Pessoalmente, prefiro mil vezes o outro Horowitz, até porque dos seus dedos saíam sublimes voos em forma de música, em vez das irritantes "aspas" deste primo tardio. Além disso, não sei se este será tão fiável como cientista como o outro foi como pianista. Seja como for, aqui deixo um video polémico sobre um tema actualíssimo. Se tem um fundo de verdade ou não, desconheço. Quero acreditar que não tem, ou a monstruosidade humana regrediu aos tempos de Auschwitz. Fica o documento.

O estilo, a retórica, a velha teoria da conspiração, nada parece credível. Toda a argumentação se desenvolve numa única linha: os vírus suínos, aviários e humanos dificilmente se poderiam ter recombinado sem ajuda dos cientistas. Ora de um “doutor” esperam-se menos certezas, mais hipóteses e algumas evidências…
Concordo. Tudo é muito catastrófico, num tom muito pouco científico para poder ser levado a sério.
A mim parece-me mais paranóia, porque tudo o que este senhor nos vem dizer, de uma forma muito pouco científica, aliás, são meras hipóteses que carecem de qualquer confirmação.
Este Horowitz, como você diz, Ana, tem uma “aspas” muito irritantes e não tem comparação com o Vladimir. Este ficaria bem ao pé de um Leonard, sim, mas de apelido Bernstein.
Sim, Luís, também me parece que a tese é uma paranóia. Aparecem sempre estes iluminados quando se fala de uma ameaça pública e global.
E o pior é que, tendo os laboratórios farmacêuticos muito a ganhar com o pânico generalizado (que impele as pessoas para a compra de vacinas), este homem está a alimentar o pânico com a sua teoria e, portanto, a contribuir para os lucros dos laboratórios que acusa de genocídio. Será que ele percebe isso?