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A Rajá já é passado-presente. Então com brindes, nem se fala.
Tenho estes e muitos outros, compadre. Uma mala cheia.
Que alma de coleccionador, Pedro.
É, Leonor. Tenho alma de coleccionador. Um dia destes hei-de falar aqui também da minha colecção de livros autografados.
Livros autografados também colecciono, embora só de autores que gosto, não será propriamente coleccionar. É impressão minha ou já li algo teu sobre autógrafos, talvez no DN?
Só ‘em passant’. Aqui vou escrever mais em pormenor. Como é óbvio, também só tenho autografados livros de que gosto ou de autores que aprecio muito.
Pois. Dos outros não faz grande sentido.
Alma de coleccionador deve ser característica de Gémeos.
Eu sou Gémeos mas não sou muito ‘coleccionadeira’ (acho que esta é um das palavras que o Pedro odeia).
Coleccionadeira? Nada a opor. Embirro mesmo é com aerópago.
“Rajá é o melhor que há”
Era assim o ‘slogan’, Fonte Próxima. E havia também ‘Com CD quem ganha é você’.
Acho que já substituíram o CD por DVD.
Pode parecer muito estranho mas acho que nunca comi gelados Rajá, vá-se lá saber porquê..:) Para coleccionista também não tenho nenhuma vocação. Só pelo artesanato de Barcelos e Estremoz é que tive alguma fúria ” coleccionista” durante uns tempos. depois a feira do artesanato do Estoril deixou de ter estas belas peças e passou a ter só quinquilharia étnica e a minha “colecção” ressentiu-se.
Nunca ter experimentado um gelado Rajá é realmente estranho. E imperdoável.
Pois é 🙂 por qualquer razão nunca fui dada a comer gelados empacotados. O que gosto mesmo e sentar-me numa geladaria e mandar vir daqueles copos todos enfeitados. lembrava-me dos belos gelados que comia em Moçambique, e não me sentia nada atraída pelos empacotados, deve ser isso 🙂
Nesse caso, havia antigamente no Porto (no lado superior da comprida Rua da Alegria) uma casa imperdível, a Neveiros, que fabricava e vendia a peso os melhores sorvetes do mundo.
Lembro-me bem deles. Também colecciono algumas coisas (leques ou binóculos antigos, por exemplo), mas sem grande fúria coleccionista. Gosto de objectos bonitos e gosto de expô-los, é mais isso. De juntar livros autografados também gosto. 🙂
Colecções de bom gosto, pelo que percebo.
Para além da estética, são objectos que eu uso. Os binóculos são de teatro, o leque não dispenso, nem no inverno.
As minhas colecções, como as do Pedro, são um leque: um leque de escolhas!
E isso é que é ter espírito coleccionista, João. Eu apaixono-me por objectos soltos, sejam ou não da mesma família. E só me interessam aqueles de que gosto, o número não conta. Ou seja, não sou uma coleccionadora, no verdadeiro sentido da palavra.
Tinham peças lindas Ana, todos os anos comprava uma ou duas, dependendo do preço, aliás ia lá quase de propósito só para isso.
A feira do artesanato do Estoril perdeu muita da graça que tinha, Ariel. Hoje em dia é mais para inglês ver, perdeu-se o cunho popular, além de estar caríssima. Quanto às peças de artesanato de Extremoz, também gosto imenso. Em casa dos meus pais havia um presépio completo, antigo, que era uma beleza. Já não existe, infelizmente.
É claro que tenho alguns desses nostálgicos brindes, dos quais até já falei no meu blog.
Boas recordações, porque mais do que o valor intrínseco dos brindes, evocam tempos que já não voltam.
Claro. Sou um frequentador, meu caro. Ainda há poucos dias me inspirou o «passado presente» anterior (CXII). Espero que não se importe.
Um abraço.
Parabéns pelo blogue, que bem merece uma visita demorada. Uma, duas, três (ups, já estou eu a coleccionar…)
Esta rubrica é um gosto só. Ai ai. E eu que acabei de dar uma volta pelas terras da minha meninice (gostou da expressão? rsrsr
:))))
É um gosto manter esta rubrica para leitoras tão especiais. Vamos continuar.
Grande clássico. Nunca mais me lembrei disto.
Obrigada Pedro
Fantásticos! Tão feiinhos … mas que saudades! 😉