Portugal defende que a União Europeia passe a impedir que as suas instituições financeiras trabalhem com paraísos fiscais, mesmo que o G-20 não avance com a mesma prática. Porém, será uma medida duvidosa a UE fazê-lo sem que os países mais ricos do mundo o façam também, por forma a que o fim das off-shores tenha carácter efectivo e global.
Mais irrealista ainda seria o nosso país dar o exemplo sozinho, como Louçã chegou a sugerir. Até porque o único caso nacional, o da Madeira, costuma ser considerado um fraco exemplo desses paraísos, à luz dos condicionalismos em que funciona. Um desprestígio para Alberto João Jardim, que gosta de dar a entender que fez da Madeira um paraíso na Terra…

Não mexam no Alberto João… depois não digam que eu não avisei!
Ui! Que medo!
Ui… Ui…
Sim – se ele abre o bico… ai, ai.
Difícil é ele fechar o bico.