Prioridade imediata


Pedro Correia,

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É urgente desnazificar a Rússia.

38 comentários em “Prioridade imediata”

  1. Tal como aconteceu com o termo “negacionista” durante a pandemia, andar agora a ver quem é que afinal é mesmo “nazi”, além de vulgarizar e relativizar os fenómenos originais com o meme facebookiano, é um exercício que mascara o essencial: um ditador da era comunista quer reconstituir o maior império falhado da história.

    Até onde chamar-lhe nazi (uma indignação bem pouco eficaz, porque não é realista) permite que ele avance no terreno?

      1. Não, ó estúpido — sou cagacionista. Estou-me a cagar pró Covid.

        Podias ter argumentado, mas preferiste ser burro e ranhoso. Deve ser de nascença.

          1. Se acreditas que alguém fica ofendido por lhe chamarem negacionista então és bem mais tosco do que parece à primeira vista. Não sei o que te diga mais, não há remédio para casos como o teu.

            Olha, experimenta ir aos “pugramas” do Goucha, nunca se sabe se ele não tem uma receita qualquer que te agrade.

            1. Vai tu aos programas do Goucha que ele gosta é de convidar todo o tipo de escumalha fascista. Os mesmos que acham que ele não devia existir.

            2. Claro que deve existir. Tu é que não deverias existir. O Goucha pelo menos sabe fazer bolos.

  2. Já se procede, sem problemas, à desratização. Não existirá uma equipa que consiga a desnazificação russa?

  3. Em 2001 a ignorância destruiu os Budas de Bamyan. Não houve mortes a lamentar, mas a selvajaria criou ondas de revolta por todo o mundo.
    Em 2022 a ignorância, a estupidez e a brutalidade comandadas por um verdugo megalómano reles e cruel, está a destruir uma nação, a destruir bens e a violar e a matar gente. Muita gente. Esta barbárie criou ondas de revolta por todo o mundo.
    E?

    1. “Está a destruir uma nação”, e todo o mundo assiste sem lhe deitar a mão.
      Enquanto chovem de todo o lado apoios rendilhados o povo Ucraniano continua a ser ferozmente martirizado.

  4. Ele avança no terreno até alguém o parar. É assim com todos, os que começam guerras, quer lhe chamem nazi ou outros nomes. Mas não deixa de fazer mossa, pelo menos junto dos proxy que o têm defendido e desculpabilizado.

        1. Putin financiou o Salvini e o Farage e a Le Pen e os separatistas catalães e os coletes amarelos em França e a AfD na Alemanha. E deu muito dinheiro para a desinformação que levou ao Brexit.
          Quanto para pior para a Europa, melhor para ele.

          Mas isso acabou no dia 24 de Fevereiro.
          Agora só vocês, estalinistas e neonazis, ainda o apoiam.
          Não distingo entre uns e outros. Tudo a mesma escumalha.

          1. Isto é que é jornalismo
            ‘bora desembarcar na Kamchatka e seguir até Moscovo, mas só com gente letrada.
            E mais jornalismo
            No CManhoso, de hoje, ‘A vida íntima do Putin’.
            Ah, aquele jornalismo a dar notícias ‘Ponderada a visita do Papa à Ucrânia’, sempre a soldo do imperialismo soviético, do pc de cá e do medina calado que nem um rato.

          2. Pronto, cunhou-me como “escumalha”, sem me conhecer de lado nenhum, e assim terminou, vitorioso, o debate! Parabéns.

            Só acho que é mais difícil desnazificar o nosso quintal do que a Rússia e essa devia ser a prioridade, independentemente de quem financia quem.

            Mas já agora dou-lhe a minha opinião. Acho que Putin é um homem pouco emotivo e nada impulsivo, é frio e calculista, e homens assim não olham a meios para atingir os objetivos. O objetivo é impedir a Ucrânia de ser um país livre e democrático, e não tendo conseguido atingir este objetivo com a ocupação rápida da Kiev e a substituição do governo, consegui-lo-á destruindo o país com uma guerra que pode durar anos. Ou seja: o actual estado de coisas interessa a Putin. O sofrimento que as sanções económicas podem causar ao povo russo é-lhe indiferente e o isolamento da Rússia é-lhe favorável politicamente, pois é um ditador.

            Posto isto, parece-me que, ou a guerra pára o mais depressa possível, ou Putin ganha. A ideia de que Putin está a perder a guerra porque o povo ucraniano é muito resistente e porque na redes sociais e televisões a malta do ocidente decidiu instituir como norma moral o cancelamento de tudo o que vem da Rússia, o que resultou numa espécie de não-debate sobre as causas deste conflito, é um absurdo.

            E como se pára esta guerra? Com intervenção militar dos países da NATO e consequente apocalipse nuclear? Talvez. Uma solução diplomática? Não, jamais, já fui apelidado de escumalha uma vez e não quero ser outra, portanto jamais falar com Putin, o financiador de nazis…

            Assim sendo, olhe, começar por desnazificar Portugal, desoligarcaquizar Portugal, etc… Vamos tarde, muito tarde, mas é o que há. Não ter nazis que possam ser financiados parece-me uma solução interessante.

            1. Não há guerra. Há uma agressão brutal a um Estado soberano por parte de outro, com a agravante dd o agressor ser membro permanente do Conselho de (In)segurança da ONU.
              Numa escala muito superior, acontece hoje na Ucrânia o que aconteceu em 1975 em Timor, invadido pela Indonésia e que resistiu durante 24 anos.
              Ninguém chamou “guerra” a isso. Foi uma invasão, uma tentativa de anexação à margem do direito, uma agressão impiedosa e sanguinária.

            2. Bem, Guerra na Ucrânia é o que vejo toda a gente a chamar ao que está a acontecer. Se quem começou foi a Rússia, se o criminoso é o líder russo, isso é outra questão. Mas confesso que sou mau com jogos de palavras e semântica não é a minha área. Aliás, reduzir o que está a acontecer a um criminoso que manda num exército e decidiu invadir um pais vizinho é exactamente o não-debate de que falo. Ninguém debate assim, por exemplo, a segunda guerra mundial e o nazismo, nem no Canal História. Se o fizeram na altura? Impossível saber. Só sabemos o que acontece hoje. E hoje temos isto, quem não está comigo, está contra mim. O homem médio pensa em forma de tweets.

              E acho que ninguém se torna escumalha por tentar perceber por que razão os alemães, e não só, a partir de um determinado momento decidiram andar todos de braço esticado e a seguir cegamente um louco. Também ninguém é escumalha por questionar por que motivo são tolerados nazis nas tropas ucranianas. E sendo esses nazis portugueses… Bem, termino como comecei: prioridade número um, desnazificar Portugal.

            3. Eis um neonazi da ala “moderada”.
              Vem aqui apelar à compreensão pelos factores que na década de 30 levaram milhões de alemães a esticar os braços direitos.
              Ele são assim: começam a defender o Putin e acabam a justificar o Hitler.
              Isto anda tudo ligado.

            4. e acrescento mesmo só para terminar: Putin é financiador de grupos/partidos neonazis, e são admitidos neonazis nas trocas ucranianas… Bem, há aqui qualquer coisa que, no mínimo, merece uma reflexão.

            5. Exatamente, exatamente, é aí mesmo que está a questão: não se trata de uma guerra, nem sequer de um conflito, mas de uma pura e simples agressão contra um país com assento na ONU, cinicamente validada pelo direito de veto que o agressor pode usar na mesmíssima ONU!

              Bem vê, Pedro, que por mais bonecos que faça há sempre neos-isto e neos-aquilo que padecem sem cura, cronicamente, de síndrome da saia curta…

            6. Olha lá ó Raine, não achas que já chega de pátuá? Pega lá no taco e desnazifica aquele lugar onde o sol não brilha.

    1. Se a escumalha neonazi morrer a combater o exército de Putin, são dois tiros de uma só cajadada: a escumalha neonazi morre, que é o único destino que merece, e os soldados russos também morrem. Ora, em condições normais não desejaria a morte de soldados russos até porque ninguém lhes perguntou se queriam combater. No entanto, nesta situação a morte de soldados russos é o mal menor. Não querem falecer? Desertem ou rendam-se.

  5. O Canadá é uma democracia?
    O que é o AZOV?
    Há pesquisa de armas biológicas na Ucrania?
    Qual é o paralelo entre a crise dos mísseis de Cuba e a expansão da NATO até à fronteira com a Rússia?

    1. Tu na escola eras aquela criança que quando apanhada a portar-se mal respondia “mas o outro fez pior!”? A porcaria que os imperialistas americanos fazem no mundo todo não justifica a porcaria que a Rússia está a fazer na Europa. Abaixo todas as escumalhas imperialistas!

    2. Qual é o paralelo entre a crise dos mísseis de Cuba e a expansão da NATO até à fronteira com a Rússia?

      Nenhum?

      1. Paralelo nenhum.
        Aliás a NATO já tem pelo menos cinco países com fronteira terrestre com a Rússia. Basta olhar para um mapa da Europa durante quatro ou cinco segundos para se perceber.

        1. Claro que sim… Nós sabemos isso. E o Putin e os pró-putins também sabem. Só que mentem e usam a desculpa da NATO para ocultar os seus impulsos imperialistas e a vontade criminosa de esmagar os povos livres.

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