25 de Fevereiro, RTP 3:
«[Os ucranianos] não devem conseguir resistir muito mais tempo.»
«Foi quase totalmente neutralizada a capacidade de defesa anti-aérea porque os seus sistemas – que até eram de origem russa – foram eliminados praticamente pelos russos.»
«Há algum desespero por parte das forças ucranianas – não deles, mas pelo menos dos seus líderes.»
«Quando se fazem apelos – que eu acho incrível que se façam – à população civil para usar cocktails Molotov e kalachnikovs contra carros de combate, contra forças extremamente bem equipadas e armadas, é mandar essas pessoas para a morte. (… ) Um cocktail Molotov contra um destes carros de combate modernos é como um mosquito a picar um elefante. Não é uma atitude digna.»
«Depois de as forças ucranianas estarem praticamente cercadas e sem capacidade de reabastecimento, terão de se render.»
«Eu sou um bocado diferente. Toda a gente gosta de pôr a culpa no Putin. Eu acho que os líderes ocidentais, sobretudo, incentivaram este governo ucraniano. Os Estados Unidos venderam-lhes 600 milhões de dólares de armamento… contra a Rússia, por amor de Deus! Para mim, os líderes ocidentais, a NATO, o Presidente americano, o senhor Boris Johnson e a União Europeia tiveram um comportamento também nas bordas do criminoso, tão mau como o do Putin.»
«O momento em que o Presidente Putin fez o discurso dele, até esse momento eu sempre pensei que iam aceitar algumas das condições que ele tinha posto.»
«Durante oito anos andou-se a insistir do lado russo para que os acordos de Minsk fossem cumpridos. A França e a Alemanha, que foram testemunhas dessa assinatura, nunca fizeram pressão nenhuma sobre a Ucrânia para cumprir a sua parte dos acordos de Minsk.»
«Se têm cumprido aquilo que estava assinado e acordado entre a Ucrânia e os separatistas, não tinha havido nada disto.»
«Putin é tudo menos louco. E é uma loucura da nossa parte se o formos provocar.»
«O Ocidente agora lava a sua consciência e diz: “O homem é um facínora, é mau.” Não! A União Europeia tem grandes culpas quando derrubou um presidente que tinha sido eleito, que era o presidente legítimo da Ucrânia. Quem é que ajudou a depor o Ianukovitch? Foram os EUA e foi a UE.»
«Agora o mau é o Putin… por amor de Deus!»
«Quando o puseram num beco sem saída, o que é que ele fazia a seguir? Tinha de atacar a Ucrânia, obviamente.»

Mas estes militares ainda estão em serviço, ou reformados?
Estão aposentados.
Mas recebem dinheiro na conta depositado pelo Estado português no dia 18 de cada mês.
De Alexandre Guerreiro jovem comentador pro russo que é uma vergonha nacional nem uma palavra. O problema é só dos militares que pelos vistos estão a tirar o trabalho aos jornalistas. Tenha dó!!!
Deixa estar, Guerreiro. Não sintas ciúmes. Também vai chegar a tua vez.
Ainda não consegui perceber porque há tantos Putineiros em Portugal.
Até admira como o PC teve tão poucos votos,.
São todos funcionários públicos, todos reformados antecipadamente por invalidez aos 40 anos. Não são aleijadinhos (se exceptuarmos a cabeça) mas é um truque recorrente para sacarem milhares de euros por mês ao Estado, sem nunca terem feito a ponta de um corno e sem nem nunca terem pegado sequer na merda de um canivete.
Estes ‘militares’ para quem abandonar a bandos armados os portugueses em África será uma das suas glórias, o Putin promover a independência dos seus colonos na Ucrânia é uma nobre missão!
A UE e os USA são autores de tudo que justifique o Putin, mas as acções da Rússia não contam para coisa alguma, e a vontade dos ucranianos só conta para os desacreditar por correrem com um presidente subserviente a Moscovo e elegerem dois outros em eleições livres.
Onde está o poder está a razão, se é provável função do militar, traduzida em opinião define um escravo.
nem só os frangos são de aviário.
Ali, o cómico, deixou discípulos.
[…] é como um mosquito a picar um elefante. Não é uma atitude digna.
LOL. Que grande boi. Um boi fascista.
O V. continua delirante, nem sabe que já pode ir ao hospital qualquer tratar-se da mona.
‘Raul Luís Cunha foi Conselheiro Militar do Representante Especial do Secretário-Geral da ONU para o Kosovo, liderando cerca de 50 observadores de 26 nacionalidades diferentes entre 2005 e 2009. Atualmente reformado, o Major-General, que foi também juiz militar, dedica-se agora a um doutoramento em História e Estudos de Segurança e Defesa no ISCTE, em Lisboa. ‘
As TVs nunca mais arranjam um ‘major-general’ para contar as vitórias do exército ucraniano e as derrotas dos invasores do putin. Isto é que era como deve ser, mesmo que cometessem
contra informação prejudicando os ucranianos
Basta ser do ISCTE para estar tudo estragado. Não me diga que você, x, também é do ISCTE?!!
Se alguém tinha dúvidas sobre a ideologia política de uma enorme facção das nossas Forças Armadas, agora já nunguém deve ter.
Não há mais do que um General Ramalho Eanes, esse sim um verdadeiro democrata.
Eis porque o 25 de Novembro nunca foi data relevante…
Em 1974, a maioria dos militares revolucionários pretendiam trocar uma Ditadura por uma outra de sinal contrário. Estavam muito bem doutrinados pelo PCP e seus acólitos.
Fizeram escola. Deixaram escola… Deveria dizer: “escória”.
Com tantas aventesmas destas no topo da hierarquia das Forças Armadas, muito me admira termos até agora deixado uma boa imagem na NATO.
E os putinistas de serviço não venham agora com a alegação de que as palavras do Senhor General são opiniões avisadas, e fundamentadas, de quem percebe do assunto. São apenas pontos de vista marcadamente ideológicos, de vassalos de Moscovo, que não conseguem livrar-se da quadratura mental que lhes enforma o cérebro desde o tempo da “recruta”.
A verdadeira revolução foi o 25 de Abril !
O 25 de Novembro nunca se tinha dado sem a coragem do 25 de Abril.
Peçam ao Gen. Ramalho Eanes um comentário militar sobre este assunto e vão ver qual será a resposta dele.
Eanes é um democrata consequente, como se comprovou a 25 de Novembro de 1975.
Está do lado da liberdade, dos direitos humanos, da legalidade internacional, do direito dos povos à autodeterminação e à independência.
Contra o expansionismo imperial e neocolonial do carniceiro do Kremlin.
Do lado certo.
Como De Gaulle em 1940, nunca entre os imitadores de Petain, vassalo e sabujo do Hitler.
As opiniões de Ramalho Eanes, que também é um militar aposentado, serão sempre a nível politico. Façam-lhe perguntas sobre situações militares e ele responderá, de certeza, não tenho informações.
Eanes fala quando entende e jamais banaliza a opinião.
A última coisa de que precisa é de aparecer na TV para que saibam que ele existe, ao contrário de certos coronéis e certos majores-generais.
Admiro a sua saga contra os “papagaios putinistas” usando da insolência típica dos ignorantes e dos estúpidos. Acaso será você um desconhecido especialista em estratégia militar? Se for o caso, dê-nos as suas opiniões, não se fique pela calúnia das opiniões alheias.
E, em relação ao General Cunha, um tarimbado com mais de quarenta anos de NATO,
dou-lhe um conselho, para que não continue a cair no ridículo: deixe de caluniar as opiniões alheias, para mais fundadas na experiência, e remeta-se à sua ignorância e estupidez.
A falta de respeito pela liberdade dos outros é reveladora do seu respeito pelos valores da democracia.
Já cá faltava o recruta zero, a bajular o general.
É um clássico nestes filmes.
Insolência não lhe falta.
É verdade. Não lhe falta insolência. É preciso ser muito «insolente» (digamos assim) para justificar assim os crimes de agressão e guerra cometidos pelo genocida de Moscovo na Ucrânia:
«Quando o puseram num beco sem saída, o que é que ele fazia a seguir? Tinha de atacar a Ucrânia, obviamente.»
Autêntica justificação dos crimes.
Mais que insolentes: repugnantes.
Um escarro, para os dez milhões de ucranianos já forçados a abandonar as suas casas e os seus haveres. E para os próprios russos, que também são vítimas das decisões demenciais do ditador.
E o sr JMC sofre do síndrome do “respeitinho” perante o Xô General, mesmo que ele diga as maiores barbaridades possíveis e imagináveis que o correr dos dias se tem encarregado de desmentir.
Ainda por cima tem a lata de vir falar em “insolência” depois de vir para aqui acusar os autores do blogue de “cair no ridículo”. Olha quem! No seu caso já nem ridículo é, é puro delírio, misturado com aldrabice tal como o seu querido general, um autêntico enxovalho par as forças armadas.
Pedro Correia, esta dos Papagaios não é a mesma coisa dos Postais de Lisboa pro Moedas.
Será que você não percebe, não deve perceber, que só pode ser feito aquele tipo de comentários.
Por acaso você andou na guerra? Julgo que não e por isso não sabe o que são informações militares de um conflito, neste caso de caso da invasão da Ucrânia pelo exército russo.
Qualquer comentador, que você chama papagaio, só pode comentar o que se passa com os russos e falar o mais possível correctamente. Não acha? Então vai comentar o que se passa com o exército ucraniano para o inimigo saber o que está a acontecer?
‘Tabem que os comentadores generais bem podiam tratar o putin por filho da putina e mais isto e aquilo, mas isso é trabalho seu de jornalista que gosta de guerras.
Contra Adolf Putin, o carniceiro da Ucrânia.
E contra os seus cúmplices e lacaios em Portugal, tenham farda ou andem à paisana.
Não sou equidistante entre agressor e vítima.
Tá ver como sabe o que se está a passar, ou melhor você é que sabe.
Nem os ucranianos nos dizem qual é o seu número de baixas, mas você sabe.
Na Ilha do Tesouro, andava um papagaio pendurado no pirata.
Aqui andam piratas pendurados nos papagaios.
Piratinhas em miniatura.
Mais de 40 anos de NATO???? Foi para lá com 10. Boa piada
Entrou de bibe, na pré-primária.
Venho por este meio discordar do texto do Sr. Correia,
Ninguém estava espera que o material russo fosse de má qualidade e as tropas russas mal preparadas.
Jorge Saraiva( Primeiro Cabo )
Eu não tenho texto nenhum.
O que aqui está, ipsis verbis, são declarações dum major-general ex-NATO que mais parece ex-Pacto de Varsóvia.
Esta entrevista de há mais de um mês tem muito interesse, ou calhando não tem interesse nenhum por estar desatualizada.
Eu queria ver comentários a afirmações do porta voz militar ucraniano, como aquelas que têm aparecido do russo. Mas nada, dos ucranianos zero e muito bem para não dar informações ao inimigo. Só o jornalista Pedro Correia não percebe isto, por isso em vez de Papagaios deveria arranjar uns postais contra os noticiários da TVs que dão estes comentários militares. Por tal sinal até são iguais em todos os noticiários internacionais. ‘Tá ver
É ainda mais interessante por já ter decorrido um mês.
Mais uma finta sem bola.
O que o tropa disse já está desatualizado, percebeu?
Já estava desactualizado no momento em que disse bacoradas como estas:
«Há algum desespero por parte das forças ucranianas – não deles, mas pelo menos dos seus líderes.»
«Foi quase totalmente neutralizada a capacidade de defesa anti-aérea porque os seus sistemas – que até eram de origem russa – foram eliminados praticamente pelos russos.»
«[Os ucranianos] não devem conseguir resistir muito mais tempo.»
Dislates após dislates.
E ainda só passou um mês.
Putin -como é tipico dos déspotas rodeados de lambe botas- acreditou que as “suas” forças armadas e o respectivo pessoal eram os melhores do mundo.
“Assina aqui mais umas (largas) verbas”, solicitavam-lhe os Ministros da guerra. Típico. Recentemente no Afeganistão os norte-americanos fora explorados com a mesma fórmula e investiram fortunas em míticos exércitos … de políticos e generais que num dia fugiram com os bolsos cheios. Exemplos são muitos.
A realidade veio apenas demonstrar, mais uma vez, como se vive e prospera nas torres de marfim. Nada de novo.
Putin pensava que fazia na Ucrânia o que Hitler fez na França em 1940: bastou-lhe um mês para conquistar Paris. No mês seguinte instalou no “poder” um palhaço fardado.
É o que mais há: palhaços fardados prontos a servirem de capacho a “homens fortes”.
O carniceiro do Kremlin confundiu os dóceis e burgueses “francius” com os aguerridos e tenazes ucranianos da actualidade.
Saiu-lhe o tiro pela culatra. Perderá sempre esta guerra. Entretanto, conseguiu unir como nunca o Ocidente, revitalizou a NATO, transformou Zelenski em herói global e ameaça lançar os russos na miséria.
É preciso ser muito burro.
Este é mais um palerma ao serviço do Kremlin. Já foi corrido das TV’s privadas. Continua a mamar nas públicas.
A generalidade dos comentários deixa-me um travo amargo na boca. Por exemplo “esse sim um verdadeiro democrata.” Parece que só é um verdadeiro democrata quem pensa como nós. E como serão os democratas não verdadeiros? Podem pensar o contrário do que penso? Critico-os porque tenho uma opinião diferente ou critico-os porque não são democrata?
Cidades destruídas, quatro milhões de refugiados (90% dos quais mulheres e crianças), mais de dez milhões de desalojados, bombardeamentos a escolas, igrejas e hospitais.
Nada disto te deixa “um travo amargo na boca”. Só as críticas ao teu querido major-general é que te entristecem.
Diz muito a teu respeito.
Parece que as igrejas não.
Várias igrejas. d/europe/makariv-russian-orthodox-church-b ombed-ukraine-b2035571.html
Esta, por exemplo:
https://www.independent.co.uk/news/worl
E maternidades. E teatros.
A política de terra queimada do agressor russo.
Quer transformar a Ucrânia numa gigantesca Grosny ou numa gigantesca Alepo.
“«Quando se fazem apelos – que eu acho incrível que se façam – à população civil para usar cocktails Molotov e kalachnikovs contra carros de combate, contra forças extremamente bem equipadas e armadas, é mandar essas pessoas para a morte. “
Tem dúvidas? Bem, eu de suicida não tenho nada. E de longe não é difícil incitar os outros a atacar elefantes com picadas de mosquito. Mas de bem longe. Se for de perto só o faz uma vez. Não terá oportunidade para repetir o ataque.
Vocês gostariam que a Ucrânia tivesse um Petain, que funcionasse como servo de Putin, como aquele palhaço fardado que se pôs de cócoras perante os alemães em 1940, comportando-se como um traidor.
Felizmente não há nenhum Petain na Ucrânia. Se houver algum traidor, está em Moscovo, aninhado junto ao Putin.
Os ucranianos continuam a ser “formigas” a resistir aos “elefantes”, para usar a linda metáfora do major-general. Com um heroísmo que comove o mundo inteiro.
Os mísseis antitanques têm sido fundamentais para destruir os blindados russos, provocar baixas ao invasor e acelerar deserções na força ocupante.
São uns chatos, os Ucranianos: não se rendem ao czar vermelho. Que raio de feitio que aquela gente tem.
Se fosse no Seixal, já se tinham rendidos todos.
Eles teimam em recusar que o Putin lhes ponha a pata em cima. São uns chatos.
E o chamado Pató das Iscas, ou como o kgb designa por “idiota útil”.
A que título é que este major-general foi chamado para dar palpites sobre a guerra na Ucrânia?
Será pela tarimba granjeada coçando o rabo nas reuniões da NATO, em discussões sem fim sobre o sexo dos anjos?
Na ascensão a general chegou a vestir um camuflado? Sabe desmontar uma G-3? Alguma vez palmilhou picadas africanas e ouviu o cantar das “costureirinhas”?
Ao comentar uma guerra como esta, promovida por um fanático imperialista e sanguinário, lembra-me um pouco os projectistas do trânsito citadino, sentados em frente ao estirador, olham para o mapa, desatam a desenhar ciclovias, a implantar estacionamentos pagos, esquecendo-se de que há outros trânsitos e outros interesses dignos de serem priorizados.
Assim é o major-general (será que sentiu a guerra de perto), olha o mapa, justifica o ataque do agressor, quase concluindo que mais míssil menos bomba os Ucranianos se irão vergar.
A História vai provar o contrário, a ele e aos sabujos admiradores do Czar.