1. «Entre os estreantes na corrida, Fernando Lopes teve o ‘pódio’ em Lagos (Faro) com 21,13 por cento e o pior resultado percentual no concelho do arquipélago da Madeira de Porto Moniz (03,06 por cento). Os votos no comunista Fernando Nobre atingiram a maior percentagem em Avis (Portalegre), com 44,16 por cento, e a menor no concelho madeirense da Calheta (0,90 por cento).»
‘Notícia’ das 6.16
2. «Nas eleições presidenciais de domingo, Cavaco Silva foi reeleito Presidente da República com 52.94 por cento dos votos, com o candidato do PCP, Francisco Lopes, a ficar em terceiro lugar, atrás de Manuel Alegre. Alegre obteve 19.75 por cento dos votos, Fernando Nobre 14.1, Francisco Lopes 7.14,José Coelho 4.5 e Defensor Moura 1.57.»
‘Notícia’ das 15.33

Na verdade Sócrates e Mário Soares
os grandes vencedores
Sócrates vence sempre, mesmo perdendo. E o comunista Fernando Lopes ficou em terceiro, à frente ou atrás do comunista Nobre, tanto faz.
Que grande confusão!
Coisa linda, não é?
Não estará na altura de vender a Lusa? De borla, claro, se não ninguém lhe pega.
Estes exemplos, entre tantos outros, reflectem bem a balbúrdia lá reinante.
Balbúrdia bem patente na ausência aparente de um livro de estilo. Repara só: num ‘take’ as fracções decimais estão (bem) assinaladas por vírgulas enquanto no outro estão (mal) assinaladas por pontos.
Quem viu a agência e quem a vê agora… Está mesmo a precisar de uma boa vassourada.
ok, a primeira notícia é das 6 da manhã, e a essa hora não há pódio que aguente; mas a outra, a meio da tarde é indesculpável.
a não ser que o desgraçado que escreveu a das 4 e tal da tarde tenha sido o mesmo que escreveu a das 6 e tal da manhã. ou vice-versa.
O mesmo? Olha que não…
estava só a pôr uma hipótese
🙂