Outros motivos para amar Portugal (6)


Ana Vidal,

 

Polvo à lagareiro

30 comentários em “Outros motivos para amar Portugal (6)”

  1. – 10:14 horas, sai um Polvinho á Lagareiro para a mesa 5.

    Oh Ana não sei se isto me vai fazer muito bem, bom mas também não deve ser o pequeno almoço a melhor refeição do dia?
    Depois, vem aí o fim de semana para cuidar de algum desentendimento intestinal que possa surgir…

    1. Depois do comentário do João fui à procura da nuvem e não é que encontro uma mulher debruçada sobre os joelhos, com rabo para o ar, e a cabeça entre as pernas.
      A sério. Juro! Basta prestar atenção e verão que vão comer uma mulher.

            1. Dirigia-me ao João, Ana.
              Mea culpa, também, por não ter identificado o destinatário do meu comentário. Ainda por cima foi cair a seguir ao seu comentário.
              Eu não quero é tresler o que o João escreveu e a contenção para não lhe responder à letra, e ele, é muita.

            2. (ah, como a Ana conhece o João tão bemmm:))

              E o João está vivo?!
              Olhe que teve muita sorte em não ter vindo por aqui ninguém, maldosa como eu, a questionar-se por que raio não quer comer uma mulher!!!
              E mais não digo ou… serei banida por “delitoar” em excesso :))

            3. Olhe que não, olhe que não…
              Caramba!! Já me arrependi de escrever o que escrevi.
              João? Sorry, ok?

  2. Bom! Bom! Ainda não tenho a moçoila que o Pedro costuma presentear-nos à sexta-feira, para lavar a vista, mas tenho água a crescer na boca. Vou telefonar já para o restaurante, que ao sábado costuma ter um polvo à lagareiro divinal. Não resisto.

    1. A sério????? E eu a pensar que só cresciam nas hortas portuguesas, silly me…

      (esta série já não passa sem si, Xato. não deixe de aparecer, combinado?)

  3. Deixa-me ser desmancha-prazeres e acrescentar que é um bom motivo para gostar de polvo. À lagareiro também gosto e muito. 🙂

    1. Bom, digamos que é um bom motivo para gostar de viver por cá… a não ser que estejas a pensar numa extensão do negócio dos frangos, em versão marítima.
      🙂

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