
JOÃO COTRIM FIGUEIREDO:
«Ainda bem que entra ao ataque, que é para poder responder da mesma maneira.»
«Eu nunca disse que o Luís Marques Mendes me tinha contactado. Nunca falei em si.»
«Não vou dizer nomes, porque para mim isso não é essencial.»
«Escolheu este assunto para abrir o debate, está a dar-lhe extrema importância. Vou tomar isto como um elogio. É muito revelador que escolha começar por aí.»
«Sei que vai sair um livro seu, em que resume os 18 anos desde que saiu do Governo, até hoje, em cinco páginas. A vida profissional de pessoas, os contactos e as relações que tiveram são ou não são importantes para um Presidente da República?»
«Tem alguma coisa a esconder?»
«Não tenho uma carreira política de 50 anos nem a experiência de Luís Marques Mendes, mas tenho muita experiência noutras áreas. E tenho uma visão relativamente à sociedade portuguesa muitíssimo mais moderna e arejada.»
«Já o ouvi propor incluir um jovem no Conselho de Estado, [mas] não é isso que vai dar destaque à juventude.»
«Sou o candidato que fala em crescimento económico.»
«Luís Marques Mendes é membro do Conselho de Estado, ininterruptamente, desde 2002, 2003… E mesmo assim continuamos com estes problemas todos.»
«Promulgaria esta legislação laboral nesta versão mais recente.»
«Os candidatos têm a obrigação de dizer o que pensam. [Mendes] não disse se promulga ou não. Eu disse claramente que promulgaria.»
«O papel do Estado como garante da segurança das pessoas em situações de desespero, eu defendo-o tanto ou mais do que o Luís Marques Mendes.»
«A banca comercial já nos custou muito. Houve quase 30 mil milhões de euros para resgatar bancos em Portugal.»
LUÍS MARQUES MENDES:
«Queria confrontar Cotrim Figueiredo com estas perguntas muito simples e concretas a exigir também respostas muito concretas. Quando é que eu falei consigo a pressionar para a sua desistência? Ou quem foram as pessoas que em meu nome o pressionaram? Não se fazem acusações destas sem apresentar provas.»
«Não se fazem acusações desta gravidade da forma ligeira como as fez. Ou se fazem acusações e se provam ou não se fazem acusações.»
«Quem não deve não teme e quem não se sente não é filho de boa gente.»
«É uma acusação não só grave como é feia. Mesmo os seus eleitores não gostam. Ninguém gosta.»
«O senhor comporta-se como uma espécie de André Ventura envergonhado. Isso não o recomenda para Presidente da República, até o desqualifica. Portanto, a sua palavra não é para levar a sério.»
«Tem alguma coisa a acusar-me? Diga. Responda!»
«Isto é uma tentativa de assassinato de carácter. Eu fui talvez a pessoa mais escrutinada nos últimos anos.»
«Em algumas coisas da sociedade e do Estado, são precisos consensos. Na justiça, no combate à corrupção…»
«Um Presidente da República tem um poder moderador e tem de ser moderado. Mas não [tem] de ser mole nem frouxo.»
«O Conselho de Estado é o único órgão político em Portugal que junta à mesma mesa o Presidente da República, o primeiro-ministro e o líder da oposição. Reúne quatro vezes por ano. Ter um jovem no Conselho de Estado é uma oportunidade para dar voz aos jovens.»
«O Governo tem todo o direito, toda a legitimidade, de fazer esta reforma [laboral].»
«Em sou muito mais ambicioso no plano social do que o João Cotrim Figueiredo.»
«Não podemos estar à espera que o mercado vá resolver os problemas dos idosos, dos pensionistas e dos reformados. A intervenção do Estado é fundamental.»
«Cotrim Figueiredo defendeu a privatização a 100% da Caixa Geral de Depósitos. Isto significaria que a Caixa iria provavelmente parar às mãos dos espanhóis. É o grande fusível do nosso sistema financeiro. Se o fusível quebra, pode ser um problema sério.»
Excertos do debate ocorrido anteontem à noite na TVI e na CNN Portugal, com a habitual moderação hesitante e gaguejante de José Alberto Carvalho.

Não interessam ao menino Jesus. Não dizem nada de jeito e ainda por cima não percebem nada de bola. Marques Mendes até podia ter sido uma espécie de Rui Barros da política, mas ao que dizem tem o pé chato. O Cotrim era bom mudar de cabeleireiro para lhe refrescar o penteado e as ideias.
Mostre este seu comentário ao Almirante. Ele deve gostar.
Portugal corporativo da greve geral a
ambulare per funem ou andar na corda bamba.
Seneca in Epist, LXXX, 41
Quatro dias de greve na administração pública? Soneca em vez de Séneca.
Gostei do José Alberto Carvalho não sei porque é que as pessoas não reparam nele. Não tenho dúvidas que daria um bom presidente da república, está ao menos não esconde nada na careca.
Talvez desse um bom presidente dos PGP (Pivôs Gaguejantes de Portugal).
🇪🇸 O Eletricista
Um eletricista espanhol, de nome Juan Lope de la Pólvora, aparece com um fusível (El Gran Fusible) na mão, à procura do centro de controlo.
Juan: “Por favor, ¿dónde está la caja de los grandes fusibles? Un señor en la televisión dijo que si se rompe es un problema muy serio. ¡Yo soy de Endesa y vengo a mirar si el fusible está en manos de la competencia o de algún liberal que quiere romperlo!”
Está visto que se privatizassem a CGD, a única pessoa que se importava com o fusível (que, pelos vistos, é a única coisa que segura as finanças do país) seria um espanhol. E mesmo ele só estava a perguntar onde era a caixa.
Estou parva de todo com estes homens. Nem que andassem sem cuecas na feira da ladra, eu ia olhar para eles.
Como sabe que não têm cuecas?
Deve ser porque anda tudo muito soltinho.
Anda tudo “soltinho”? Talvez isto alivie: l-250/
https://www.tuasaude.com/probiotico-u
É por isso temos que votar no candidato Manuel João Vieira. Eu quero um Ferrari e via verde para ir às meninas.
As meninas já esgotaram. Agora só meninos.
Pedantismo ou nóia à escolha, para quem gosta.
Dor de cotovelo – ou noutra parte qualquer.
são precisos consensos
Esta gente não aprende gramática. “É preciso consensos”.
Cada qual saberá do que precisa.
Continuo na minha — a 2a volta vai ser o Ventura mais o Almirante
(Mesmo que o Micron vença o debate com o marinheiro)
Salvo sismo de enormes e surpreendentes proporções, o próximo PR será Marques Mendes ou Gouveia e Melo.