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Promessa paga ao Carlos Barbosa de Oliveira.
A produção alongou-se pelos anos 60 e, na minha geração liceal, quase toda a gente tinha uma caneta destas.
Linda! Em casa dos meus pais há uma destas.
É (ou era) quase obrigatório haver, Leonor.
Obrigado, João. Foi com uma caneta igualzinha a esta que fiz o exame de admissão ao liceu. A última caneta de tinta permanente que me chegou à mão, foi uma Cartier, oferta de uma amiga quando vim embora de Macau. Ainda a utilizo quando escrevo sobre viagens, porque não consigo escrever directamente no computador sobre esta matéria.
Eu bem desconfiei: acertei na tua caneta!
Bom dia Pedro,
Quando eu era miúdo eram mais as Parker. Quando entrei para o liceu recebi um Parker 21 com o meu nome gravado, da qual ainda tenho uns “restos”. Já lá vão 46 anos. o tempo voa.
a Pelikan , ou o gosto por elas, veio mais tarde. Ainda recentmente comprei uma desta família.
Abraços
Transmitirei ao Pedro os seus votos de um bom dia.
Acho que ele também lhe retribuirá os abraços.
As minhas sinceras desculpas, João carvalho.
Foi um erro de simpatia. Comecei a ler a série de baixo para cima.
Obrigado por ter transmitido ao Pedro Correia o bom dia e os abraços que lhe são também dirigidos. Agora já é boa tarde
Já o meu nome com inicial minúscula não se pode dizer que seja um erro de simpatia… Deixe lá: há dias assim.
Um abraço, António.
Também tive canetas destas… E um tinteiro e os dedos com um calo de tinta e uma bata branca… Parece que foi há tanto tempo… Noutra vida.
Os calos acho que eram mais das penas com aparo. Um dia destes também reaparecerão aqui.
Céus! Saudades das canetas de tinta permanente… Quando se manchavam os dedos de tinta e às vezes as folhas dos cadernos também. Obrigada, João, por estas boas memórias.
Ana
Decidimos continuar estes «passados presentes». Portanto, há-de encontrar por aqui mais memórias. E encontrará a nostalgia da nossa própria memória, que é sinal de que houve e há vida para contar.
Não se arranja por aí uma caneta de aparo, João?
Vou cuidar disso, Carlos.
Esta é “quase” da minha geração…
Felizmente, eu que sou louco por canetas de tinta permanente, tenho algumas (e julgo que, pelo menos uma, se não igual à da amostra, muito parecida) que adquiri há alguns anos, quando já não fazia calos nos dedos nem os sujava de tinta… Bons tempos!…, esses da infância em que, de bata branca, na primária, aprendíamos a escrever nos cadernos de 2 linhas (lembram-se?) correcta e asseadamente. Hoje os calos ganham-se nas teclas do magalhães ” e quejandos e o nível da nossa (i)literacia é o que se vê… Parabéns pela recordação e venham outras que lembrem o nosso tempo de meninos…
Pois vai seguindo esta rubrica, Luís.
Se bem me lembro, tens uma caneta que te ajuda imenso a escrever: sai de lá um par de óculos…
João:
Se bem me lembro, há “Mau tempo no canal”, não há?
Se bem me lembro, ainda tenho esses óculos, mas já não sei do contentor…
Olha, se bem me lembro, já não me lembro muito bem de coisa nenhuma.