O meu livro anda por aí


Pedro Correia,

Hoje na papelaria-tabacaria Tabak, no Continente de Telheiras (Lisboa)

 

Ontem num quiosque de Algueirão-Mem Martins (imagem do Jornal Nacional da TVI)

4 comentários em “O meu livro anda por aí”

    1. Zebra, nada farei sem abordagem prévia de quem edita.
      “Escrever para a gaveta” Foi um mito que se gerou noutros tempos, bem diferentes destes. Mais mito do que realidade, como os tempos comprovaram.
      Não tenho a menor dúvida de que hoje há muito mais gente a escrever para a tal “dama” de porte duvidoso.

      Eu para a gaveta não escrevo.
      Escrever, faço-o sempre.
      Este blogue serve apenas para aquecer motores. O que é extremamente útil, reconheço. Já publiquei três livros que nasceram aqui.

      1. Nenhum escrito existe sem leitores, e isso da gaveta… Só o Kafka, e mesmo esse só é “o Kafka” por o terem desengavetado, ainda que contra sua vontade mas felizmente.

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