No meu caso é mais avós eheheh Aliás lembro-me vagamente do referido aparelho em casa de uma das minhas avós. :)))
No meu caso também, mas não digo…
Bem bem… Não me diga que é da minha ‘faixa etária’ eheheh
Parece-me evidente. Hehe…
…E além de riscarem o disco todo com aqueles sapatinhos de sola e de salto alto pontiagudo, ainda se “arriscam” a estar continuamente a bater na agulha, o que também não lhe deve dar saúde nenhuma… Além do mais, dançar sobre uma superfície continuamente a rodar, também não deve ser nada prático. A única grande vantagem, deve ser aquela que já foi enunciada por uma estrela da nossa canção popularucha: «A minha vida deu uma volta de 360º!». Há voltas que modificam completamente a nossa vida!…
Nah, nah!, nenhum destes dá voltas de 360º! Os desportivos, (como a bola é redonda), dão-nas no mínimo com 720º e os políticos, às vezes de 90, mas, quase sempre, de 180º. É por isso que está mal quando dizemos que eles querem é “dar-nos a volta”: o que eles querem, na verdade, é dar -nos a “meia-volta”. Está agora na altura de sabermos a lição de cor e mandá-los é a eles dar meia-volta. Qualquer coisa que lhes mude completamente a sua vida e, já agora, a nossa também, se não se importam…
Boa ideia! E já que falas em pescadinha, lembrei-me da lota… Vamos mandá-los a todos dar meia volta para o Senhor de Matosinhos, antes que acabe. Um abraço.
Disto é que já não há mesmo. Autêntica peça de museu. Velharia gostosa.
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O cartaz é catita. O que anuncia também. Tenho uma dúvida: o bailarino estará a dançar com a esposa?
:)))
Grrrr…
Assim riscam o disco todo, não há direito…
(Tenho uma coisa destas, mas sem a “corneta”. E ainda toca, desde que se dê à manivela)
Tive um semelhante ao seu até há pouco tempo.
Eu cruzei-me com um qualquer semelhante em pequenina.
:)))
Bem pequenina mesmo. Aí há uns 80 ou 90 anos…
ahahahahaha Boa.
Eu não disse que era igual ehehehe
:))))
E eu não acabei a frase: aí há uns 80 ou 90 anos faziam as delícias dos nossos bisavós!!!
No meu caso é mais avós eheheh Aliás lembro-me vagamente do referido aparelho em casa de uma das minhas avós.
:)))
No meu caso também, mas não digo…
Bem bem… Não me diga que é da minha ‘faixa etária’ eheheh
Parece-me evidente. Hehe…
…E além de riscarem o disco todo com aqueles sapatinhos de sola e de salto alto pontiagudo, ainda se “arriscam” a estar continuamente a bater na agulha, o que também não lhe deve dar saúde nenhuma… Além do mais, dançar sobre uma superfície continuamente a rodar, também não deve ser nada prático.
A única grande vantagem, deve ser aquela que já foi enunciada por uma estrela da nossa canção popularucha: «A minha vida deu uma volta de 360º!».
Há voltas que modificam completamente a nossa vida!…
Se a tua vida der uma volta de 360º… bem… com essa desenvoltura mental… qualquer dia és dirigente desportivo… ou político!
Nah, nah!, nenhum destes dá voltas de 360º! Os desportivos, (como a bola é redonda), dão-nas no mínimo com 720º e os políticos, às vezes de 90, mas, quase sempre, de 180º. É por isso que está mal quando dizemos que eles querem é “dar-nos a volta”: o que eles querem, na verdade, é dar
-nos a “meia-volta”. Está agora na altura de sabermos a lição de cor e mandá-los é a eles dar meia-volta. Qualquer coisa que lhes mude completamente a sua vida e, já agora, a nossa também, se não se importam…
Que tal deixá-los a rodar, tipo pescadinha de rabo na boca a andar de carrocel?
Boa ideia! E já que falas em pescadinha, lembrei-me da lota… Vamos mandá-los a todos dar meia volta para o Senhor de Matosinhos, antes que acabe.
Um abraço.
Disto é que já não há mesmo. Autêntica peça de museu. Velharia gostosa.
Onde é que eu já ouvi isso? Hehe…