12 comentários em “Passado presente (C)”

    1. Sem dúvida, Daniel. Infelizmente o David Carradine – acabo de ler, num telex da France Presse – teve uma morte trágica: apareceu enforcado num quarto de hotel em Banguecoque.

  1. Pedro, soube há pouco e fiquei tristíssima, precisamente por esse papel que marcou a minha adolescência, da série “O Sinal do Dragão”.
    Nem sei como me fui esquecer desta série quando escolhi a lista de séries preferidas!
    Estava tão bem concebida, sobretudo os diálogos com o Mestre e a forma como se ligavam essas aprendizagens de Kung-Fu às situações que ia enfrentando.
    Ainda recordo a banda musical enquanto o David Carradine caminhava pela areia. (Pelo menos recordo-o assim).
    Assim como a voz do Mestre que o chamava “grasshopper”. Lembra-se?
    As memórias que nos ficam registadas…

    1. Pedro.., de repente, discordo. ‘Disto, há’!
      Disto, destas marcas nas nossas vidas, haverá sempre memória.
      Isto permanece e basta que alguém o mencione para se levantarem mil mãos, para rejubilarem corações e os olhos se embaciarem…
      Disto há.
      Enquanto houver sentimento, a par de memória.
      Há.
      Ele também fica connosco.
      Património pessoal.
      De todos a quem tocou.
      Um olhar sereno como existem poucos.
      Está cá.

  2. David Carradine, o homem sábio e quase etéreo que nos entrava pela casa dentro com os seus ensinamentos e filosofias, morreu sem dignidade. Como foi possível cometer um acto tão terrível?
    Mistérios da vida!

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