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Passado muito presente. Eu era completamente agarrada à série do género de ficar mais que piurça quando por qualquer razão não podia ver o episódio da semana.
Também eu, Ariel, foi talvez a única série que segui passo a passo. Dava à segunda-feira, se não estou em erro, na 2.
Devo ter perdido muito poucos episódios. Foi esta fantástica série que me fez voltar a seguir uma história em episódios, coisa que há já muitos anos não me acontecia.
(Mas não passou já pelo “passado presente”, Leonor? Fico admirada, se escapou.)
Regenerou-me o hábito de esperar por uma programa televisivo, Ana.
Acho que não passou ainda por aqui.
Exactamente. A mim também.
Não cheguei a acompanhar na TV. Espero redimir-me em breve, via DVD.
Vale a pena, Pedro.
Eu também fazia o possível por não perder um episódio, muitas vezes via a repetição, ao todo foram 63 episódios, distribuídos por 5 grupos, de 2001 a 2005. Uma morte no inicio de cada episódio – dum cliente da funerária – “Fisher and Sons”, dava o mote para o desenvolvimento do “enredo” – acompanhei durante meses a família Fisher – reflectindo com eles suas vidas e infortúnios – a mãe Ruth – mulher muito especial e que actriz…pela primeira e única vez, até hoje, senti empatia por agentes funerários;))
Era fácil sentir empatia, Maria. Inicialmente ainda resisti por se tratar da morte, mas acabei por me render.
Merecida memória, Leonor. Espero ver em breve por outra via, porque a série na tv passou quando eu andava por fora. Lembro-me de ver uns episódios em férias no Porto e percebi que era de grande qualidade.
Não se pode ter tudo, João, andar por fora e ver o Sete palmos :))))))
Pois é…