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Não é que eu queira fazer de advogado do Diabo, mas em lado nenhum na notícia vem demonstrado que foi cometido algum crime. Houve alguma “adjudicação directa” fraudulenta? Houve alguma ilegalidade cometida pela empresa ou pelo(s) seu(s) proprietário(s)?
É verdade que a fronteira entre o lobbying (das coisas mais naturais nos EUA, por exemplo) e o tráfico de influências é muito ténue, mas, a bem do jornalismo de referência, também seria importante para a credibilidade da própria notícia demonstrar de que forma é que foram cometidas ilegalidades ou mesmo ilegitimidades. Não basta levantar suspeitas…
Mas quem é que falou em crime?
mas também se fala em ilegalidade e ilegitimidade. Cadê elas?
Tudo legal, André.