem próximos, em que por se ser isto ou aquilo não se era gente, pelo que se impunham soluções finais para a necessária desparatização do espaço.

            A relevância ou utilidade de existir um país chamado Palestina nós até podemos não a ver, mas parece-me evidente que os palestinianos a vêem e há muito tempo. Aliás, tal como a viu o outro interessado maior, o futuro Estado de Israel, quando aceitou e assinou os acordos de partilha de 1947.
            Ah, mas os terroristas e tal, já sabemos.

            É com bastante tristeza que o digo, mas tudo isto me faz lembrar a situação da Ucrânia, sobre a qual também há quem diga que não tem relevância ou utilidade enquanto país, que também “nunca existiu”. Ou que se ache justificado por pretextos ínvios de “nazismos” e “russofobias”, mas na realidade apenas estribado no simples uso da força bruta, para trair acordos e tratados que, muito provavelmente, nem nunca pensou cumprir.
            Ah, mas o Bandera e tal, já sabemos.

            “Fabricados” ou não, falamos de gente de carne e osso, que sofre horrivelmente perante os nossos olhos.
            Quero dizer, perante os meus, pelo menos; que feliz ou infelizmente, não padeço de cegueira de nenhuma espécie.

  2. Putin conquistou 0,75% da Ucrânia? Tenho ouvido dizer que a Rússia atualmente ocupa cerca de 20% do território pré-2014 da Ucrânia…

    1. Uns comentadores deste blogue só escutam o deputado Frazão. Outros, como você, só escutam o major-general Kostov, porta-voz do Kremlin na CNN-P.
      Segundo esse, Kiev seria “conquistada” em oito dias e Zelenski já se teria até refugiado no Ocidente. Quatro anos depois, a propaganda desmentida pelos factos cobriu-o de ridículo.

      1. O Nuno Rogeiro, no “Leste-Oeste” de hoje, trouxe um vídeo de um dos maiores e mais insuspeitos especialistas na matéria, o defunto Prigozhin; e onde este explica, até com bastante detalhe, quem incentivou e a quem interessou realmente a invasão da Ucrânia, passando também pelo mito da “desnazificação”.
        Muito pedagógico – para quem queira aprender, evidentemente, que não para os que se contentam com mitos e pós-verdades.

    2. Pois, e até já ocupou 100% da Ucrânia pré-1991…

      O Putin não conquistou nada, balio. Compreende-se a tentativa, aliás canhestra, de tentar normalizar como definitivo o que é em si mesmo transitório. Porque na Ucrânia ou em qualquer outra geografia que seja, os “territórios ocupados” é apenas isso que são, partes de um país ocupadas, mas que continuam a fazer parte desse país.
      É aquela fulcral diferença entre territórios “conquistados” e “ocupados” que os putinistas preferem fingir que não vêem, uma vez que Putin de conquistas percebe pouco, ele é mais de ‘pretextos sudetas’, ataques à traição e negociatas de judas.

      Mas enquanto existir resistência, enquanto não houver rendição, não há conquista: só ocupação. E o mesmo se diga na frente interna: fraco é o poder que tem que recorrer sistematicamente ao assassínio para “conquistar” o seu povo; mas também a esse não o conquista, apenas o ocupa.

      A Crimeia ocupada, o Donbass ocupado e mais o Donbass que o Putin não consegue ocupar pela força militar, por mais russos que mande para a morte; nem consegue abocanhar por manobras de bastidores, por mais cozinhados que tenha feito com o outro sociopata no Alaska – é tudo território ucraniano, 100%.

      Slava Ukraini!

  3. sem perder a face, depois de desacreditado, não encontra maneira de mandar as sobras da tropa para casa e pagar os estragos

    1. Já só tem sobras, depois de recorrer a norte-coreanos e sul-africanos. Agora importa desgraçados do Quénia para irem morrer por ele na Ucrânia.
      Mais de um milhão de baixas depois – entre mortos, feridos, estropiados e “desaparecidos em combate”. Em apenas quatro anos.

  4. O Recrutamento

    Um gabinete em Omsk. Paredes descascadas. Um oficial que não vê um dentista desde a Perestroika e um rapaz de 19 anos que acha que a guerra é como o Call of Duty, mas sem o botão de respawn.

    Recrutador: Nome?
    Recruta: Yuri, senhor. Vim de Buryatia. Dizem que há bónus para quem se alistar…
    Recrutador: Bónus? Yuri, vais receber o maior prémio de imobiliário da história. Vais ser dono de dois metros quadrados na Ucrânia a sete palmos de profundidade.

    Recruta: Mas o meu primo disse que íamos libertar o povo e restaurar o Império…
    Recrutador: O Império? Yuri, olha para mim. O Putin quer ser o Pedro, o Grande, mas até agora só está a conseguir ser o Vladimir, o Coveiro. Estás a ver este mapa? Aquela manchinha ali que parece um resto de ketchup? É o que conquistámos em quatro anos. Custou 200 mil gajos. Faz as contas: a este ritmo, quando chegarmos a Kiev, a Rússia já só tem velhas e gatos.

    Recruta: Mas e o treino? E o equipamento?
    Recrutador: O treino é correres para a frente até ouvires um drone. O equipamento é esta caneca e uma vassoura. Se vires um tanque, não te assustes: é um T-54. Tem a tua idade, mas em anos de cão.

    Recruta: (Hesitante) E se eu… se eu não voltar?
    Recrutador: Se não voltares, a tua mãe recebe um saco de batatas. É uma troca justa, Yuri. Um filho por um tubérculo. Assina aqui.

    Recruta: Mas senhor oficial… 0,75% de terra? Vale a pena?
    Recrutador: Cala-te e assina. O Putin não quer saber da terra, quer o nome nos livros de História. Próximo!

  5. Acabei de ver informações relacionadas
    com conflitos com plataformas digitais,
    nomeadamente o apagamento de conteúdos,
    como a MEO PORTUGAL / ALTICE pretende
    fazer com todos os blogues alojados
    em blogs.sapo.pt (plataforma SAPO).
    Vi na “RTP notícias_”, dentro do espaço
    publicitário.
    Ver em anacom-consumidor.pt e divulgar.

    A única maneira de impedir o apagamento
    dos conteúdos que estão em blogs.sapo.pt
    (refiro-me a todos os blogues, incluindo os
    que não têm actividade, e não apenas ao
    DELITO DE OPINIÃO) é o recurso à Lei…

    Pode-se meter uma providência cautelar,
    legalmente muito bem fundamentada,
    esperar que seja aceite e ficar a aguardar
    o resultado, que pode ser favorável a quem
    a meteu ou a essa empresa.
    Qualquer bloguista ou comentador pode
    processar a MEO PORTUGAL / ALTICE
    por apropriação ilícita de propriedade
    intelectual, perdas e danos (em caso de
    impedimento do acesso e em caso de
    apagamento dos conteúdos), entre
    outras hipóteses / situações.

    Dar conhecimento à comunicação social,
    em Portugal e em outros países, e não
    limitar a luta aos blogues e às redes sociais.

    O abaixo-assinado que foi criado, por si só,
    não impede a MEO PORTUGAL / ALTICE
    de prosseguir os seus intentos.

    Seria útil que uma petição fosse debatida
    na Primeira Comissão (Direitos, Liberdades
    e Garantias) da ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
    e no plenário da mesma. Essas hipóteses
    exigem um mínimo de assinaturas. Conhecer
    algum Deputado (m/f) também seria útil…

    Existem advogados e advogadas especialistas
    neste tipo de situações…
    Recomendo uma consulta em:
    http://www.in-lex.pt
    “In-Lex ANUÁRIO das Sociedades de Advogados”
    (publicado em papel pelo JORNAL DE NEGÓCIOS).

    A “Equipa SAPO”, ao aconselhar bloguistas
    a migrarem os seus blogues para outras
    plataformas, está a colaborar com a referida
    empresa… Na MEO PORTUGAL / ALTICE
    sabem que é crime apagar conteúdos sem
    a autorização das autoras e dos autores
    dos textos, o mesmo em relação às autoras
    e aos autores dos comentários… Por isso,
    arranjaram uma maneira, digamos airosa,
    de serem os bloguistas a irem-se embora
    sem espalhafato e agradecidos por terem
    a ajuda da “Equipa SAPO”. Avisados do fim
    próximo de blogs.sapo.pt (Junho de 2026)
    e do apagamento total dos conteúdos
    de todos os blogues (Novembro de 2026),
    os bloguistas estão em debandada para
    outras plataformas. Conformados com
    a situação, ainda acorrem a agradecerem
    a ajuda. Nem sequer percebem que estão
    a fazer exactamente o que essa empresa
    quer: irem-se embora agradecidos…
    Os blogues e os respectivos comentários
    (se existirem) poderão ser considerados
    abandonados, se continuarem alojados
    em blogs.sapo.pt, podendo ser apagados
    se não houver oposição por parte dos
    seus legítimos proprietários…

    Muitos bloguistas (m/f) são clientes MEO.
    Muitos comentadores (m/f) são clientes MEO.
    Será que vão continuar a ser?…

    A resistência é pífia.
    Talvez por conformismo.
    Talvez por ignorarem a Lei.
    Talvez por falta de líderes…

    A MEO PORTUGAL / ALTICE
    agradece a colaboração…

    Nota – Sugiro que sejam publicados textos
    semanais sobre o assunto, variando o autor
    (m/f), para serem comentados e debatidos.

    ***************************************************

    O texto anterior é despropositado face ao que
    o Pedro Correia escreveu sobre o Putin?
    Não é.
    Passo a explicar.
    Sigam o meu raciocínio.
    Trata-se de uma analogia.
    A MEO PORTUGAL / ALTICE é a poderosa
    atacante e reclama a posse do que não
    lhe pertence, arrogando-se o direito de
    administrar os despojos e fazer com
    eles o que quiser, incluindo proceder
    à sua destruição…
    Os autores, as autoras, os comentadores
    e as comentadoras que resistirem, são
    os heróis e as heroínas…

    João Barros da Costa

    1. Rectificação…

      A designação correcta da Comissão indicada é:

      COMISSÃO DE ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS,
      DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS

      e não Direitos, Liberdades e Garantias como,
      por lapso, escrevi.

      Adenda…

      Essa Comissão tem um Grupo de Trabalho
      para Audição de Peticionantes e Audiências.

      João Barros da Costa

  6. O maior crime do seculo foram as explosoes do north stream e a ideia de cortar com a energia russa!! Porque a russia pretender tomar parte da Ucrania e natural! Alguem de juizo no lugar pensa que a Russia iria abandonar as suas gentes na Ucrania!! ???

    1. A Rússia?
      Putin não é a Rússia.
      Quem ordenou a invasão da Ucrânia e a morte de dezenas de milhares de civis na Ucrânia – incluindo muitos russofalantes – foi Putin.
      Quem enviou centenas de milhares de russos para a morte na Ucrânia, nestes quatro anos, não foi a Rússia – foi Putin.
      Putin não é a Rússia.

    1. Foi e continua a ser.

      E tem toda a razão, sim senhor. Muitos cabides de arame e varetas de chapéus de chuva ficaram sem emprego.

        1. Espero não lhe ter dado nenhuma novidade triste… Esqueci-me das bombas de bicicleta, e aproveito a oportunidade para reparar a injusta omissão.

      1. Sempre a aprender com quem sabe! Sabia que abortos clandestinos eram praticados em circunstâncias deploráveis mas nunca imaginei que se utilizassem arames de cabides e varetas de chapéus-de-chuva.

        1. E bombas de bicicleta, não esqueça as bombas de bicicleta.
          Tudo métodos dos desesperos dos bons velhos tempos do passado, evidentemente – há estudos sobre a matéria, se quiser aprender com quem sabe melhor ainda do que eu.
          Dessas “circunstâncias deploráveis” clandestinas já só vão subsistindo alguns casos de beber mezinhas venenosas, levar enxertos de porrada ou deitar o recém-nascido para a sanita.

          Mas o maior crime contra a humanidade é a pílula do dia seguinte, por unanimidade e aclamação.

  7. Putin não fugirá à profecia de Mahatma Gandhi:
    “Sempre houve e há tiranos e assassinos e, por algum tempo, até parecem invencíveis, mas, no final, sempre tombam… sempre!”

    1. Sim, mas o que se observa é que os dirigentes das democracias tombam ainda muito mais depressa.
      Veja-se em especial o que tem acontecido aos dirigentes do Reino Unido nos últimos anos. Têm tombado a um ritmo impressionante, e todos por boas razões.

      1. Todos por boas razões, diz muito bem. Mas aí chama-se “democracia a funcionar” e não “enterrar a concorrência”…

  8. 1- a rússia só pretende 10 % do território “ucraniano” . quereria dizer 7.5% ? porque ,
    2- “De acordo com as informações mais recentes de fevereiro de 2026, a Rússia controla aproximadamente 88% a 90% da região de Donbass .

    O Donbass é composto por duas províncias (oblasts) no leste da Ucrânia: Donetsk e Luhansk. Para ser mais preciso:

    Região de Luhansk: As forças russas controlam quase a sua totalidade .

    Região de Donetsk: As forças ucranianas ainda mantêm o controle de aproximadamente um quinto (20%) do território, que inclui áreas fortificadas importantes .

    Este número de 88-90% representa o total combinado das duas regiões e é citado tanto por estimativas dos EUA quanto por fontes de dados abertos . É importante notar que a linha de frente ainda é dinâmica, com combates em andamento, especialmente na região de Donetsk”

    em que raio de sítios é que vai procurar informação ? ao site do zelenski?

    1. “A Rússia” não “pretende” nada, excepto paz.
      O genocida russo pretende tudo, mas Putin não é a Rússia. Pelo contrário, ele é anti-Rússia. Porque manda centenas de milhares de russos morrer na Ucrânia. Mais de 300 mil em quatro anos.

    1. Os dados sobre a ocupação do território remontam a estes quatro anos de invasão maciça de solo ucraniano por ordem expressa de Putin.
      Cerca de 0,75% de território da Ucrânia pelo preço de cerca de 330 mil cadáveres russos.
      Para o ditador de Moscovo, uma vida humana não vale nada. Excepto a dele próprio.

  9. A guerra dura à 12 anos, não à 4. A Ucrânia resistiu durante 8 anos sem apoio ocidental e continua a resistir apesar do apoio ser a conta gotas. Se os ucranianos fossem como alguns que escrevem por aqui, putin já estava em Kiev. A dignidade não se compra na Temu, e há por aqui alguns que tinham que gastar uma fortuna para a obter. Não existem territórios con quistados, apenas existem territórios roubados. Por aqui também existem alguns que se identificam com o outro que andava a roubar malas no aeroporto. Putin irá passar á história. Outros iguais ou piores surgirão naquela terra onde a história ensina que convém ter sempre debaixo de olho.

  10. Para provar que pode fazer o que bem entender, porque tem poder, porque precisou de reafirmar que tem domínio sobre os que o apoiam, porque se quis manter como o principal opositor aos EUA, porque a lógica não faz parte da agenda política, e muito menos os direitos humanos.

    1. E para isso provoca a maior carnificina em solo europeu desde a II Guerra Mundial. Com cerca de 2 milhões de baixas de ambos os lados e meio milhão de vítimas mortais, incluindo cerca de 330 mil mortos russos.

  11. Os ataques a kiev são a versão moderna do blitz que o Reino Unido sofreu durante a segunda grande guerra.Tal como Hitler, Putin será derrotado. Do lado dos derrotados, figuração os miseráveis cúmplices da ignomínia. Aqueles que patéticamente corrigem a a percentagem dos territórios roubados, num desejo secreto e cobarde de que tal percentagem fosse ainda maior. São os zombies que sobraram do defunto PCP e os atrasados mentais do Chega, adoradores do querido líder fasciszoide, fomentado e patrocinado pelo criminoso de guerra Vladimir Putin. Serão recordados como o podre da história, tal como os europeus simpatizantes e apoiantes do regime nazi são. Força Ucrânia! Até à vitória final.

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