Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
24 comentários em “Pensamento da semana”
Isso será uma realidade enganadora para os bons.
Os bons tornam-se melhores pelo convívio com entre os pares, fazem-se superlativos no estímulo gerado pela exigência e ambição dos mesmos, nunca pela bitola dos maus.
Dizem os grandes pensadores que «os maus servem para fazer os bons ainda melhores». Se pensarmos bem, um assalto à mão armada, em plena luz do dia, não é um crime. É um workshop intensivo de desapego material e elevação moral.
Imaginemos a cena. Terça-feira, duas da tarde, no Chiado. O sol brilha, os pombos defecam com a alegria típica da capital, e o Salvador desce a rua com o seu novíssimo iPhone 17 Pro Max em titânio na mão. O Salvador é um dos «bons».
É então que entra o «mau». O Fábio. O Fábio usa um fato de treino do Paris Saint-Germain (provavelmente falso, porque a economia está difícil para todos) e traz consigo uma navalha que comprou na loja do chinês.
O Fábio aproxima-se do Salvador e, anuncia o início da sessão de terapia:
— «Passa para cá a carteira e o telemóvel, oh beto de merda, antes que te faça um sorriso novo!»
Reparem na poesia. O Fábio não quer apenas os bens materiais; ele quer desconstruir a identidade privilegiada do Salvador. Ele está ali para o tornar melhor.
O Salvador, não reage. Ele entrega o iPhone (que agora vai servir apenas de pisa-papéis de luxo, graças ao FaceID) e a carteira em pele vegan. Nesse exato momento, o Salvador transcendeu. O Fábio libertou-o das amarras do capitalismo selvagem!
Mas a magia do Fábio — este altruísta de navalha na mão — não se fica pelo Salvador. Os «bons» que assistem à cena em redor também sofrem uma melhoria instantânea:
O estudante de Sociologia do ISCTE, sentado na esplanada, fica ainda melhor. Porque ganhou ali material de primeiríssima linha para a sua tese sobre «A Apropriação Forçada de Bens como Grito de Socorro face à Gentrificação».
A influencer do outro lado da rua fica ainda melhor. Ela sacou do telemóvel a tempo de filmar os últimos três segundos da fuga do Fábio. Aquele Reel no Instagram, com o filtro a preto e branco, uma música triste da Billie Eilish e a legenda “#LisboaInsegura: Até quando? 🙏🏼💔”, vai render-lhe 50 mil likes.
No fim, o Fábio afasta-se a correr pela Rua do Carmo. Levou 40 euros em dinheiro e um telemóvel bloqueado. Financeiramente, o assalto foi um desastre. Mas, espiritualmente? O Fábio operou um milagre.
Obrigado, Fábio. Onde o Estado falha e a polícia não chega, tu dás-nos a oportunidade de sermos heróis na nossa própria cabeça. Realmente, sem os maus, nós, os bons, não teríamos assunto nenhum para o jantar.
Se não consegues ver o copo meio cheio, deita a água fora.
Emigra para fora da zona de conforto, para veres o que significa conforto
E, sobretudo, desinstala as redes sociais, a partir de 1 de setembro, para o apagão digital. Usa apps europeias, o sms e o telefone. Prontos, e o mail.
Pois, pois, abelha.
A teoria funcionalista da maldade é o fundamento da religião “ópio do povo”, como dizia o outro, e reduz os homens a uma récua de broncos condenados a perdoar, ou a uma vara de brutos condenados a ofender.
E que também rendeu muito em bulas e indulgências até os protestantes darem cabo do negócio, para não se dizer que os maus não pagavam os seus pecados, ora essa.
Como dizia o Millôr, Jesus disse para dar a outra face, mas não para levar o chapadão. “Dar a outra face” significa “dar outra oportunidade”, e não ser masoquista pio, ou pio masoquista.
É verdade que, segundo Jesus, tinha que se fazer o frete ao oportunista setenta vezes sete – ou mudar de cidade, digo eu.
E também ele, o manso Filho do Homem, perdeu a pachorra e acabou a correr à vergastada os vendilhões do Templo.
Os maus não servem para nada – que não seja servirem-se e atazanarem os outros.
Se alguém é bom, convém que se recate para não ser abusado e ainda acabar mau por amargurado; e por outro lado, convirá também que seja humilde, “melhorar” o quê e para quê?
O óptimo é inimigo do bom, e o bom melhorado cheira a orgulho à légua…
Dizem por aí que o ocidente está em declíneo e eu penso que sim. Uma civilização que renega visceralmente e com ar de grande proeza o seu passado, os seus pilares básicos como o judaico-cristão é óbvio que está em declíneo. Quem não sabe de onde veio e onde está nunca poderá saber para onde vai. Os engenheiros sociais têm tido grande sucesso no ataque contínuo aos valores deste pilar sobretudo a família a qual querem substituir pelo Estado e o próprio Deus que deve ser destruído para que nada nem ninguém possa surgir no mesmo plano ou até acima do sacrossanto Estado todo poderoso omnipresente e omnipotente. O Estado que é a derradeira pessoa de bem mas que depois bem sabemos o que acontece quando o seu poder é ilimitado.
Não vou a uma missa nem igreja a não ser em momentos de felicidade dos que se casam ou baptizam ou de extrema dor pelos que partiram mas isso não quer dizer que deteste a religião da minha civilização nem que a renegue ou queira ver destruída, porque quando e se ela for destruída uma parte muito substancial da nossa civilização também o será e morrerá com ela. Até porque o que vimos no séc XX quando o Estado assumiu o controlo total na URSS ou na Alemanha nazi não foi nada bonito de se ver.
Ocidente com os seus pilares judaico-cristão e greco-romanos, sempre!
O pior é quando os maus tentam passar como bons, veja se o caso do ex-diretor da PJ , como é que alguem pode apelidar o trabalho dele bom!!!!??? Deixou o PCC e o Comando vermelho entrar com passadeira vermelha, os bandidos parece que armas de fogo não lhes faltam…a impunidade é tanta, que ate em plena Lisboa ja temos aqueles crimes em que se dispara a partir de carros em movimento!! A ideia de que Luis Neves foi um bom diretor da PJ é de uma insanidade total !! Para o poder politico até pode ter sido bom…mas para quem anda na rua, foi uma nulidade total!!
– um espinho vivo na garganta do primeiro-ministro
– um hotel Hilton na Parede que tresanda a corrupção, dada a volumetria extra que apresenta em relação ao PDM
– uma época de exames transformada numa experiência social única, só por que sim, temos de inovar e abrir os olhos, diz o ministro – de tanto abrir até lhe saltam para fora das órbitas
Eu já não sei…o incompetente do ex-diretor da pj ( quem deixa o pcc e outros se instalar em Portugal com todas as mordomias não tem outra designação) , mas se como ex-diretor da pj já era mau, então como Ministro da Administração Interna é uma nulidade, tira me quase mil policias das nossas ruas perigosas para os oferecer aos Aeroportos( não admira a bajulação que o Pinto Luz lhe fez) , agora vai tirar policias das zonas metropolitanas para colocar na baixa lisboetas…ao ponto que isto chegou!!! Mas enfim…
Depende de saber se somos bons ou somos maus. Muitíssima gente, demasiada gente, acredita que é bom ou que está a agir bem…
O bem e o mal andam de mãos dadas e ninguém é 100% bom. As circunstâncias, bem como o livre arbítrio, determinam as boas e más atitudes…
A verdade é que o bem e o mal existem, ao contrário do que juram alguns ingénuos, geralmente muito mal informados.
Havendo mal e bem, há necessariamente maus e bons. Queiram ou não queiram certas almas cândidas que imaginam a vida como uma sucessão de festivais de música de Verão à beira da praia.
Sobre os bons e os maus, existe uma enorme subjetividade e tudo depende do ângulo da coisa. Por exemplo, para a administração americana o regime iraniano é mau e ela é boa, no entanto, para o regime iraniano será o contrário. Para mim o regime iraniano é horrível mas para o camarada Guterres até foi merecedor de felicitações.
Eu sei distinguir entre bons e maus. Não necessito dos palpites de Guterres e muito menos do Trump para me sentir iluminado sobre tal assunto.
Há 16 anos e sete meses.que escrevo aqui sobre bons e maus. Sem falsas modéstias, creio ter-me enganado quase nunca.
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Isso será uma realidade enganadora para os bons.
Os bons tornam-se melhores pelo convívio com entre os pares, fazem-se superlativos no estímulo gerado pela exigência e ambição dos mesmos, nunca pela bitola dos maus.
Tem a certeza?
Tenho e a realidade demonstra-o a todo o momento. No entanto haverá sempre a excepções à regra.
Dizem os grandes pensadores que «os maus servem para fazer os bons ainda melhores». Se pensarmos bem, um assalto à mão armada, em plena luz do dia, não é um crime. É um workshop intensivo de desapego material e elevação moral.
Imaginemos a cena. Terça-feira, duas da tarde, no Chiado. O sol brilha, os pombos defecam com a alegria típica da capital, e o Salvador desce a rua com o seu novíssimo iPhone 17 Pro Max em titânio na mão. O Salvador é um dos «bons».
É então que entra o «mau». O Fábio. O Fábio usa um fato de treino do Paris Saint-Germain (provavelmente falso, porque a economia está difícil para todos) e traz consigo uma navalha que comprou na loja do chinês.
O Fábio aproxima-se do Salvador e, anuncia o início da sessão de terapia:
— «Passa para cá a carteira e o telemóvel, oh beto de merda, antes que te faça um sorriso novo!»
Reparem na poesia. O Fábio não quer apenas os bens materiais; ele quer desconstruir a identidade privilegiada do Salvador. Ele está ali para o tornar melhor.
O Salvador, não reage. Ele entrega o iPhone (que agora vai servir apenas de pisa-papéis de luxo, graças ao FaceID) e a carteira em pele vegan. Nesse exato momento, o Salvador transcendeu. O Fábio libertou-o das amarras do capitalismo selvagem!
Mas a magia do Fábio — este altruísta de navalha na mão — não se fica pelo Salvador. Os «bons» que assistem à cena em redor também sofrem uma melhoria instantânea:
O estudante de Sociologia do ISCTE, sentado na esplanada, fica ainda melhor. Porque ganhou ali material de primeiríssima linha para a sua tese sobre «A Apropriação Forçada de Bens como Grito de Socorro face à Gentrificação».
A influencer do outro lado da rua fica ainda melhor. Ela sacou do telemóvel a tempo de filmar os últimos três segundos da fuga do Fábio. Aquele Reel no Instagram, com o filtro a preto e branco, uma música triste da Billie Eilish e a legenda “#LisboaInsegura: Até quando? 🙏🏼💔”, vai render-lhe 50 mil likes.
No fim, o Fábio afasta-se a correr pela Rua do Carmo. Levou 40 euros em dinheiro e um telemóvel bloqueado. Financeiramente, o assalto foi um desastre. Mas, espiritualmente? O Fábio operou um milagre.
Obrigado, Fábio. Onde o Estado falha e a polícia não chega, tu dás-nos a oportunidade de sermos heróis na nossa própria cabeça. Realmente, sem os maus, nós, os bons, não teríamos assunto nenhum para o jantar.
Se não consegues ver o copo meio cheio, deita a água fora.
Emigra para fora da zona de conforto, para veres o que significa conforto
E, sobretudo, desinstala as redes sociais, a partir de 1 de setembro, para o apagão digital. Usa apps europeias, o sms e o telefone. Prontos, e o mail.
❓️❓️❓️
Pois, pois, abelha.
A teoria funcionalista da maldade é o fundamento da religião “ópio do povo”, como dizia o outro, e reduz os homens a uma récua de broncos condenados a perdoar, ou a uma vara de brutos condenados a ofender.
E que também rendeu muito em bulas e indulgências até os protestantes darem cabo do negócio, para não se dizer que os maus não pagavam os seus pecados, ora essa.
Como dizia o Millôr, Jesus disse para dar a outra face, mas não para levar o chapadão. “Dar a outra face” significa “dar outra oportunidade”, e não ser masoquista pio, ou pio masoquista.
É verdade que, segundo Jesus, tinha que se fazer o frete ao oportunista setenta vezes sete – ou mudar de cidade, digo eu.
E também ele, o manso Filho do Homem, perdeu a pachorra e acabou a correr à vergastada os vendilhões do Templo.
Os maus não servem para nada – que não seja servirem-se e atazanarem os outros.
Se alguém é bom, convém que se recate para não ser abusado e ainda acabar mau por amargurado; e por outro lado, convirá também que seja humilde, “melhorar” o quê e para quê?
O óptimo é inimigo do bom, e o bom melhorado cheira a orgulho à légua…
Enfim, devemos combater tudo o que meta religião ao barulho, sobretudo se for a tenebrosa religião cristã. Essa religião tão mas tão má, que teve no seu centro um homem que veio ao mundo pregar a paz e o perdão… que maldoso!
Enfim, aconselho-a a ler:
https://www.archivebuttons.com/articles?article=https://observador.pt/opiniao/mamiferos-doutores-islamismo-e-ciencia/
Dizem por aí que o ocidente está em declíneo e eu penso que sim. Uma civilização que renega visceralmente e com ar de grande proeza o seu passado, os seus pilares básicos como o judaico-cristão é óbvio que está em declíneo. Quem não sabe de onde veio e onde está nunca poderá saber para onde vai. Os engenheiros sociais têm tido grande sucesso no ataque contínuo aos valores deste pilar sobretudo a família a qual querem substituir pelo Estado e o próprio Deus que deve ser destruído para que nada nem ninguém possa surgir no mesmo plano ou até acima do sacrossanto Estado todo poderoso omnipresente e omnipotente. O Estado que é a derradeira pessoa de bem mas que depois bem sabemos o que acontece quando o seu poder é ilimitado.
Não vou a uma missa nem igreja a não ser em momentos de felicidade dos que se casam ou baptizam ou de extrema dor pelos que partiram mas isso não quer dizer que deteste a religião da minha civilização nem que a renegue ou queira ver destruída, porque quando e se ela for destruída uma parte muito substancial da nossa civilização também o será e morrerá com ela. Até porque o que vimos no séc XX quando o Estado assumiu o controlo total na URSS ou na Alemanha nazi não foi nada bonito de se ver.
Ocidente com os seus pilares judaico-cristão e greco-romanos, sempre!
??
Os bons servem para não confundir os assim assim ou medíocres com bons . Para não confundir o Cavaco com um bom governante, por exemplo..
O pior é quando os maus tentam passar como bons, veja se o caso do ex-diretor da PJ , como é que alguem pode apelidar o trabalho dele bom!!!!??? Deixou o PCC e o Comando vermelho entrar com passadeira vermelha, os bandidos parece que armas de fogo não lhes faltam…a impunidade é tanta, que ate em plena Lisboa ja temos aqueles crimes em que se dispara a partir de carros em movimento!! A ideia de que Luis Neves foi um bom diretor da PJ é de uma insanidade total !! Para o poder politico até pode ter sido bom…mas para quem anda na rua, foi uma nulidade total!!
Prefiria mais três semi-reboques com amoníaco a:
– um espinho vivo na garganta do primeiro-ministro
– um hotel Hilton na Parede que tresanda a corrupção, dada a volumetria extra que apresenta em relação ao PDM
– uma época de exames transformada numa experiência social única, só por que sim, temos de inovar e abrir os olhos, diz o ministro – de tanto abrir até lhe saltam para fora das órbitas
Eu já não sei…o incompetente do ex-diretor da pj ( quem deixa o pcc e outros se instalar em Portugal com todas as mordomias não tem outra designação) , mas se como ex-diretor da pj já era mau, então como Ministro da Administração Interna é uma nulidade, tira me quase mil policias das nossas ruas perigosas para os oferecer aos Aeroportos( não admira a bajulação que o Pinto Luz lhe fez) , agora vai tirar policias das zonas metropolitanas para colocar na baixa lisboetas…ao ponto que isto chegou!!! Mas enfim…
Depende de saber se somos bons ou somos maus. Muitíssima gente, demasiada gente, acredita que é bom ou que está a agir bem…
O bem e o mal andam de mãos dadas e ninguém é 100% bom. As circunstâncias, bem como o livre arbítrio, determinam as boas e más atitudes…
O bom ou mau depende do bicharoco que cada um de nós alimenta.
Provavelmente alimentamos os dois. Depende das circunstâncias.
A verdade é que o bem e o mal existem, ao contrário do que juram alguns ingénuos, geralmente muito mal informados.
Havendo mal e bem, há necessariamente maus e bons. Queiram ou não queiram certas almas cândidas que imaginam a vida como uma sucessão de festivais de música de Verão à beira da praia.
Sobre os bons e os maus, existe uma enorme subjetividade e tudo depende do ângulo da coisa. Por exemplo, para a administração americana o regime iraniano é mau e ela é boa, no entanto, para o regime iraniano será o contrário. Para mim o regime iraniano é horrível mas para o camarada Guterres até foi merecedor de felicitações.
Eu sei distinguir entre bons e maus. Não necessito dos palpites de Guterres e muito menos do Trump para me sentir iluminado sobre tal assunto.
Há 16 anos e sete meses.que escrevo aqui sobre bons e maus. Sem falsas modéstias, creio ter-me enganado quase nunca.
Já agora não conheço professor nenhum que dê notas ponderadas pela percentagem de maus. Um 14 não passa a 20 por haver mais 2 e 3.
Assim, desse modo, será desdizer os velhos ditados:
“Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”
“A má companhia torna o bom mau e o mau pior”
“As más companhias corrompem os bons costumes”
Há ditados para todos os gostos e nas direcções mais opostas. Seja em que tema for.
Um dia até gostaria de fazer uma série de postais com base nisso.
Agradecimento a Luís Neves pela grandeza do seu milagroso exemplo.
De ter aberto a porta ao PCC e Comando Vermelho?