O Tio Patinhas tinha um sobrinho azarado que se chamava Donald. Como acontece naqueles contos de fadas que um dia se tornaram reais, esta saga da BD humanizou-se em Portugal em duas versões.
Para os adeptos do Tio Patinhas, temos a história de um sobrinho azarado (Sócrates) tramado por um tio (Júlio Monteiro). A história ainda não acabou, mas acredito que tenha um final feliz para o sobrinho, para desgosto dos fãs do Tio Patinhas.
Para os adeptos do Pato Donald, temos um tio (Isaltino Morais) que decidiu dar parte da sua fortuna a um sobrinho taxista que vive na Suíça, fazendo-o finalmente feliz.
Só que esta história não tem um final feliz para os fãs do Pato Donald. O sobrinho de Isaltino não teve cabecinha e delapidou a fortuna em três tempos. Acabou constituído arguido por prestar declarações falsas em Tribunal. O tio, provavelmente, safa-se.
Assim se demonstra que os contos de fadas podem ter finais felizes, mesmo quando são os “maus” a vencer.

Para o primeiro caso, vou pensar quem será a Margarida. Para o segundo, desisto de pensar.
Talvez por nunca ter sido grande fã da BD , a minha preferência sempre foi para a Maga Patalógika ….
Na volta… Na volta o verdadeiro nome do segundo sobrinho é Gastão…
A ver vamos.
Excelênte comparação. Parabéns.
Pelas bandas de Madrid, o Tio Patinhas deixou de ser um livro de banda desenhada para se tornar num Tio Florentino. Que comprou o Pato Ronaldo para lhe encher a caixa forte do tamanho da torre se Pisa.
Tem a bengala do poder de transformar negócios impossíveis, em transferências sensacionais. Agora espera-se que essa mesma bengala e os óculos sem hastes presos bem na ponta do nariz tragam, os resultados desportivos que todos esperam do Ronaldo e companhia, numa constelação de estrelas que ofuscam o espaço confundindo o Santiago Bernabeu, com Santiago galáctico.