Ah, temos artista! Uma das coisas de que tenho mais pena na vida é de não ter aprendido piano a sério. Cheguei a tocar flauta e viola, mas agora já só toco campainhas de porta.
Numa das casa onde vivi havia um piano destes, mas de meia cauda. Tinha um som lindo e dominava toda a casa. Tempos que já lá vão, tal como a casa… 😉
Aprendi solfejo e piano em garoto e ainda cheguei a tocar na festa anual do Conservatório do Porto, mas pouco ficou, Ana. Viola, só de ouvido, mas ~tenho uma para dar uns toques (sozinho, de preferência).
O que mais gosto ainda é um velho órgão (ou melhor: um harmónio de fole) vertical com um belo alçado e bem conservado, coisa dos anos 30/40 que comprei há tempos. O Pedro já lhe pôs as mãos também.
Dois anos, duas sensações. 1. As pessoas querem mostrar-se e gostam de ser vistas. 2. Três dias de dores nas costas, dois de cãimbras e um de ‘Voltaren’.
Lamento o ponto 2 … Quanto ao ponto 1 isso é notório. Vê-se nos gestos mais pequenos e nas roupas e em tudo. Enterneci-me a ver sobretudo os mais velhos com fatos de cerimónia…
Mas sabe? Ou saí muito cedo de lá ou imaginava muito mais gente. Admito que chegassem depois. Mas julgava que haveria mais movimento. Pode ser da crise, do medo da gripe ou então, eu imaginava mal. 🙂
Tenho a certeza de que saiu muito cedo. São milhares e milhares. A frente da procissão já leva horas e os últimos ainda estão a partir.
Está na hora de trocar a ‘primeira’ pela Terceira.
A Terceira foi a primeira ilha que eu conheci. Acho que conheço bem. E gosto muito muito dessa ilha. Por motivos objectivos e subjectivos rsrsr Foi na Terceira que ouvi verdadeiramente o silêncio. Aí para o meio da ilha, não sei explicar-lhe a localização… :))
Fiquei na mesma. Mas está muito diferente. Para melhor.
Não vou à Terceira para aí há 5 anos. Não sei ao certo. :))
Tal como já disse, está muito diferente. Para melhor.
Não toco piano, mas falo francês… Se lá tivesses posto também a banqueta, pedia-te para experimentar só um bocadinho. Detesto tocar de pé, faz-me lembrar o “fast-food”. Lindo, lindo, o Steinway e felizmente que disto ainda há. Gd. abraço.
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Uma beleza, João. Bem lembrado.
Também achei, Ana. Há poucos dias, toquei alguns acordes num destes, de cauda inteira.
Ah, temos artista!
Uma das coisas de que tenho mais pena na vida é de não ter aprendido piano a sério. Cheguei a tocar flauta e viola, mas agora já só toco campainhas de porta.
Numa das casa onde vivi havia um piano destes, mas de meia cauda. Tinha um som lindo e dominava toda a casa. Tempos que já lá vão, tal como a casa… 😉
Aprendi solfejo e piano em garoto e ainda cheguei a tocar na festa anual do Conservatório do Porto, mas pouco ficou, Ana. Viola, só de ouvido, mas ~tenho uma para dar uns toques (sozinho, de preferência).
O que mais gosto ainda é um velho órgão (ou melhor: um harmónio de fole) vertical com um belo alçado e bem conservado, coisa dos anos 30/40 que comprei há tempos. O Pedro já lhe pôs as mãos também.
Pois já. É uma beleza.
Olha olha e toca piano… Muito bem!
Uma frustração minha assumida há muito.
:)))
E já fui obrigado institucionalmente a fazer aquela procissão dois anos seguidos…
Sim? E qual é a sensação?
Bem, eu passei por lá antes (por volta das 14h). Já havia imensas pessoas sentadas à espera. Vim embora antes de começar.
:))
Dois anos, duas sensações.
1. As pessoas querem mostrar-se e gostam de ser vistas.
2. Três dias de dores nas costas, dois de cãimbras e um de ‘Voltaren’.
Lamento o ponto 2 … Quanto ao ponto 1 isso é notório. Vê-se nos gestos mais pequenos e nas roupas e em tudo. Enterneci-me a ver sobretudo os mais velhos com fatos de cerimónia…
Mas sabe? Ou saí muito cedo de lá ou imaginava muito mais gente. Admito que chegassem depois. Mas julgava que haveria mais movimento. Pode ser da crise, do medo da gripe ou então, eu imaginava mal.
🙂
Tenho a certeza de que saiu muito cedo. São milhares e milhares. A frente da procissão já leva horas e os últimos ainda estão a partir.
Está na hora de trocar a ‘primeira’ pela Terceira.
A Terceira foi a primeira ilha que eu conheci. Acho que conheço bem. E gosto muito muito dessa ilha. Por motivos objectivos e subjectivos rsrsr
Foi na Terceira que ouvi verdadeiramente o silêncio. Aí para o meio da ilha, não sei explicar-lhe a localização…
:))
Fiquei na mesma. Mas está muito diferente. Para melhor.
Não vou à Terceira para aí há 5 anos. Não sei ao certo.
:))
Tal como já disse, está muito diferente. Para melhor.
Não toco piano, mas falo francês…
Se lá tivesses posto também a banqueta, pedia-te para experimentar só um bocadinho. Detesto tocar de pé, faz-me lembrar o “fast-food”.
Lindo, lindo, o Steinway e felizmente que disto ainda há.
Gd. abraço.
‘Oui’, pois há. Ao preço de um Rolls. Destes anúncios é que já não há.