O presidente que temos?


João Carvalho,

«O presidente Jorge Nuno Pinto da Costa é o melhor gestor que temos em Portugal.»

(Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal, SIC-Notícias.)

13 comentários em “O presidente que temos?”

  1. O rapaz está tão convencido do que disse (e repetiu várias vezes) que deve ter-se esquecido da dívida monumental à banca que o FCP, SAD tem de pagar até ao fim do ano e não sabe como.
    O País teve sorte: Pinto da Costa ficou-se por ‘gestor’ (?), em vez de chegar a banqueiro…

    1. “…deve ter-se esquecido da dívida monumental à banca que o FCP, SAD tem de pagar até ao fim do ano e não sabe como”.

      Desculpa, mas não estou a perceber! Então não são precisamente estes os atributos de um «bom gestor»?
      Lembrar-se do essencial e esquecer o «acessório»…
      Elementar, meu caro Watson…

    1. Eu sei e não tenho dúvidas, Carlos. Mas, francamente, a gente lê com atenção o que o homem traz escrito na testa e não é possível fazer uma declaração daquelas. Repetida à exaustão, tratando-o por presidente e chamando-lhe gestor! Concordas?

      1. Gestor, é, agora bom, tenho dúvidas. Aliás, sendo portista empedernido ( grande vitória ontem em Matosinhos, carago!) faço parte do grupo que critica a gestão do PC., por falta de transparência e negócios que se têm evelado ruinosos para o clube. Não tenho dúvidas que no dia em que PC se for embora, o FC Porto vai enfrentra uma gravíssima crise. Mas isso também vai acontecer ao país , não tarda nada, não é verdade?

  2. Só falei uma vez com Pinto da Costa (a única vez em que me mandaram fazer futebol e eu fui às Antas tentar confirmar se Futre ia assinar pelo FCP e o homem disse-me que não e, afinal, estava na sala ao lado a assinar). Não tenho grandes ligações ao futebol. Não sei se o homem é ou não bom gestor (na vida privada parece que não foi). Mas uma coisa é certa: ele sabe de futebol como mais ninguém. Não sei se isto pode considerar-se um elogio, sabendo-se como funciona o futebol. Mas não creio que isso preocupe os aficionados. Não sei se era isso o que Pedro Marques Lopes queria dizer, da forma quase reverente como o fez.

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