Sem dúvida, Daniel. Infelizmente o David Carradine – acabo de ler, num telex da France Presse – teve uma morte trágica: apareceu enforcado num quarto de hotel em Banguecoque.
Pedro, soube há pouco e fiquei tristíssima, precisamente por esse papel que marcou a minha adolescência, da série “O Sinal do Dragão”. Nem sei como me fui esquecer desta série quando escolhi a lista de séries preferidas! Estava tão bem concebida, sobretudo os diálogos com o Mestre e a forma como se ligavam essas aprendizagens de Kung-Fu às situações que ia enfrentando. Ainda recordo a banda musical enquanto o David Carradine caminhava pela areia. (Pelo menos recordo-o assim). Assim como a voz do Mestre que o chamava “grasshopper”. Lembra-se? As memórias que nos ficam registadas…
Pedro.., de repente, discordo. ‘Disto, há’! Disto, destas marcas nas nossas vidas, haverá sempre memória. Isto permanece e basta que alguém o mencione para se levantarem mil mãos, para rejubilarem corações e os olhos se embaciarem… Disto há. Enquanto houver sentimento, a par de memória. Há. Ele também fica connosco. Património pessoal. De todos a quem tocou. Um olhar sereno como existem poucos. Está cá.
David Carradine, o homem sábio e quase etéreo que nos entrava pela casa dentro com os seus ensinamentos e filosofias, morreu sem dignidade. Como foi possível cometer um acto tão terrível? Mistérios da vida!
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Desta lembro-me muito bem. Vi em reposição, era excelente.
Sem dúvida, Daniel. Infelizmente o David Carradine – acabo de ler, num telex da France Presse – teve uma morte trágica: apareceu enforcado num quarto de hotel em Banguecoque.
Pedro, soube há pouco e fiquei tristíssima, precisamente por esse papel que marcou a minha adolescência, da série “O Sinal do Dragão”.
Nem sei como me fui esquecer desta série quando escolhi a lista de séries preferidas!
Estava tão bem concebida, sobretudo os diálogos com o Mestre e a forma como se ligavam essas aprendizagens de Kung-Fu às situações que ia enfrentando.
Ainda recordo a banda musical enquanto o David Carradine caminhava pela areia. (Pelo menos recordo-o assim).
Assim como a voz do Mestre que o chamava “grasshopper”. Lembra-se?
As memórias que nos ficam registadas…
Lembro-me muito bem, Ana. É uma das minhas séries favoritas de todos os tempos.
Memória oportuna. Difícil de explicar: vai para Bangkok começar uma filmagem e suicida-se com a corda de um reposteiro no quarto do hotel. Triste.
Muito, muito triste.
Bolas, que notícias triste!
Eu gostava da série.
E vão cem! Mas que centena interessante! Parabéns pelos presentes do passado.
:))
Pedro.., de repente, discordo. ‘Disto, há’!
Disto, destas marcas nas nossas vidas, haverá sempre memória.
Isto permanece e basta que alguém o mencione para se levantarem mil mãos, para rejubilarem corações e os olhos se embaciarem…
Disto há.
Enquanto houver sentimento, a par de memória.
Há.
Ele também fica connosco.
Património pessoal.
De todos a quem tocou.
Um olhar sereno como existem poucos.
Está cá.
Precisamente, Margarida: «disto já não há» é para memórias, para as memórias que conservamos e a que chamamos «passado presente».
Margarida, é só clicar em Kung Fu e podemos ver dez minutos do episódio-piloto da série. Para matar saudades. Das imagens e da música.
Vêm aí mais cem, Maria do Sol.
David Carradine, o homem sábio e quase etéreo que nos entrava pela casa dentro com os seus ensinamentos e filosofias, morreu sem dignidade. Como foi possível cometer um acto tão terrível?
Mistérios da vida!