Magnífica série, Pedro! Entrava também o Rob Reiner, não era? Era o genro com nome polaco… Esqueci-me foi do nome do patriarca, que se sentava sempre naquela poltrona e só ele se podia lá sentar. Como é possível ter esquecido o nome dele?
POis davam… Aquela voz esganiçada… Mas eu fiquei aqui muito preocupada… Já confundo os nomes, porque raio achei eu que o Archie se chamava Stanley?? Pronto… É a senilidade…
Olá Maresia Porque o ‘Stanley’ também faz parte da minha memória, fui pesquisar (perguntar a uma das minhas irmãs) e, Stanley era o nome do marido na série ‘Casei com uma feiticeira’ em que a protagonista era a Sally Field. O Stanley, que era sempre berrado; era na série ‘Laurel et Hardy’. “C’est moi Laurel, c’est toi Hardy Je suis le gros, tu est le petit”
Obrigada Virgínia!!! Eu ainda não tive tempo desde ontem de tentar desenterrar o Stanley e a sua origem das brumas da minha memória! Obrigada por ter feito isso por mim!
Há duas expressões que esta série imortalizou, Ana: «Cabeça de abóbora», forma como o Archie tratava o genro; e “Fecha a matraca”, frase que dizia com frequência à mulher quando estava sem saco.
Além do célebre grito de guerra «Archiiiiiiieeeeeeee» (da Edith)
As séries da RTP eram realmente fabulosas! Também quero lembrar “O regador mágico”, o “Casei com uma feiticeira”, que eram séries realmente divertidas!
Oh Pedro…, que magnífica recordação… Talvez seja um nadinha exagerado afirmar que esta série me ensinou imenso, mas se não foi tanto assim, andou lá perto… Fabuloso, o “Archie”.., fantásticas as suas tiradas e expressões faciais! Grande argumento e enorme actor. Todos eles, afinal, mas esse… ; o primeiro ‘mafioso’ irresistível de que me recordo. Coisa de antologia, realmente. Muito obrigada por me recordar!!
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Das coisas mais bem engendradas que já vi em televisão.
Esta está no top ten de sempre na TV.
Quanto a mim, bate-se com o “‘Allo, ‘Allo!” e o “Seinfeld”.
E o ‘Yes, Minister’, o ‘Fawlty Towers”…
O “Yes, Minister”, sim. O outro não me diz nada. Talvez eu não andasse por cá.
Magnífica série, Pedro! Entrava também o Rob Reiner, não era? Era o genro com nome polaco… Esqueci-me foi do nome do patriarca, que se sentava sempre naquela poltrona e só ele se podia lá sentar. Como é possível ter esquecido o nome dele?
É, Ana. O Rob Reiner, excelente realizador, era o genro do inolvidável, inesquecível impagável… ARCHIE BUNKER.
É isso mesmo! Archie!!!
Eu adorava o Stanley.. Adorava a série…
Logo os trinados iniciais da Edith Bunker davam vontade de rir.
POis davam… Aquela voz esganiçada… Mas eu fiquei aqui muito preocupada… Já confundo os nomes, porque raio achei eu que o Archie se chamava Stanley?? Pronto… É a senilidade…
Olá Maresia
Porque o ‘Stanley’ também faz parte da minha memória, fui pesquisar (perguntar a uma das minhas irmãs) e, Stanley era o nome do marido na série ‘Casei com uma feiticeira’ em que a protagonista era a Sally Field.
O Stanley, que era sempre berrado; era na série ‘Laurel et Hardy’.
“C’est moi Laurel, c’est toi Hardy
Je suis le gros, tu est le petit”
Boa!
Obrigada Virgínia!!! Eu ainda não tive tempo desde ontem de tentar desenterrar o Stanley e a sua origem das brumas da minha memória! Obrigada por ter feito isso por mim!
Muito bom mesmo! Há uns anos repetiram (não sei em que canal) Sempre que podia aí estava eu prantada frente à TV.
:))
Repetiram – e voltei a ver quase tudo. Gravei. E nunca me canso de rever.
Engraçado. Lembro-me do nome da série, as caras são-me conhecidas, mas já não tenho memória da substância…
Troca impressões com a Maresia. Ela há-de entender-te…
Eh pá… Vocês vivem centrados na tralha do passado e eu não… :-))))
O passado não é ao centro. É há tempos… atrás!!!
No meu caso, que já sou velhinha, é h+a muito tempo atrás… Depis os nomes embaralham-se-me…
E as letras também. Hehehe…
Oh que figuras!!! Um blog todo sério e tudo…
Pois, alguém terá que me entender 🙂
E acha que eu consigo????
Não sei. Mas se não tentar, nunca saberei…
Cambada de noctívagos… é sempre assim noite após noite…
E, depois, ainda se queixam que o país não vai para a frente…
Vai para a frente, pois. Ninguém dá por nada porque é pela calada da noite…
Corja de malandros. Sempre a comentar noite após noite…
Gostava tanto desta série… (olha a nostalgia a vir ao de cima) 😉
Inesquecível, esta!
(e dela também pode tirar frases lapidares para a sua série das frases, Pedro)
Há duas expressões que esta série imortalizou, Ana:
«Cabeça de abóbora», forma como o Archie tratava o genro;
e
“Fecha a matraca”, frase que dizia com frequência à mulher quando estava sem saco.
Além do célebre grito de guerra
«Archiiiiiiieeeeeeee» (da Edith)
É verdade! Mas quase todas as tiradas do Archie eram antológicas…
Pois eram, Ana.
As séries da RTP eram realmente fabulosas!
Também quero lembrar “O regador mágico”, o “Casei com uma feiticeira”, que eram séries realmente divertidas!
«Casei com uma Feiticeira» era excelente, de facto, Virgínia. Hei-de falar dessa série aqui.
Uma das melhores séries de todos os tempos: inteligente e mordaz!
Retrato de uma época, inclusive de uma época política, Ricardo. E com um humor que continua tão fresco como nessa altura.
– Archiiiiiiiieeeeeee!
– Yes Edith…
Eu ADORAVA a série! Obrigada!
Oh Pedro…, que magnífica recordação…
Talvez seja um nadinha exagerado afirmar que esta série me ensinou imenso, mas se não foi tanto assim, andou lá perto…
Fabuloso, o “Archie”.., fantásticas as suas tiradas e expressões faciais!
Grande argumento e enorme actor.
Todos eles, afinal, mas esse… ; o primeiro ‘mafioso’ irresistível de que me recordo.
Coisa de antologia, realmente.
Muito obrigada por me recordar!!
Série de antologia, na verdade, Margarida.
Excelente. Excelente. Excelente.