A quinta linha do página 161 do livro que ando a ler reza assim: No porão do Sette Fratelli estava escuro como dentro de um forno. A frase é de J.M.G. Le Clézio, em Estrela Errante, uma obra de 1992, reeditada entre nós o ano passado pela D. Quixote.
Em rigor acabei de o ler há questão de poucas horas. Por isso ainda estou a digeri-lo. Não chega às 300 páginas, mas pesa o triplo do seu volume. Tem a ver com o conteúdo: sobre o êxodo dos judeus rumo a Israel depois da Segunda Guerra Mundial e a subsequente guerra com os palestinianos. Não posso dizer que tive prazer nesta leitura, mas recomendo-a.
Passo agora o testemunho que recebi da Ana a mais cinco bloggers: Tiago Moreira Ramalho, Luís Novaes Tito, Luiz Carvalho, Mike e André Carvalho.

Não devias ter lançado a corrente ao LNT, Teresa: ele faz gala em quebrar todas as correntes. Nunca percebi porquê.
Pelo menos do assédio não se livra 🙂
Mas já lá deixei a minha árida resposta.
O Pedro acredite que a minha postura não resulta de má vontade (ou arrogância) mas só de não gostar de diferenciar quem tem a amabilidadede me incluir/citar nestas correntes.
Há alturas em que as correntes são de tal forma intensas que se torna impossível responder a todas e não é invulgar que se responda a uma primeira vez citação e depois se faça um rol de outras inclusões a quem se não vai responder, por já se ter respondido anteriormente.
A tentação para corresponder é muita, mas faço o possível por lhe resistir.
Um dia destes explico melhor, mas para já parece que fica entendida a minha razão.
Um abraço para ambos (os dois)
“Há alturas em que as correntes são de tal forma intensas que se torna impossível responder a todas e não é invulgar que se responda a uma primeira vez citação e depois se faça um rol de outras inclusões a quem se não vai responder, por já se ter respondido anteriormente.”
Há ali um vez a mais. Peço desculpa.
Meu caro Luís, verifiquei que abriu uma excepção à regra. Muito bem. É também para isto que existem as regras: para admitirem excepções.
Um grande abraço
Teresa, também ando a ver se leio Le Clézio mas ainda não consegui decidir-me pelo livro. Gostava de um que me trouxesse o deserto…
Ana, há um livro dele (não o li) que se chama mesmo “Deserto”.
Ah não teve prazer na leitura mas recomenda… hum, bela amiga da onça. (risos)
Mike: Quer mais transparência que isto?
Não era preciso tanta… 😉
Vamos já tratar de não quebrar esta corrente. 😉