A actual administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) pode estar por um fio. Não chegava o ‘caso Cimpor-Manuel Fino’, que está a aquecer, e agora ainda há quem queira conhecer os contornos de dois outros negócios anteriores nunca bem esclarecidos, um com Joe Berardo e o outro com João Rendeiro. A CGD não quer explicar, dizendo que estão ao abrigo do «segredo bancário». Deve ser moda. Se for como o segredo de Justiça, em breve surgirão parangonas.
O país dos segredos
João Carvalho,

Ora, como todos sabemos, o segredo é a alma do negócio. E um negócio de segredos… é o verdadeiro “negócio dos negócios”. O que já não me parece um grande negócio, é o de um “Fino” a aquecer… Por outro lado, os dois anteriores, já devem estar mais que frios,… gelados, já! Será que nos vão servir um frost Berardo” e um frost Rendeiro”? Nunca se sabe e a CGD , pelos vistos, também não. É segredo e o segredo é a alma do negócio… Do bancário e do “outro”, também.