Mesmo as cartas “normais” já são uma relíquia, o que é uma pena. Mas apesar de “coisa do passado”, acredite que uma muito antiquada carta de amor continua a fazer maravilhas…
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A carta não sei, mas esse selo deve valer hoje uma boa nota…
Mais vale selo…
Caramba! Eu nem me lembrava que já houve cartas em papel! De amor, sim, claro…
Ó João, francamente! E lá pode uma carta de amor ser noutro suporte que não em papel…
Com selo e tudo!
Um MUST este passado presente. Muito bem. Gostei muito.
:))
Mesmo as cartas “normais” já são uma relíquia, o que é uma pena. Mas apesar de “coisa do passado”, acredite que uma muito antiquada carta de amor continua a fazer maravilhas…
Bela lembrança, Teresa. Eram irresistíeis. Não há mail que se possa borrifar com perfume, borrar com uma lágrima ou lacrar com um belo selo.
Romântica incorrigível!
Com muito gosto.
Oh, que lindo… tão romântica…