Por falar em demissões…


Cristina Ferreira de Almeida,

… não haverá mais ninguém a ouvir a voz da consciência? Uma vozinha a sussurrar baixinho: "como tencionas explicar o teu papel nesta embrulhada?"

10 comentários em “Por falar em demissões…”

  1. Não sei se VC sabe o que é consciência, Cristina. Penso que terá de ser a Comissão da AR a explicar e mostrar-lhe a porta de saída.
    Por uma vez, uma Comissão da AR ( por acaso presidida por uma mulher socialista) mostra ao país que quando os deputados querem, podem prestar bom serviço ao país. São uma minoria, eu sei, mas o problema da AR não é a quantidade, é a falta de qualidade dps deputados que a integram.

  2. Sem voz na consciência
    e com falta de visão,
    tamanha foi a incompetência
    na actividade de supervisão.

    Tamanha é a embrulhada
    completamente irresponsável,
    originando uma alhada
    de profundidade impensável.

    O embrulho rosado,
    deste tesourinho deprimente,
    reflecte um país atrasado
    governado displicentemente.

  3. Vitor Constâncio não ouve a voz da consciência porque ou ela(voz) está afónica ou ele não a tem (consciência).

  4. Quando não sei dizer melhor, procuro quem sabe. Se me permite, transcrevo aqui um post de José Medeiros Ferreira:

    “Fumaça tóxica
    A tentativa de equiparar a responsabilidade de Vítor Constâncio à dos autores materiais das fraudes bancárias é uma operação perversa e eivada de má fé. Quem nos quer entreter com assuntos colaterais desta natureza.? Os pecadores precisam de novo de um Agnus Dei?”

  5. Chamar cordeiro a Constâncio, mesmo em latim, parece-me qualquer coisa próxima de um pecado capital! O Vital preferiu compará-lo à polícia. Também não me parece muito feliz mas é, certamente, menos pretensioso.

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