
Hoje na papelaria-tabacaria Tabak, no Continente de Telheiras (Lisboa)

Ontem num quiosque de Algueirão-Mem Martins (imagem do Jornal Nacional da TVI)

Hoje na papelaria-tabacaria Tabak, no Continente de Telheiras (Lisboa)

Ontem num quiosque de Algueirão-Mem Martins (imagem do Jornal Nacional da TVI)
Então e o prometido próximo, também “anda por aí” ou há bloqueio criativo?
Zebra, nada farei sem abordagem prévia de quem edita.
“Escrever para a gaveta” Foi um mito que se gerou noutros tempos, bem diferentes destes. Mais mito do que realidade, como os tempos comprovaram.
Não tenho a menor dúvida de que hoje há muito mais gente a escrever para a tal “dama” de porte duvidoso.
Eu para a gaveta não escrevo.
Escrever, faço-o sempre.
Este blogue serve apenas para aquecer motores. O que é extremamente útil, reconheço. Já publiquei três livros que nasceram aqui.
Nenhum escrito existe sem leitores, e isso da gaveta… Só o Kafka, e mesmo esse só é “o Kafka” por o terem desengavetado, ainda que contra sua vontade mas felizmente.
E havia Pessoa a escrever para a arca.
Sou do mesmo signo, mas isso não faz o meu género.