Pedro, a que tinha para te oferecer 😉 é uma Corona, penso que adquirida por volta de 1936 e que orgulhosamente herdei 🙂 Coloquei-a lá no meu canto mas atenção: fui eu, “pior que amadora”, quem tirou a fotografia (risos)
Uau! Por falar em elegância!!! Perante uma máquina assim quem não se transforma logo num escritor? A cor e tudo!!! É da tua colecção, Pedro? Lá em casa havia uma, de um verde mais claro, que devia ser já dos anos 60. Adorava escrever nela, apesar de não poder corrigir os erros senão com um pincel minúsculo e tinta branca, mas foi nela que transcrevi muitas receitas antigas de cozinha. Estes regressos ao passado-presente têm disto…
Aí pelos anos 60 havia realmente um modelo qualquer, já de ‘carroçaria’ em plástico, que era em verde claro. Com partes em creme ou cor de marfim, slavo erro.
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Uma Remington verde. Também havia a azul, bisavó do Magalhães…
Se arranjares um Magalhães, compadre, guarda-o. Daqui a umas décadas vai fazer um figurão junto das outras antiguidades.
Pedro, a que tinha para te oferecer 😉 é uma Corona, penso que adquirida por volta de 1936 e que orgulhosamente herdei 🙂
Coloquei-a lá no meu canto mas atenção: fui eu, “pior que amadora”, quem tirou a fotografia (risos)
Once, tens de voltar a pô-la lá. Agora fiquei com vontade de a ver.
já tá 😉
Já lá vou.
Uau! Por falar em elegância!!! Perante uma máquina assim quem não se transforma logo num escritor? A cor e tudo!!! É da tua colecção, Pedro?
Lá em casa havia uma, de um verde mais claro, que devia ser já dos anos 60. Adorava escrever nela, apesar de não poder corrigir os erros senão com um pincel minúsculo e tinta branca, mas foi nela que transcrevi muitas receitas antigas de cozinha.
Estes regressos ao passado-presente têm disto…
Colecciono tanta coisa… Só máquinas de escrever são três ou quatro. Foi o meu primeiro instrumento de trabalho, Ana.
Aí pelos anos 60 havia realmente um modelo qualquer, já de ‘carroçaria’ em plástico, que era em verde claro. Com partes em creme ou cor de marfim, slavo erro.
Esta é em metal, e bem pesada.