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Ena, Leonor! São da RTP-1 ou do canal 2? Hehe…
Ora João, na altura tudo se resumia a RTP 😉
Eu sei: eram livros a preto-e-branco. Hehe…
Excelente lembrança, Leonor: esta colecção não podia faltar aqui. Era muito miúdo mas lembro-me bem do acontecimento que foi esta colecção, parceria da RTP com a Verbo: quase todos os livros foram ‘best sellers’. Na mesma altura, a Europa-América lançou os seus livros de bolso, que eram novidade quase absoluta no Portugal dessa época. Diferença assinalável: a colecção RTP terminou no número 100 e os livros de bolso da E-A continuam. Embora a milhas da qualidade que tinham então.
Também era muito miúda, Pedro, acho que ainda nem sabia ler ou escrever. Só sei a data porque a minha mãe escreveu a data no primeiro, mas lembro-me muito bem do sucesso e da alegria que constituía fazer uma colecção destas na altura. São duas estantes cheiinhas.
Li vários livros desta colecção. “Aparição”, de Vergílio Ferreira. “O Jogador”, de Dostoeivski. “A Tia Tula”, de Unamuno.
Não me lembro se li algum desta colecção. Agora sou incapaz de o fazer, um contra-senso, eu sei, mas venero livros antigos e tenho medo de os estragar. Aconteceu-me o mesmo com Gabriela Cravo e Canela, edição brasileira de 1962.
Nunca tive a colecção completa: gosto de a ir completando aos poucos. Mas vários livros só têm mesmo valor inseridos na colecção: de quatro em quatro volumes, aparecia uma obra tipo almanaque ou informação-útil que hoje vale apenas como curiosidade histórica.
Os meus pais é que fizeram a colecção, não sei quantos volumes existem ao todo.
Cem exactos.
Em casa deles, Pedro 😉
Também li o Aparição nesta colecção (um livro quase em pedaços, mas tinha as páginas todas, que era o importante). Já o Manhã Submersa foi nos da EA.
Também tenho esta colecção e a dobrar. Uma era dos meus pais e a outra dos meus sogros. Sabe Leonor eu também adoro livros e guardo tudinho. A minha sorte nas heranças é que o outro lado (cunhado) não gosta de livros…que pena ehehehehe fico eu com todos.
Sempre houve muitos livros em casa dos meus pais, já vinham do meu avô materno, e não sei viver sem eles também 🙂
Acontece-me o mesmo, felizmente: crescemos entre livros e o meu avô materno tinha uma biblioteca notável.
Enganei-me, João, a mania já vinha do meu bisavô que comprou uma biblioteca a alguém. Sou capaz de passar horas em livrarias ou numa biblioteca mas tenho dois problemas: leio devagar, pelo menos, para meu gosto e sou bulímica a comprar livros.
Mas que boa lembrança! Eu já era crescidita quando a colecção apareceu. Lembro-me bem do entusiasmo que provocou. Livros bons e muito baratos. Se quiser espreitar um post com algumas dicas sobre esta colecção veja no blog aluaflutua: ivros+RTP
http://aluaflutua.blogspot.com/search?q=l
:)))
Também me lembro muito bem do entusiasmo. Agora são relíquias, mas lá continuam todos arrumadinhos e amarelados do tempo. Obrigada pela dica. Já lá fui espreitar 🙂
Também eu me lembro bem de mais. Crescidote…
ehehehe
Cá para mim o ita é mais do que o ota
:))
Bela lembrança, Leonor! Em casa dos meus pais também havia muitos destes. Não sei onde foram parar, mas eu não fiquei com nenhum…