Além das máquinas de escrever “MESSA”, “ROYAL” e outras relíquias que havia no escritório da fábrica do meu pai, este foi um dos «brinquedos» favoritos da minha infância onde me entretinha, aos Domingos à tarde, horas a fio, a fingir que fazia contas. Havia ainda por lá outras já «mais modernas», («OLIVETTI») com várias manivelas, que tinham de ser rodar para a frente e para trás… Não havia computadores e, no entanto, a nossa capacidade para entender o mundo era igual à que temos hoje. Apenas uma diferença: com estas máquinas, sabíamos fazer melhores contas do que se fazem na actualidade. Um abraço.
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Face ao que vai por aí, faz falta voltar ao tempo em que 2+2 eram 4…
Na base 10… ups
Não conhecia a maquineta! Catita e com muita personalidade!
:))))
Isto é quase tão antigo como o chapéu pensador do Professor Pardal!
Hehe…
Além das máquinas de escrever “MESSA”, “ROYAL” e outras relíquias que havia no escritório da fábrica do meu pai, este foi um dos «brinquedos» favoritos da minha infância onde me entretinha, aos Domingos à tarde, horas a fio, a fingir que fazia contas. Havia ainda por lá outras já «mais modernas», («OLIVETTI») com várias manivelas, que tinham de ser rodar para a frente e para trás…
Não havia computadores e, no entanto, a nossa capacidade para entender o mundo era igual à que temos hoje. Apenas uma diferença: com estas máquinas, sabíamos fazer melhores contas do que se fazem na actualidade.
Um abraço.
Podes crer, Luís: faziam-se muito melhores contas.
Messa, a máquina de escrever portuguesa, com teclado HCESAR… Grande ideia para outro «passado presente».
Se ainda se usasse hoje, a crise demoraria mais a chegar…
Seria uma crise mais tranquila, sem ‘stress’…
Nunca tinha visto uma destas, João. Catita!
(para usar uma palavra que adoro e para imitar a MdSol…)
Bem catita! Claro que não é do nosso tempo!
Ia sugerir mas… claro que o João não a empresta a nenhum dos ministros… claro.
Claro que não. Eles que se entendam com o Magalhães.