O insulto, seja em privado ou proferido em público, tem efeitos terapêuticos. Não há nada como um bom palavrão, no momento certo, para descomprimir.
Parece que hoje em dia há quem os queira substituir com os placebos "neoliberal" e "neoconservador". Espanto dos espantos, há mesmo quem fique mais ofendido do que se lhe aplicassem um palavrão com as letras todas.
Confesso que nesta matéria sou conservador, sem ser neo. Nada, absolutamente nada, substitui um bom palavrão. Disse.

O Arnaldo Saraiva até explica ‘cientificamente’ a propriedade de certo vernáculo.
:))
Eis um homem que explica sem papas na língua os tratos de polé de que sofre cada vez mais a nossa língua.
Concordo. Nada mesmo.
Isso do Neo não era a personagem do matrix?
Assino por baixo, Paulo.