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“…de mon age, se proménent dans la rue deux par deux”. Tive vários EP’s da Françoise Hardy e era uma das nossas estrelas inevitáveis do loucos anos sixties.
Uma verdadeira “brasa”…
Além de compor e cantar, também foi modelo e actriz.
Ui!… belo presente do passado.
Mesmo muito!
Bem, compadre, “disto” ainda temos: a Françoise Hardy continua a cantar, e muito bem. Ainda há poucos anos comprei, em Estrasburgo, um excelente disco dela: “Clair/Obscur”.
Que Deus a conserve, compadre!
O que eu suava para ter um cabelo igual ….
E quanto cantarolávamos esta fantástica canção.
Que tempos!
Bem…
Oh mas que bem….
lá lá lá lá lá lá lá
Et les yeux dans les yeus
Et la main dans la main
(veja lá que hoje lembrei-me de si fora do blog… não, não é caso para preocupação… simplesmente dei de caras com um anúncio, uma frase em parangonas, do tipo daquelas que costuma aqui colocar rsrsrsr)
:))))
Posso imaginar!!! Devia ser coisa boa!!!…
Um clássico imortal!
Sem dúvida, Victor.
por acaso a canção que menos gosto dela.
gosto imenso de “‘L’amitié”:-)
Está no seu pleno direito. Ela tem vários temas bons. Mas o que trouxe aqui foi o que a içou ao topo em todo o mundo. E convenhamos que uma canção francesa atingir o primeiro lugar em países anglo-saxónicos é obra.
Gosto muito desta canção, que devo ter ouvido pela primeira vez, nem sei, uns quinze anos depois de ter aparecido (é seis anos mais velha do que eu). Se fosse para dizer uma das minhas canções preferidas, não seria despropositado falar desta. Uma vez fui a uma escola secundária do Porto (Francisco Torrinha) falar com os alunos, que andavam a trabalhar um conto chamado «A Chegada Tardia do Macaco», de um livro meu (é a história de um macaco enviado pelo Ministério da Cultura para abrilhantar a festa da inauguração de uma livraria). A professora que organizou a minha ida à escola perguntou-me cerca de um mês antes por uma canção de que eu gostasse muito e eu falei-lhe nesta. Na visita eu já nem me lembrava da situação e fui surpreendido pelos alunos, que tinham um coro e prepararam a canção para cantarem nessa altura. De coisas que tenham a ver com os meus livros, talvez tenha sido a situação que mais me tocou.
Seguramente, António, deve ter sido um momento de especial emoção. E uma iniciativa muito feliz e inusitada da Escola Francisco Torrinha, ali a dois passos da Boavista.
Obrigado, João, por nos teres trazido a memória desta minha amiga de infância. Ainda há meses jantei com ela e recordámos esta canção
Tens que nos contar esse jantar com mais pormenores, Carlos. Num post.
Tenho de me aproximar mais das tuas amigas! Conta, conta…
Bom ……
Agora tem de aparecer por aqui o ‘Je t’Aime Moi Non Plus’…