Patxi López é o nome deste Senhor que vos trago hoje.
Decorria o mês de Março de 2002 quando chegou à liderança do Partido Socialista Euskadi (PSE), membro do Partido Socialista Obrero Español (PSOE). Desde cedo rompeu com a linha orientadora do PSE até então, que procurava construir uma frente antinacionalista com o Partido Popular, líder da oposição Vasca ao tempo. Recusou sempre ascender ao poder com o Partido Nacionalista Vasco e nunca se aliou ao Partido Popular.
Ousou mais: acreditou que era possível o PSE existir por si, lutar por si e conquistar o País Vasco com as suas ideias, ideais e princípios.
Sete anos volvidos torna-se o primeiro lehendakari (Chefe do Governo Vasco) não nacionalista, facto conseguido, agora sim, com o apoio do Partido Popular.
Patxi escreve com a sua mão uma nova página desta região tão conturbada de Espanha.
Socialistas ou não, todos devemos desejar o seu sucesso.

Gosto bastante de ler os seus textos e por isso fica aqui um reparo: na nossa língua não existe país vasco, mas sim Basco.
Pedro, agradecendo o elogio digo-lhe que foi de propósito que escrevi com “V”. Gosto de ir buscar as origens das culturas e dos povos de que escrevo. Sei que há jornalistas que assim falam e escrevem e por simpatia adoptei essa peculiaridade.
De qualquer forma fico-lhe grato pela chamada de atenção dizendo-lhe que em bom português tem toda a razão.
Abraço!
Que o poeta Alegre faça e o mesmo e se torne o lehendakari de Coimbra.
André: fizeste muito bem em trazer aqui o Patxi López, protagonista de um novo ciclo histórico no País Basco espanhol. Chega ao poder por mérito próprio, contra as opiniões de muitos ‘estrategos’ madrilenos que nada percebiam do assunto e revelando uma inegável coragem política. Merece o nosso elogio e o nosso apoio.