Portugueses: – Com orelhas de burro e p’ró canto da sala, já!


Laura Ramos,

Afinal, não temos desculpa. Ou por outra –  e como eu sempre digo -, quem o elegeu não tem perdão.

Algures, lá atrás, José Sócrates teve um vislumbre de auto consciência, quiçá um último lampejo de verdade, antes de se lançar no terrível lago de Narciso, encantado pelo reflexo de si próprio.

Ele tinha avisado!

2 comentários em “Portugueses: – Com orelhas de burro e p’ró canto da sala, já!”

  1. Laura,
    Nem tudo o que luz é ouro.
    Justamente!
    Lembro apenas que o “nosso” Primeiro deu a entrevista em 16 de Setembro de 2000, como primeiro e indicativo sinal de que o que ele diz significa, exactamente, o seu contrário.
    Há que saber ler…

    1. Hum…o caro Anónimo quer então falar a sério… Explicar-me o que são estratégia e chicana políticas, superfície e conteúdo, moeda de ouro e moeda falsa. Iniciação às técnicas da jogatana do poder, 1º capítulo do ‘Príncipe’ (versão condensada). E por aí fora…
      Lamento.
      Porque eu digo agora, a rir, o que ele disse (a rir-se de nós) em 2011. E precisamente porque ele queria dizer (a sério) o seu exacto contrário.
      Sabe, Anónimo? (simpatizo consigo):
      – Há que saber ler!
      Concordo em absoluto e devolvo o conselho (sem paternalismos…)

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