

Antigos sacos de viagem da British Airways
(Quem não se lembra deles, quando Londres era o destino
irresistível dos anos 70?)


Antigos sacos de viagem da British Airways
(Quem não se lembra deles, quando Londres era o destino
irresistível dos anos 70?)
“Quem não se lembra deles, quando Londres era o destino
irresistível dos anos 70?”
Eu.
E eu também. Mas a cultura geral ajuda um bocado.
E por falar em Londres, não deixem de ver o “Barco do Rock”…muito, muito giro!
O Barco do Rock
Título original: The Boat That Rocked
De: Richard Curtis
Com: Bill Nighy, Kenneth Branagh, Philip Seymour Hoffman, Tom Sturridge
Género: Comédia
Classificacao: M/12
GB, 2009, Cores, 129 min.
argumento
Durante o pós-guerra, rico em inspiração musical de todo o tipo, quando a principal rádio inglesa, a BBC, passava apenas duas horas de rock e pop por semana, um grupo de amigos monta uma emissora numa grande embarcação de pesca atracada no Mar do Norte. Nasce então a Radio Rock, com 24h sobre 24h de rock e pop, sete dias por semana. O sucesso é inesperado e, cerca de 25 milhões de pessoas, mais de metade da população da Grã-Bretanha, sintonizam clandestinamente as suas vidas a este novo tipo de cultura “underground”.
Com Kenneth Branagh, Philip Seymour Hoffman, Tom Sturridge e Bill Nighy como protagonistas, uma comédia baseada na história das famosas Radio Caroline, que na década de 1960 desafiaram o poder político e ajudaram a difundir a música dos Beatles, Rolling Stones, Jimmy Hendrix e muitos outros, que fazem agora parte da história musical do século XX.
PÚBLICO
Maria Francisca
Obrigado pela dica, Maria Francisca. A propósito, é estranho que o argumento se passe «durante o pós-guerra». A menos que seja uma saga sem fim à vista, o pós-guerra dura até hoje e ainda não se prevê que esteja para acabar.
Falei em cultura geral sem maldade, meu caro. Refiro-me ao logótipo da companhia aérea, que era conhecido nessa época.
Á época lembro-me que se viam muito uns sacos da TAP brancos e vermelhos, altos, a tiracolo com um fecho eclair em cima. Mas para ver desses não era preciso andar de avião.
Certo. Para ver o antigo logótipo da BA também não era preciso voar.
Vou deixar-lhe uns sacos desses mais acima, ok? É só escolher.
Eu não me lembro dos sacos. Mas lembro-me de ter viajado na BA quando ainda se chamava BOAC. Essa já não há. Também viajei na Pan American, outra que já não há.
Hão-de reaparecer aqui, compadre.
A propósito desta série,”disto já não há” falou-se há algum tempo de perfumes e eu hoje encontrei um frasco de Tabu aqui em casa :)))
Fuja dele, Ana, antes que fujam de si…
Ana, pode crer que fujo, achei foi piada por termos falado nisso e ainda não descobri como veio aqui parar,mas calculo que é da senhora minha avó que tem uns bonitos 84 anos.;)
Estava a brincar consigo, Ana. O Tabu era um perfume muito popular e muito querido das nossas avós, mas fortíssimo. 🙂
Descobrir um frasco de Tabu já é obra. Descobrir em casa, então, “that’s something”.
João, com uma avó da idade da minha é natural encontrar essas antiguidades;))
Schiu! Não seja exagerada, Ana Mestre. A minha mãe tem essa idade…
Mil perdões João. O comentário não foi de modo nenhum depreciativo,muito pelo contrario.
E eu não sei?! Hehe…
A propósito, também podiam aparecer nesta série as antigas mantas da TAP, de xadrez azul e amarelo e de óptima qualidade. Agora são um trapo sem história, já nem vale a pena roubá-las… 🙂
Não é fácil encontrá-las. Talvez com a boa-vontade de alguém conhecido ainda apareça alguma.
Se ainda eram dadas há 18 anos creio que o meu sobrinho mais velho andou agarrado a uma nos primeiros 3 anos. Talvez ainda esteja por lá…
Se ele tiver p’rá troca, parece que há um ex-ministro que talvez tenha algumas repetidas.
Quiçá algum ex-ministro e tal possa ajudar. Se bem que pode ser um mal entendido…
:)))
Se bem que possa ser um mau ex-ministro.
Essa escapou-me. De quem estão a falar??
Consta que agora nem sacos, nem refeições na BA, João. É a crise.
Acabam com as refeições. Mas parece-me que vão ter um tasco a bordo para quem quiser comprar uma sandoca e uma bujeca. Tem é de ficar encostado de pé ao balcão e esperar que não haja turbulência, para não entornar.
lol, faz-me lembrar o tasco dos barcos que fazem a travessia Lisboa/barreiro…hehehe
Isso mesmo. Acho que já há companhias aéreas que estão a encomendar tascos ambulatórios pré-fabricados a Portugal.