Errado. Se é como uma farda, a frase devia ser: As pessoas de direita usam fato e gravata como os militares usam farda. Quantos padres de sotaina terá ele visto nos últimos vinte anos? O Miguel passou-se. Hehe…
Quanto ao livro de Alice Duarte “Estudos de Caso no Interior da Classe Média”, errado também. ‘Case studies’ traduz-se como “casos de estudo” e não “estudos de caso”. E “Caso no Interior da Classe Média” não conheço. Conheço o Caso Casa Pia, o Caso Freeport, etc., mas não esse. A autora passou-se também. Hehe…
Pois claro, só existe dress code para as pessoas de direita! Senão o Jerónimo de Sousa andaria sempre de fato de macaco e o M. Portas com barba de 3 quinze dias, t-shirt ranhosa debaixo da camisa preta e boina à Vitorino. A alusão à sotaina deve vir das visitas contínuas ao núcleo do BE em Braga ou então do seu longínquo convívio com os padres da Opus, que não a tiram.
Os padres de ‘sotaina’ que o Miguel Portas imagina por aí, que eu saiba, só existem nas telenovelas da TVI. De resto, o mais vulgar é ver-se gente de esquerda com gravata – incluindo José Sá Fernandes, que em 2007 foi o candidato do BE por Lisboa. O próprio Trotsky, figura tão inspiradora para a tribo bloquista, nunca andava sem ela. O Bloco, sempre atento ao ‘dress code’, inventou uma nova farda: obrigatório nunca usar gravata. Espero ao menos que o benfiquista MP, quando vai ao estádio da Luz, não se esqueça de levar o cachecol encarnado ao pescoço. É isso: ‘dress code’. De uma forma ou outra, nunca conseguimos escapar a ele.
Isto é pura e simplesmente ridículo, especialmente vindo de alguém que tinha a obrigação de dizer e pensar algo mais inteligente e substancial. Para estes BE’s de ideias pré concebidas, já não há pachorra…
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Errado. Se é como uma farda, a frase devia ser: As pessoas de direita usam fato e gravata como os militares usam farda.
Quantos padres de sotaina terá ele visto nos últimos vinte anos? O Miguel passou-se. Hehe…
Quanto ao livro de Alice Duarte “Estudos de Caso no Interior da Classe Média”, errado também. ‘Case studies’ traduz-se como “casos de estudo” e não “estudos de caso”.
E “Caso no Interior da Classe Média” não conheço. Conheço o Caso Casa Pia, o Caso Freeport, etc., mas não esse. A autora passou-se também. Hehe…
E as pessoas de esquerda engolem cassetes. Como os ANTIGOS gravadores.
Pois claro, só existe dress code para as pessoas de direita!
Senão o Jerónimo de Sousa andaria sempre de fato de macaco e o M. Portas com barba de 3 quinze dias, t-shirt ranhosa debaixo da camisa preta e boina à Vitorino.
A alusão à sotaina deve vir das visitas contínuas ao núcleo do BE em Braga ou então do seu longínquo convívio com os padres da Opus, que não a tiram.
Estereótipos, típico das mentes “abertas” de alguns bloquistas.
Os padres de ‘sotaina’ que o Miguel Portas imagina por aí, que eu saiba, só existem nas telenovelas da TVI. De resto, o mais vulgar é ver-se gente de esquerda com gravata – incluindo José Sá Fernandes, que em 2007 foi o candidato do BE por Lisboa. O próprio Trotsky, figura tão inspiradora para a tribo bloquista, nunca andava sem ela.
O Bloco, sempre atento ao ‘dress code’, inventou uma nova farda: obrigatório nunca usar gravata. Espero ao menos que o benfiquista MP, quando vai ao estádio da Luz, não se esqueça de levar o cachecol encarnado ao pescoço. É isso: ‘dress code’. De uma forma ou outra, nunca conseguimos escapar a ele.
Na última Convenção vi um delegado de gravata.)) Qualquer um pode ter uma frase infeliz, desta vez foi Miguel Portas.
O Pedro tenta disfarçar porque ontem tinha gravata. É um perigoso fascista. Ou um padreco, o que ainda seria pior para a malta do Bloco…
Do Bloco e do Delito!
Isto é pura e simplesmente ridículo, especialmente vindo de alguém que tinha a obrigação de dizer e pensar algo mais inteligente e substancial. Para estes BE’s de ideias pré concebidas, já não há pachorra…
Na primeira convenção do Bloco, na Aula Magna, o Mário Brochado Coelho apareceu de gravata. Deve ser de direita, na óptica do Miguel Portas.
Comentar ? Um imbecil ?
Ups, ontem usei gravata. Oh, não: serei “de direita”?
Tonterias do MP, José Gomes André. Nesta altura do campeonato era escusado ele vir com uma tontice destas.
[Tem andado desaparecido daqui… Bem, bem…]
:)))
Desaparecido aqui. Mas em boa hora apareceu no jantar do DELITO, Maria do Sol, com uma inultrapassável boa disposição.
Pedro Correia, o verdadeiro bajulador… 🙂 A boa disposição derivou da boa companhia. Abraço!
🙂 Voltarei em breve. E com toda a energia, suspeito. Um abraço!