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Bolas Ana, desta estou safa, não aprecio morcela seja de onde for.
Assim sendo analiso a foto, gosto!
bfs
Ah, CR, este é um dos meus pecados… confessáveis.
Bom fds para si também!
Nossa! Isso é bom demais… Bom, mesmo!
Muito bom, Cláudia.
Prefiro as farinheiras, Ana. Com uma boa farinheira no prato, sinto Portugal com verdadeira paixão! ;-D
Enjoei farinheira na gravidez do meu filho mais velho, Luísa. Só agora, passados muuuuitos anos, consigo comer outra vez. Mas ainda não com essa paixão…
🙂
Tem lá paciência, mas é numa feijoada à maneira que precisas de uma farinheira. Depois de tudo feito separadamente e pronto, com muitas carnes fumadas de preferência, quando levares tudo junto para a última fervura, põe uma farinheira de confiança em cima levemente furada e vais ver o resultado.
Morcela de arroz com grelos salteados – um dos meus petiscos favoritos. A da Beira Baixa é sempre boa.
Uma maravilha, com ou sem arroz. Mas com grelos salteados, sempre.
grelos cozidos,uma batatita da mesma maneira e…ovas de sável !! Que saudade !! E acreditem que agora ceava umas petingas com arroz de tomate…oh meu Deus…
Ovas de sável? Outro pitéu dos meus preferidos, Fernando. E também as petingas, “jaquinzinhos” ou linguadinhos da beira-rio, tudo bem frito e acompanhado de arroz de tomate e pimentos.
A de arroz, sobretudo crua, é a minha preferida. A minha mãe é de Leiria, lá fazem-se umas muito boas.
Cruas é que não, Lili. Só gosto delas bem tostadas no forno ou cozidas.
O que vale é que já está na hora do almoço!
Continuo atento, assim estilo: “Brigada dos Costumes”, eheheheh.
LOL
Já tinha reparado, Fernando… ufa, escapei desta vez.
Uma delicia…
Experimentem:
Grelhada com ovo estrelado a “cavalo”…
Abençoadas Beiras…
Levo-a ao forno (forte) até abrir e a pele ficar bem tostada. Mas como-a sem ovo, que isso também já é abusar do colesterol…
Abençoadas Beiras, tem razão. E por vários motivos.
Cresci sem saber que a morcela lá da terra (sou de Leiria) era chamada “de arroz” pelo resto do país. A verdade é que até chegar à universidade nunca pensei que existissem outras.
Há as “de sangue”, sem arroz. E são óptimas também, para mim até melhores.
De arroz não gosto, só gosto das da Beira Alta.
São estas da fotografia, Leonor. Também as minhas preferidas.
Não é morcela açoriana?
Nada disso. Não sejas bairrista…
Mmmm… Gosto delas assim: Primeira camada…feijão frade; segunda camada… grelos; terceira camada… broa desfeita. Por cima: depois de uma rega de azeite, revestir ao milímetro com rodelas de morcela, alheira e chouriço (do magro, sem ponta de gordura). Vai ao forno na pingadeira para tostar. Resultado final: uma iguaria chamada «Sopa Seca», típica da Beira Litoral. Divino. Experimentem: a vantagem principal é que não dá trabalho nenhum (e afinal um dia não são dias…)
Grande receita, Chloé! Vou experimentar. Conheço uma “sopa seca”, mas é diferente, faz-se com os restos do cozido à portuguesa. Não posso deixar de achar graça à exigência de pouca gordura no chouriço, depois de tudo o resto…
🙂
Contesto a insinuação!! Temos a mania que a cozinha tradicional é hiper calórica, mas vejamos:
-Feijão frade: legume seco, anti-cancerígeno possante e item actual da dieta saudável, em pequena quantidade. Grelos: legume fresco (logo, cabendo na categoria dos virtuosos da moda). Broa: nenhuma dieta vive sem uma dose diária de hidratos de carbono, da classe dos inteiros ou integrais. Azeite: reabilitado, mil vezes melhor que as gorduras fingidas, as falsas alternativas do séc. passado. Alheira+ morcela+chouriço magro: carnes, está bem que proteicas, mas essenciais à resiliência física e intelectual diária. No todo – note-se – um simples pormenor.
Não experimentem, não…..
Justíssimo. E tenciono experimentar essa iguaria dietética, Chloé…
🙂