Quando o presidente do PSD é alguém que não é da minha facção?
Disponho de total liberdade de expressão para dizer tudo o que bem entenda, independentemente das consequências políticas. A conversa sobre factos hostis não tem pés nem cabeça. Aliás, se alguém vier com essa argumentação, no fundo não é um verdadeiro democrata e o PSD, como se sabe, sempre foi um partido plural e tolerante.
Quando o presidente do PSD é alguém da minha facção?
A liberdade de expressão é um luxo que não se pode tolerar a quem ousa divergir. Se querem opinar saiam do PSD. Era o que mais faltava alguém pensar pela sua própria cabeça e, sacrilégio supremo, divergir da linha justa. A linha justa, bem entendido, é a minha. Se vocês respiram é porque eu vos deixo. O simples acto de pensarem, ainda que em silêncio, se não estiver de acordo com a linha justa pode (e deve) ser encarado como um facto hostil. Os factos hostis têm de ser isolados e eliminados. Naturalmente, continuo a defender um partido plural e tolerante. Plural e tolerante dentro da minha linha justa.

E agora escrevam cem vezes: O PARTIDO SOU EU
Muito bem. A ver se vos entra nessas cabeças duras, companheiros. Eu disse companheiros?!! Camaradas, é o que vocês todos são. CAMARADAS, ouviram?!!
a mim começa-me a parecer que os passista estão a adoptar a tecnica da vitimização!! não nos deixam falar, não nos compreendem, ainda nos perseguem, não existe liberdade … bahhhhh !!!! tadinho do Pedro Passos Coelho, alem de “oco”, se adoptar esta estratégia, é “aldrabão”!
quem vai à “guerra” dá e leva… (interpretação segundo os passistas – quando vão à guerra e dão, é liberdade de expressão, quando levam, é perseguição!!, “toinos”…)
E que temos nós a ver com isso?