O Ministério das Finanças divulgou um comunicado para dizer que o aval prestado para socorrer o Banco Privado Português serve para assegurar os depósitos comuns, mas que o Estado não irá responsabilizar-se pelos resultados mal sucedidos da ‘gestão de fortunas’ (as carteiras de investimentos), por serem operações privadas de reconhecido risco contratadas entre o banco e os investidores de património; por isso, não cabe ao Governo garantir estas. Pudera! Alguém tinha dúvidas? Chama-se a isto um comunicado sobre o óbvio.
Obviamente, comunico-o
João Carvalho,

A armada financeira
de invencível não tem nada,
a gestão trapaceira
tem sido copiosamente irrigada.
Um submarino vai ao fundo,
mas outros seguirão,
a especulação nesse mundo
os mexilhões lixarão!
João,
Sabe que os “depósitos comuns” também são “operações privadas de reconhecido risco entre o banco e os investidores de património”. Se eu deposito o dinheiro num banco, tenho de ter noção do risco que estou a assumir ao colocar as minhas poupanças a ser geridas por outra pessoa. O problema é que gostamos de nos esquecer destes pequenos detalhes…
Cumprimentos
Claro que sei e faz sentido. Reconheço que os contratos para operações de especulação são distintos e é a isso que o ministério se refere, mas qualquer operação entre um banco e um cliente é de natureza privada e inclui risco.
acho mal!
Como o dinheiro que lá está, dessas grandes fortunas, já foi nosso, ao menos que tratem bem dele.