E toca de acabar de rodar a cadeira literalmente abocanhada… (confesso que sempre achei esquisito que os portugueses só fossem artistas para rodopiar com uma cadeira presa pelos dentes… )
Que gracita!!! (vai assim para não dizer que copio) E eu lá preciso de tal expediente? Mais, e eu lá era capaz de recorrer a semelhante coisa? ehehehhehe
Não percebeu que tive medo de comparações com aquela brancura do senhor do anúncio da pasta?
É como o Magalhães, “é um artista português e anda na boca de toda a gente” Mas como já fiz esta piadola noutro sítio é melhore precaver: http://www.jafizestapiadolanoutrositio :)))
Este é um clássico. Um verdadeiro clássico: “A pasta medicinal Couto anda na boca de toda a gente.” Exclente ‘slogan’, só superado pelo clássico da ‘Sagres’ (cerveja que detesto) ‘A sede que se deseja’. A pasta deixou de ser «medicinal» para se tornar vulgarmente «dentífrica» há poucos anos, após sete décadas de existência, suponho que por força de uma directiva europeia. Bruxelas persiste em «normalizar-nos» a vida. A gente dispensava tanto desvelo e tanto paternalismo.
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Cadê boneco????
?
Não há nem pasta actual, nem antiga, João. Simplesmente não há imagem… 🙂
Não percebo. Aqui abre, embora demore um pouco. Podes confirmar?
Também vejo a imagem.
Eu no meu não consigo ver nada.
Que estranho…
Eu vejo, desde o princípio.
Palavras, para quê?
“Era” um artista português. “Tratava” doenças da boca…
Alterei tudo. Espero que esteja em ordem para todos.
Eheh. Agora já vejo. Mas a segunda imagem tem um erro. Mas eu sei qual é a imagem e até sei como corrigir (posso, João?)…
Claro que podes, Jorge.
“Claro que podes, Jorge.”
Eu é que não gosto que aquilo pede-me para ser responsável e eu não edito nenhum post que não os meus… 🙂
E agora, era esta ou não?
Boa, Jorge. Obrigado.
Entre nós não tem importância. Ainda há pouco fui corrigir o número de série da Ana, no «Passado presente» mais acima.
E fez muito bem, João.
Mas só o fiz por ter a certeza, Ana.
Palavras para quê— é um artista português!
E toca de acabar de rodar a cadeira literalmente abocanhada…
(confesso que sempre achei esquisito que os portugueses só fossem artistas para rodopiar com uma cadeira presa pelos dentes… )
:))
Vejo isto :)) no seu comentário e percebo que fez uma plástica, certo? Porque antes tinha :)))) bem mais…
Que gracita!!! (vai assim para não dizer que copio)
E eu lá preciso de tal expediente? Mais, e eu lá era capaz de recorrer a semelhante coisa? ehehehhehe
Não percebeu que tive medo de comparações com aquela brancura do senhor do anúncio da pasta?
🙁
Da medicinal ou da dentífrica? Hehehe…
Sobre isso já escrevi em
http://www.estouaquiestouaficarcomumsorrisoamar elo.com
:-))))))))))
É como o Magalhães, “é um artista português e anda na boca de toda a gente” Mas como já fiz esta piadola noutro sítio é melhore precaver: http://www.jafizestapiadolanoutrositio :)))
Concordo e até escrevi isto a propósito alco
http://www.alguem-cuspiu-uma-cadeira-voadora-no-p
eheheh Acho muito bem que seja assim rigorosa
Tb já escrevi sobre isto em:
http://www.ehfavorcitaremasfonteseoschafarizes.c omousemégua
:)))
Já vi, e gostei.
Finalmente!
Este é um clássico. Um verdadeiro clássico: “A pasta medicinal Couto anda na boca de toda a gente.” Exclente ‘slogan’, só superado pelo clássico da ‘Sagres’ (cerveja que detesto) ‘A sede que se deseja’.
A pasta deixou de ser «medicinal» para se tornar vulgarmente «dentífrica» há poucos anos, após sete décadas de existência, suponho que por força de uma directiva europeia. Bruxelas persiste em «normalizar-nos» a vida. A gente dispensava tanto desvelo e tanto paternalismo.
Como deixou de ser medicinal, suponho que deixou de tratar doenças da boca. O que é pena: andam aí várias que precisavam de tratamento…
o Andre Couto não se pronuncia?
🙂
Nem o COUTinho Ribeiro…
ahahahahahaha )))))
:)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
Boaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Já o tal anúncio, convenhamos, era um bocado racista.
Essa pasta de dentes é um trauma de infância…
Deixem-me, por favor, permanecer em silêncio! 🙂