MANUEL ALEGRE
A reboque do ex-presidente da câmara de Viana do Castelo, conduziu uma campanha pela negativa, diabolizando o seu principal adversário e contribuindo para congregar em torno de Cavaco Silva muitos eleitores pouco satisfeitos com o mandato presidencial. Literalmente abandonado pelo aparelho socialista, cada vez mais identificado com o Bloco de Esquerda, procurou satisfazer segmentos antagónicos do eleitorado, numa espécie de quadratura do círculo. Uma estratégia que não satisfez ninguém e acaba de ser fortemente penalizada nas urnas. Nada a ver com a candidatura de 2006.
DEFENSOR MOURA
Sai deste escrutínio com um resultado irrisório sem nunca ter explicado verdadeiramente aos portugueses por que motivo entrou na campanha presidencial. Ao longo destas semanas notabilizou-se apenas por agitar o chamado ‘caso BPN’, com os resultados que esta noite ficaram à vista de todos: em vez de prejudicar Cavaco, beneficiou-o. No campeonato dos ‘pequenos’, foi claramente derrotado por José Manuel Coelho apesar de ter beneficiado de um protagonismo nos debates pré-campanha que foi negado ao madeirense.
JOSÉ SÓCRATES
Surgiu duas vezes em palco, nos comícios de Manuel Alegre, apelando ao voto no candidato que o PS apoiou oficialmente. E viu um dos seus principais ministros, Augusto Santos Silva, protagonizar as habituais declarações dignas de elefante em loja de porcelana. Verá a coabitação com Belém ainda mais difícil daqui por diante num momento em que é cada vez mais patente o seu divórcio com os portugueses – incluindo largos milhares de eleitores socialistas, que ostensivamente rejeitaram a sua recomendação de voto. Confirma-se: é incapaz de acertar numa estratégia presidencial.




Já era de esperar…
Quem semeia ventos colhe tempestades…
Se Manuel Alegre ganha-se era o fim dos portugueses ,desde que o PS esta no poleiro e so desgraças em portugal é o partido dos desempregador ,é contar quantos postos de travalho deu aos portugueses , e quantos mandou para o desemprego ,rua com esses poranoicos do PS
Quem se mete com o PS, leva! E o candidato apoiado pelo PS levou, mesmo, uma grande tareia:
– a começar, da própria direcção socialista (no mínimo, dúbia/venenosa);
– passando pelos “soaristas” (como demonstra o resultado positivo de Nobre);
– e, finalmente, mais importante ainda, de Cavaco e do povo (da maioria dos votantes e, igualmente, de uma grande parte dos abstencionistas).
Que dia/noite tão alegre!
Adenda1: ficarei atento às reacções socialistas versus bloquistas, e vice-versa, nos próximos dias…
Adenda 2: e, em 2011, serão “varridos” do Poder.
Eu pergunto ao sr.Gonçalo Correia porque razão o partido socialista tem que ser varrido do poder em 2011? Este Governo não foi eleito democraticamente até 2013?
Foi sim senhor, mas não está a fazer nada daquilo que disse que fazia. Só fez pior. Teve maioria, mas não absoluta. Portanto, tendo em conta que o trbalho que esta a fazer não é bom, tem de se demitir. É assim que funciona, se não sabe trabalhar, rua!
Nem mais! Quem não sabe governar, não deve governar. A democracia tem destas coisas.
se não valerem os comentários ao post, que será deste ? Qualquer, obviamente mesmo entre os derrotados, enxerga mais ou menos o mesmo. Aliciante, porque impossivel de comprovar, é desmistificar os votantes. Dissecá-los. Um candidato fê-lo para captar os abstencionistas. Significa que se não o tivesse feito, a soma daria 70 % de abstencionistas ? A abstençao não desceu. Quem votou nele ? Na suposiçao que os BE votaram alegre, em quem votaram os socialistas ? Na suposiçao que o ps são 30 % e metade destes são flutuantes, em quem votaram os 15% “militantes” ? Mas tudo isto é nada. O Cavaco ganhou, como era previsivel ainda antes de ser candidato. Interessante, ccomo curiosidade, o Coelho ter ganho a cavaco no Funchal. E, afinal, onde está avalanche de votos brancos resultantes de tantos que escrevem nestes espaços e que afirmam não acreditar em ninguém ? Se bem que o coelho teve 5 %.
Não me parece que os candidatos fossem os derrotados! Parece-me mais uma vez é que os portugueses é que foram derrotados!
Esse seu raciocínio é o da Fox News às avessas. McCain não perdeu em 2008. Quem perdeu, disseram eles quando Obama venceu, foi o povo americano.
Em democracia há que saber ganhar e saber vencer. E há sobretudo que respeitar a regra de ouro: triunfa quem a maioria dos eleitores escolhe.
Dir-se-ia que não devíamos ter Presidente com a Vitória absoluta da abstenção
Os abstencionistas não ganham nada pelo simples fato de que não existem na democracia! Nenhum representante dos abstencionistas é eleito nem pode ter qualquer influência das decisões do país e como tal na vida dos próprios abstencionistas. Numa democracia – ganha à custa de uma revolução contra uma ditadura onde existia 100% de abstenção pelo simples fato de não se poder votar – como dizia: numa democracia – em que o voto é um direito opcional, só importa quem vota. Quem não vota é como se não existisse. è algo do género: eu voto, logo existo, ou logo tenho o direito de escolher quem me representa nas tomadas de decisão. Quem não vota não delega o seu poder a ninguém, logo é poder que se perde, ou melhor, que é redistribuído pela maioria, ou seja, em última análise, um abstencionista acabou de votar em Cavaco Silva, assim como nas últimas eleições legislativas um abstencionista votou no PS e no PSD. Sim, porque hoje em dia, um partido que em algum lugar tem 9999 votos e precisava daquele voto daquele abstencionista para ver o seu representante eleito vê entrar em ação a lei da redistribuição de votos proposta por Sócrates, aprovada por Passos Coelho e promulgada por Cavaco, onde os 9999 votos num partido mais pequeno são RISCADOS da história e “transferidos” para o candidato da maioria (PS ou PSD consoante o fator espaço-tempo) que dos 10 mil votos necessários ainda só tinha 1 – o seu.
Por causa desta lei e destes intervenientes que por mais votos das suas bases tenham tido, como já disse, só foram eleitos por causa da ajuda da abstenção, temos hoje menos democracia – um pouco mais próximo do que acontecia em 24 do famoso Abril do que dos ideais do pós 25.
Os abstencionistas tanto pediram que lhes foi concedido: a inexistencia dos seus votos não só nada vale, como cada vez mais vale para quem continua no poleiro – os mesmos de sempre e quem os abstencionistas paradoxal e ironicamente gostariam de deixar de ver…
## Hoje Cavaco foi eleito com uma “maioria” de 25% dos eleitores. Eu não gosto do Cavaco mas admiro mais quem foi sábio o exerceu o seu direito ao votar neste repugnante (é exatamente este o sentimento carinhoso que nutro por ele) Presidente do que quem ficou em casa a deixar que decidissem por si.
## “Amanhã” temo que não seja Luar e por exemplo ou tenhamos voto obrigatório ou uma distribuição de votos ainda menos democrática ou um Presidente nomeado pelos deputados da assembleia, ou, caso a abstenção chegue a níveis críticos, hajam políticos a ver nisso um sinal de que estamos de novo prontos para mais um Salazar, uma nova ditadura, uma nova suspensão da democracia, mais umperíodo negro na nossa história em que gostaríamos de votar mas não podemos porque já é tarde de mais!
Os abstencionistas existem e já somam mais de seis milhões e isso sim é uma questão que a democracia deve interrogar, PORQUÊ? Não acredite que há seis milhões de portugueses que não se importam com os destinos do país, a questão é muito mais profunda e a saúde da nossa democracia exige que se trace um diagnóstico urgentemente.
O maior cego é aquele que teima em não querer ver. Ainda por cima com abas de lado. A cassete já está mais que gasta. De resto há agora tecnologia mais moderna para gravações, para que os “papagaios” possam usar. É pena, que na antiga pátria “do sol que iria iluminar todo o mundo” e respectivas colónias e satélites não houvesse toda esta liberdade e democracia e acabasse na miséria generalizada em que acabou. Repugna-me melgas e pirilampos como o chico esperto autor deste artigo. Vai trabalhar e deixa-te de invejas e complexos.
mesmo se não estivesse a compreender bem, o teu comentario, a reacção do pedro correia é fantastica. Admirável mesmo. Intriga-me como é que uma pessoa experiente se permite a tal resposta.
Os discursos de Sócrates e Louçã foram sinistros…
Para homem derrotado, José Sócrates apresentava ainda assim bom semblante…
A avaliar pelo resultado das sondagens hoje divulgado relativamente aos índices de confiança nos partidos,
não me parece ser o resultado obtido «cada vez mais patente o divórcio com os portugueses».
Tadinhos… Estamos fartos de chulos de padrinhos e de afilhados. Acho que isto explica tudo. Vão trabalhar… Não morrerem todos….
Manny
Te todos os comentários feitos às Presidenciais, como democrata respeito a ideia de cada um, mas não podiamos esperar outro resultado, devido à instabilidade dos outros candidatos e ficou mostrado que nas legislativas vai ser dado o ponpapé de saída a quem o merece. Temos que mudar de palhaçada, já não têm graça alguma. Fora com eles………
O quê, o teu pai também lá está. Boa, dá-lhes forte.
Não me parece que Sócrates tenha sido um perdedor; livrou-se de vez de Alegre, que tem sido uma pedra no sapato do PS; e estará melhor com Cavaco, que é muito parecido com ele em termos de política económica, do que com Alegre, que o iria chatear muito mais como Presidente.
Concordo. Sócrates, fingido ou hipócrita como lhe queiram chamar, quis ver-se livre, de uma vez por todas, de Manuel Alegre. Como quis ver-se livre de Mário Soares em 2006, a quem instigou a concorrer. E Soares, por uma vez, cego pelo poder (o que sempre mais o encantou) deixou-se levar ao matadouro, qual cordeiro inocente que caminha para o matadouro. Só que em 2006, Sócrates pensou que se livrava ao mesmo tempo de Soares e Manuel Alegre, condenado que estaria a uma mísera votação. As coisas não correram assim, chegou agora a vez arrumar com os maiores adversários internos, não aqueles que lhe podem disputar a liderança, mas aqueles que o podem criticar – o que não tolera – e fazer mossa na governação. Amarrou Alegre ao apoio do PS para que não fosse uma voz contra o governo na campanha e preveniu um PR que, utópico e saudoso das esquerdas dons bons velhos tempos, lhe boicotasse as manobras governativas. Ou pensam que o pateta alegre, uma vez no poleiro, seria um Presidente de bom senso? Quem renegou a campanha a 2006 e alienou a cidadania, trocando-as pelas acusações soezes de 2011, não merecia outra coisa. Se há tantas coisas contra Cavaco (BPN, casa, etc.) porque não fazem uma acusação formal na justiça? Porque esperam?
No meio de toda esta miséria, resta um mínimo de bom senso (há quem lhe chame sabedoria) no povo português, pelo menos naquela parte do povo que saiu de casa e foi votar.
A abstenção resulta, creio, do cansaço e da profunda desilusão com a classe política. Mas o povo também é interesseiro e só vota quando sente que há alguém que lhe “leve à porta” o carrinho com que toda a vida sonhou. Não esqueço o caso daquele apoiante de Cavaco Silva, em 1887, quando furou a segurança e se abraçou a Cavaco Silva gritando: “Já tenho o meu automóvel. Agora já posso ir para onde quiser”. Era isso (e se calhar não era pouco) o que o senhor esperava daquelas eleições legislativas. Estamos conversados.
Muito querem vocês ver o Socrates derrotado … o homem nem era candidato mas também perdeu. Por detrás de pensamentos e discursos elaborados esconde-se alguem cheio de medos e fantasmas !!!!
A analise que Pedro Correia faz neste post , é a chamada realidade pura e dura. Que nós já sabíamos que José Sócrates é uma nulidade a escolher candidatos presidenciais, não é novidade, agora que opte pela burrice em detrimento da razão, já custa mais a reconhecer a alguém que é 1º ministro..um mau 1º ministro. Cavaco Silva beneficiou da campanha suja que os restantes candidatos de esquerda lhe moveram e essa estratégia, ninguém percebeu. O povo português não gosta dessa táctica que não leva a lado nenhum. Clientelismo na campanha de Cavaco?? Talvez, não sei, mas há pior exemplo de clientelismo do que o que se passa á volta do PS no caso face oculta, esse sim na barra do tribunal? Ontem as eleições, mostraram-nos 3 derrotas que foram autenticas tareias politicas. O pateta Defensor Moura ou será melhor chamar-lhe Tiririca Português” acabou como politico e agora só poderá ambicionar o lugar de presidente da junta de freguesia ou da casa amarela de Barcelos …
Acho que a pergunta mais correcta, na minha opinião, seria, porque não votaram cerca de seis milhões de portugueses? Essa sim é uma grande questão, porquê? Eu sou um dos que não fui votar, pela primeira vez exerci o meu direito de não votar. Que não se pense que o fiz de ânimo leve e tal como eu de certeza que houve muitos portugueses com o mesmo dilema que o meu. Um país politicamente adulto e democraticamente responsável devia questionar-se analisar profundamente porque é que a abstenção soma tantas vitórias consecutivas e cada vez maiores, PORQUÊ? Diz-se que nos alheamos dos problemas nacionais e deixamos as decisões na mão dos outros, e será assim? será que abstenção não é também um grito de revolta contra contra toda esta fantochada em que caiu a nossa democracia? Veja-se como o vencedor apregoava aos sete ventos que poderia haver um crescimento dos juros da divida externa se não houvesse um vencedor na primeira volta. Isto é a nossa democracia actual no seu melhor e pela voz do seu Presidente. A democracia está doente, os motores da democracia estão viciados. Dir-me-ão que no acto de votara não há nenhum motor viciado da democracia que me impeça de votar seja em quem for, e é verdade, mas tudo é feito antes e de uma forma hábil para que aquilo que não é pareça ser e para aquilo que é não o pareça. É por isso que não surgem candidatos que mobilizem o eleitorado e que os independentes que aparecem não consigam ganhar. As máquinas partidárias encarregam-se de fazer o trabalho de casa e na maior parte das vezes e como se viu nesta campanha, um trabalho sujo. Quero ver se o Presidente eleito e que tal como diz é-o de todos os portugueses se vai interrogar sobre esses seis milhões que não compareceram a votos, e o que pensa fazer para mobilizar mais de metade dos portugueses nesta tarefa de enriquecer a democracia. Tudo cai no esquecimento, já foi eleito e isso é que é importante e é esta filosofia que está a adoecer as democracias. Os nossos avós e pais lutaram para que usufruíssemos do direito de decidir os nossos destinos, mas partiram do pressuposto que aos lugares cimeiros só se chegava com honestidade, clareza de ideias, frontalidade e muita ambição para elevar o país a maiores patamares, não contavam que os escroques da politica conseguissem perpetuar-se nela e criar uma roda onde vão girando e revezando-se uns aos outros e partilhando entre si o poder pessoal abdicando escandalosamente dos interesses nacionais. Vão e vem e o que fizeram ontem esquecem amanhã e as máquinas bem montadas e oleadas encarregam-se de fazer a respectiva lavagem cerebral aos incautos (ainda somo um povo politicamente imaturo) para que os interesses instalados não se desmoronem. É tudo isto e o cansaço de tantos anos de democracia desbaratada que me levaram a exercer o meu direito de não votara e vão ver que ninguém lá de cima se vai preocupar com isso. Abraço
O sistema de vasos comunicantes conduz ao sempre em pé do costume.
Para mim vamos ter mais 5 anos de Cavaquismo, um fenómeno profundamente enraizado em Portugal…. e que ontem ficou mais uma vez bem demostrado.
Quanto aos outros candidatos, não lhes reconheço postura e categoria para sequer rivalizar com esse fenómeno cavaquista.
Manuel Alegre teve um grande problema entre mãos: lidar com o apoio do PS, neste momento foi mais prejudicial que benéfico, isto porque os portugueses estão fartos do governo até á ponta dos cabelos, este factor fez com que fugissem votos noutra direcção, e muito do eleitorado socialista fugiu para Cavaco, Alegre é arrogante e maldizente, tem o rei na barriga, fez uma campanha mesquinha e destituida de projectos ou ideias minimamente credíveis, teve a sua recompensa ontem á noite…… uma misera pontuação……
Os outros candidatos foi o que se esperava, ou quase: José Manuel Coelho foi a grande surpresa da noite: ganhou ao Cavaco no Funchal, terra de ppd´s e obteve uns honrosos 4,5% a nível nacional, se este homem tivesse um pouco de dom de oratória e tivesse tido as oportunidades que os outros tiveram na comunicação social….. não sei até onde poderia ter chegado, mas lá que podia ter incomodado muita gente não tenho dúvidas.
Sem papas na língua, disse o que lhe vai na alma, denunciou a ditadura vigente na Madeira, falou dos podres existentes na politica e no governo de Portugal, com poucos ou nenhuns apoios, este homem simples foi GRANDE, sabemos que não concorreu para vencer, isso é uma utopia e ele é uma pessoa de bom senso e está ciente da realidade, mas, os objectivos a que se propôs foram amplamente conseguidos…..
Parabéns José Manuel Coelho, eu fui um dos portugueses que orgulhosamente votou em TI, Obrigado.
A mentira e a calúnia que fizeram parte da campanha dos candidatos apoiados pela esrquerda deu a vitória ao actual Presidente.Espero que ele use os seus poderes para não permitir que este (des)governo continue a desgraçar o povo e o País.
Será que Socrates foi mesmo derrotado ??, Ora reparem, regra geral os Presidentes em exercicio ganham a reeleição, Socrates sabia disso, apoiou Alegre, que é visto como a ovelha negra no PS, e dessa forma queima-o politicamente, aceita o apoio conjunto com o BE de forma a serenar os animos com eles, sabia perfeitamente que um apoio conjunto com outro partido completamente oposto iria penalizar o candidato, dessa forma arrasta o BE tambem para a derrota.
Depois, com a vitoria do Cavaco, Socrates tem a proteção dele para evitar que o PSD crie uma crise politica a qualquer preço para o assalto ao poder, Socrates sabe que Cavaco é um homem sensato que não quer aliar uma crise financeira a uma crise politica e vai tentar assim segurar por mais algum tempo Passos Coelho a ver se os mercados aliviam a pressão dos juros dando algum conforto ás medidas do governo.
Por isso, será que Socrates perdeu mesmo ??
Eu aposto que o Sócrates não votou em Manuel Alegre!!!!
Esta é de caras…….
Meu caro poeta pela boca morre o peixe,logo vi quando o sr começou com a falta de educação,teve o que merecia agora lhe resta uma solução escrever livros que em nem gosto ou voltar a fugir para a Argélia,ou pensa que o povo é tão parvo como o sr ?
Teve o que merecia Parabens Sr Cavaco Silva pela sua vitória e pela sua educação de demonstrou cá para mim o poeta devia estar bebado.
Sócrates ganhou!
Para ele seria uma chatice o Alegre ter ganho, pois dá-se muito melhor com o amigo Cavaco.
Cavaco e Sócrtaes apenas divergem em fait divers tipo casamento gay: são os dois maravilhosamente gananciosos, egoístas, e intelectualmente estéreis… Mas o Povo ADORA ser mandado por gente assim.
A verdadeira dimensão da derrota desta nossa democracia, está expressa nos votos dos madeirenses.
39% de votos de protesto!
São mais importantes do que colocar outros candidatos no poder!!!
o Socrates terá uma coabitação tal como teve no anterior mandato e viu-se livre de um grande incómodo do partido. portanto foi um vencedor destas eleições
não concordo com o texto aplicado a Sócrates. na verdade o elogio rasgado feito a Cavaco (” o povo português votou na estabilidade”) diz bem dos designios de expansão pessoal do 1º ministro que ultrapassam em muito os do governo, assembleia, etc. O mesmo dirá Cavaco que, ganhando, consegue o sossego necessário para o melindre dos casos BPN, onde se envolveu mais os amigos de ginjeira e pode prosseguir o trilho do poder efémero e não executivo. A coisa é mais simples do que parece.