É só para desejar as boas-vindas a Ana Vidal, que não tenho o prazes de conhecer – coisa que não se resolva no nosso próximo encontro – e para acrescentar que acho que este Mercedes foi um dos mais belos carros da indústria automóvel.
Concordo inteiramente, eu que não ligo muito a carros. Mas estes, desta época, tinham personalidade própria e uma magia especial. E obrigada pelas boas-vindas!
Cobiçadíssimo entre os clássicos ‘grand sport’, o 300 SL é cheio de personalidade e reconhecido em todo o mundo, com as suas portas de abertura em asa de gaivota.
Reparo que a Ana entrou duas vezes na relação de Autores! Não é exagero??? Bem-vinda, Ana! Já estava à espera que chegasse, não precisava de abusar com essa dupla entrada! Espero que se sinta em casa, porque ficamos todos a ganhar.
Olá Ana, seja bem vinda ao nosso convívio. Ena, ena, entrou logo de Mercedes! Espero que não seja para cometer já um “Delito” de.. excesso de velocidade.
O cinzento-aço metalizado era a cor alemã de competição. Muito próprio dos anos 50, é igualmente um clássico este carro ter esta cor, com interiores em couro vermelho.
O do meu avô era branco com os estofos encarnados, em pele. Foi o carro mais bonito que ele teve, de longe (ele tinha a mania dos carros, devo acrescentar). 🙂
Lindíssimos estes “Gullwing”, que ainda me lembro de ver correr em rampas, quando eu era ainda muito miúdo. Tinham um pormenor muito curioso: como o volante era perfeitamente na vertical e de um tamanho muito avantajado, (como se usava na altura), para o condutor conseguir entar, sair e sentar-se no respectivo banco, o volante dobrava sob a coluna de direcção. Há vários e belos exemplares em exposição no Museu Automóvel da Maia, cuja visita aconselho vivamente aos fanáticos dos classic cars. Parabéns, Ana, e para a próxima, se não quer dar tanto nas vistas, não venha de Mercedes… Venha de Aston-Martin, e não diga a ninguém que o seu nome é Bond… James Bond.
Os cookies necessários ativam funcionalidades essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Não armazenam dados pessoais.
Nenhum
►
Os cookies funcionais suportam funcionalidades como partilha de conteúdo em redes sociais, recolha de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
►
Os cookies analíticos monitorizam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
►
Os cookies de publicidade entregam anúncios personalizados com base nas suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
►
Os cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, juntamente com os fornecedores de cookies individuais.
Era um desses que tinha o meu jardineiro.
Tinha… já não tem? Ou já não é seu jardineiro?
(não era um Fiel Jardineiro, ou foi a crise…)
Olha quem ela é! Bem vinda 🙂
Vamo-nos encontrando em todas as esquinas, Patti. Les beaux esprits… 🙂
Bem-vinda ao blogue, Ana. Que seja o primeiro de muitos postais.
Obrigada, Pedro.
Espero que sim, gosto de estar por aqui.
“Disto ainda há”!!! O engenheiro José Sócrates tem um destes, descapotável !!
Será que era ele o jardineiro do nosso Anónimo??
Que eu saiba, tem (ou tinha) um muito mais recente e bem mais modesto, da série ‘Pagoda’.
Coisa mailinda.
É mesmo, Lili. Os meus avós correram a Europa num brinquedo destes. Este post foi uma homenagem a eles. 🙂
Coisa mais linda ainda (:
Bem-vinda, Ana. Estou muito feliz por te ter connosco :)))
Obrigada, querida Leonor. Eu também estou. 🙂
É só para desejar as boas-vindas a Ana Vidal, que não tenho o prazes de conhecer – coisa que não se resolva no nosso próximo encontro – e para acrescentar que acho que este Mercedes foi um dos mais belos carros da indústria automóvel.
(Não é coisa que não se resolva…, queria dizer)
Concordo inteiramente, eu que não ligo muito a carros. Mas estes, desta época, tinham personalidade própria e uma magia especial.
E obrigada pelas boas-vindas!
Bem-vinda, Ana! Que contes muitos anos por cá! 🙂
Obrigada! Todos nós, espero. 🙂
Cobiçadíssimo entre os clássicos ‘grand sport’, o 300 SL é cheio de personalidade e reconhecido em todo o mundo, com as suas portas de abertura em asa de gaivota.
Bem-vinda, Ana. Como pode ver, o prazer de a ter connosco é tão grande que até merece referência a dobrar no espaço dedicado aos autores. 🙂
Foi uma maneira de simbolizar que a Ana vale por duas… Mas já tratei do assunto, Jorge.
E eu que queria entrar discretamente, Pedro… mas, também, quem me manda chegar de Mercedes Benz?
Fico melhor agora, já reposta a minha verdadeira dimensão e diluída entre outras Anas (estamos em maioria, já viste?)
Bem, Jorge, nem cheguei a dar por isso… mas antes rainha por um dia que duquesa toda a vida! lol
Reparo que a Ana entrou duas vezes na relação de Autores! Não é exagero???
Bem-vinda, Ana! Já estava à espera que chegasse, não precisava de abusar com essa dupla entrada! Espero que se sinta em casa, porque ficamos todos a ganhar.
Pronto, pronto… já está tudo en su sitio.
Quem fica a ganhar sou eu, João.
Olá Ana, seja bem vinda ao nosso convívio. Ena, ena, entrou logo de Mercedes! Espero que não seja para cometer já um “Delito” de.. excesso de velocidade.
Ou de protagonismo, Carlos… mas isto é só hoje, para me fazer interessante… 🙂
Obrigada.
O cinzento-aço metalizado era a cor alemã de competição. Muito próprio dos anos 50, é igualmente um clássico este carro ter esta cor, com interiores em couro vermelho.
O do meu avô era branco com os estofos encarnados, em pele. Foi o carro mais bonito que ele teve, de longe (ele tinha a mania dos carros, devo acrescentar). 🙂
Lindíssimos estes “Gullwing”, que ainda me lembro de ver correr em rampas, quando eu era ainda muito miúdo. Tinham um pormenor muito curioso: como o volante era perfeitamente na vertical e de um tamanho muito avantajado, (como se usava na altura), para o condutor conseguir entar, sair e sentar-se no respectivo banco, o volante dobrava sob a coluna de direcção. Há vários e belos exemplares em exposição no Museu Automóvel da Maia, cuja visita aconselho vivamente aos fanáticos dos classic cars.
Parabéns, Ana, e para a próxima, se não quer dar tanto nas vistas, não venha de Mercedes… Venha de Aston-Martin, e não diga a ninguém que o seu nome é Bond… James Bond.
É verdade: já nem me lembrava desse detalhe curioso do volante que dobrava!
Só se for com o próprio Bond, Luís! Mas não com este último, que nem com um Aston-Martin me convenceria…
Ana, babei! Para além de ser fã da marca (mas acho que isso já sabias), este 300 SL Gullwing é uma relíquia. 🙂
É mesmo, Mike, e a intenção é babarmos todos. Para tristezas não contem comigo.
Olá colega ;)) Seja muito bem vinda!!
Muito obrigada pela calorosa recepção, colega! 😉