Lê-se aqui que «Portugal juntou a sua voz ao coro de críticas de vários governos da União Europeia (UE)», por causa da cimeira em Berlim que apenas reuniu os líderes dos países mais ricos da UE. Não se confirma que o grupo coral tenha sido muito escutado: além da voz portuguesa, o coro apenas contou com as vozes de mais cinco dos 27 países.
Segundo a mesma notícia, foi o ministro dos Negócios Estrangeiros belga que deu o lamiré e abriu «a frente de críticas». Como eram poucos, parece que não havia segunda fila e ficaram todos realmente na frente, onde o ‘nosso homólogo’, Luis Amado, não se conteve e juntou a sua voz para fazer rimar «geometria variável» e «um certo mal-estar» com «a UE tem de ser capaz de reforçar».
Como não foi a primeira vez que houve desunião discriminatória, resta saber se é a música coral que não fica no ouvido ou se é a letra que não atrai. Esta, na versão portuguesa para solista, convenhamos que é um bocado gongórica…

“Beggars can`t be choosers”.
Os (pequenos) desafinados também têm coração, João… já dizia o Vinicius. 😉
Tem razão, Ana. Os mais pequenos, claro…