Para mais tarde recordar


Patrícia Reis,

Esta entrevista de Emídio Rangel ao JN.

17 comentários em “Para mais tarde recordar”

      1. É que uma mesa não tem parte de baixo. É aberta, para meter as pernas e para passarem os negócios escuros.
        Por isso, nunca se pode pôr um negócio em baixo da mesa. Só se pode passar o negócio…

  1. Emídio Rangel é experiente na acumulação de indemnizações milionárias por motivo de despedimento…
    De que indemnização mais estará agora à espera, com as tristes figuras que se farta de fazer?
    Será que, desta feita, também vai recorrer ao berbequim?

  2. Identifico-me inteiramente com o teor da entrevista. Por isso, devo já estar neste momento a ser classificada como “sabuja”, por algum leitor muito vertical … oh pra mim e eu ralada…!

        1. Foi assim que aprendi.
          Aproveito para assumir aqui que rejeitei por minha conta e risco um comentário que a classificava com o termo que lhe serviu para glosar mais acima.
          Se a tentativa for persistente, só aparecerá nas caixas de comentários se me escapar.

          1. “um comentário que a classificava com o termo que lhe serviu para glosar mais acima”.

            Olhe, mais valia não ter censurado o comentário em causa, não acha?

            1. Não tenho apetência para censurar: não perco tempo e apenas vão fora.
              Aproveito para lhe dizer que não estamos habituados a comentários grosseiros gratuitos. Nem de si, geralmente. E muito menos dirigidos a senhoras.

    1. 🙂 para a ariel.

      E, lá vou eu ler e entrevista.

      [O 🙂 é pelo comentário, independentemente de eu vir, ou não, a concordar com substância do comentário.]

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